Portugal é um dos lugares onde a Nestlé transforma presença em produção, e produção em impacto. Há 103 anos que a marca faz parte da vida dos portugueses e tem aprofundado as suas raízes no tecido económico e social português desde a sua chegada, ganhando uma forte dimensão na produção nacional. Conta, atualmente, com duas fábricas, seis armazéns, uma rede de fornecedores locais e milhares de postos de trabalho apoiados em toda a cadeia de valor.
Como a Nestlé impulsiona Portugal?
No recente “Relatório de Valor Económico da Nestlé – Portugal”, um estudo sobre o impacto socioeconómico da empresa no país, realizado pela PwC, são contabilizados os efeitos diretos, indiretos e induzidos ao longo da cadeia de valor, constatando-se a dimensão real da presença da Nestlé em Portugal. Este impacto estende-se muito além dos números, o que ajuda a explicar como uma empresa pode transformar-se num agente estrutural de desenvolvimento.
De acordo com os dados do relatório, em 2024, a empresa contribuiu com 971 milhões de euros em valor acrescentado bruto (VAB) para a economia portuguesa, apoiou 20.000 postos de trabalho (direta e indiretamente) e gerou 174 milhões de euros em contribuições fiscais para o Estado. No total, o valor económico gerado pela Nestlé representa 0,3% do PIB total de Portugal.
Porto: onde o café ganha identidade portuguesa
Na fábrica do Porto, a Nestlé produz algumas das marcas de café mais icónicas do país, como BUONDI, SICAL, TOFA e CHRISTINA.
▲ Produtos de marcas de café da Nestlé
É aqui que tradição, qualidade e inovação se cruzam para levar café feito em Portugal para milhares de consumidores.
A esta fábrica chegam grãos de café verde provenientes de várias regiões do mundo, onde são cuidadosamente torrados e embalados com padrões de qualidade rigorosos, para depois serem distribuídos em Portugal e exportados para mais de 65 países. Esta exportação reforça o contributo da empresa para a economia nacional e setor cafeeiro.
O investimento contínuo neste setor posiciona a Nestlé como maior marca mundial de cafés.
▲ Fábrica da Nestlé no Porto
Avanca: onde os cereais são produzidos após nascerem no Alentejo
CERELAC, NESTUM, MOKAMBO e PENSAL são as marcas alimentares portuguesas produzidas pela Nestlé na fábrica de Avanca.
Os cereais utilizados para as papas infantis de CERELAC são provenientes dos campos do Alentejo, cultivados através de agricultura regenerativa, uma abordagem inovadora que visa melhorar a qualidade e saúde do solo, promover a biodiversidade e reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. Além disso, a Nestlé colabora diretamente com agricultores locais, prestando-lhes apoio técnico e financeiro para fortalecer a produção local.
Da produção ao envio, este polo industrial é um exemplo do papel da Nestlé na dinamização da produção nacional. Os produtos vão para a mesa dos portugueses, mas também para outros países – sobretudo aqueles que têm uma comunidade significativa de emigrantes portugueses, como Suíça, França e Angola.
▲ Fábrica da Nestlé em Avanca
Os números da presença da Nestlé em Portugal
971 M€
Valor Acrescentado Bruto (VAB)
174 M€
Contribuições fiscais
20000
Empregos (diretos e indiretos)
2
Fábricas
6
Armazéns
982
Fornecedores locais
0.3,3 %
PIB nacional
A dimensão real do impacto
O que torna estes resultados verdadeiramente relevantes é o modo como se distribuem pelo território. Com duas fábricas – a de produção de café no Porto e a de cereais em Avanca -, seis armazéns e uma sede que coordena a gestão de marcas e operações, a Nestlé opera como uma rede descentralizada que alimenta a economia local onde quer que esteja. A produção de café e cereais, feita com marcas profundamente enraizadas na cultura portuguesa – BUONDI, SICAL, TOFA, CHRISTINA a nível de marcas de café e MOKAMBO, CERELAC e NESTUM a nível dos cereais – é mais do que uma atividade industrial, constituindo um ponto de ligação entre comunidades, fornecedores e consumidores.
Impacto direto da Nestlé em Portugal
3000
Empregos
162 M€
Para a Economia Local
23 M€
Contribuições fiscais
A força desta rede revela-se também na relação com os 982 fornecedores locais, que apoiam cerca de 9 800 empregos e geram 406 milhões de euros em VAB. Ao adquirir 60% das matérias‑primas localmente, a empresa reforça a autonomia da produção nacional e cria um efeito multiplicador que se propaga por toda a cadeia de valor. É um impacto que não se vê apenas nos números, mas também na vitalidade das regiões onde a Nestlé opera, bem como na capacidade de atrair talento internacional através do seu hub de serviços, que projeta Portugal para o exterior.
Criação de Valor Partilhado Social e Ambiental
Além da dimensão económica, o impacto da Nestlé em Portugal sobressai também a partir da forma como a empresa se relaciona com as comunidades onde se insere e o compromisso que ali assume. Em 2024, este envolvimento traduziu‑se na doação de 458 mil euros em produtos alimentares e outras ajudas, e em mais de 2 500 horas de voluntariado dedicadas pelos colaboradores, o que põe em evidência uma cultura interna orientada para a responsabilidade e não apenas para o desempenho.
Além disso, a atuação social da Nestlé concretiza-se também através de programas contínuos, que procuram transformar comportamentos, criar oportunidades e preparar o futuro. Iniciativas como o Nestlé for Healthier Kids, focado na literacia alimentar, ou a Alliance for YOUth, dedicada à empregabilidade jovem, mostram uma abordagem que não se restringe ao apoio imediato, mas que investe na capacitação das próximas gerações.
Ao mesmo tempo, a empresa avança com medidas que refletem uma visão de longo prazo, e que vão desde a transição da frota corporativa para veículos 100% elétricos até à promoção de práticas de agricultura regenerativa. Estas ações articulam impacto social, sustentabilidade e inovação, reforçando a ideia de que o valor criado pela Nestlé não é apenas económico, mas também comunitário, ambiental e humano.
O relatório confirma que a Nestlé é, hoje, um contributo relevante para a economia portuguesa, ao combinar produção nacional, investimento contínuo e impacto social consistente, o que demonstra que é possível crescer, mas também inovar e gerar impacto positivo nas comunidades.