Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Netanyahu considera que Estados Unidos e Israel estão "em sintonia" em relação à Faixa de Gaza
- Ataques israelitas em Gaza fazem 74 mortos esta quarta-feira
- Rubio anuncia sanções contra relatora da ONU para a Palestina
- Hamas diz que concordou com a libertação de dez reféns, mas que outros pontos continuam a ser debatidos
- O que se passou até agora
- Israel anuncia expansão de operações militares no norte de Gaza
- Líder das IDF afirma que operações em Gaza "criaram condições para avançar em acordo para libertação de reféns"
- Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel diz que um cessar-fogo em Gaza é "atingível"
- Administração Trump emite mandado administrativo para Harvard entregar informações sobre estudantes estrangeiros
- 105 pessoas foram mortas em Gaza nas últimas 24 horas, diz ministério da Saúde
- Estados Unidos não querem deixar que Israel retome a guerra depois de um eventual cessar-fogo, mesmo que o acordo permita
- Netanyahu em entrevista à Fox: "Há uma boa hipótese de termos um cessar-fogo"
- Israel disponível para discutir cessar-fogo permanente, mas só depois de acordada trégua temporária
- Israel diz que atingiu 100 alvos em Gaza no último dia. No mesmo período foram mortas 95 pessoas
- Navio grego afunda na sequência de ataques dos houthis no Mar Vermelho
- Chefe da diplomacia do Irão encontra-se com líder da Arábia Saudita
- Mediadores qatari e norte-americanos encontram-se em Washington
- Netanyahu insiste em cumprir "todos os objetivos" e elogia resultados da "pressão militar" em Gaza
- Israel vai apresentar novos planos para a presença de tropas israelitas na Faixa de Gaza
- Depois de segundo encontro com Netanyahu, Trump compromete-se com fim definitivo da ofensiva
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniram-se em Washington para discutir um possível cessar-fogo na Faixa de Gaza. Netanyahu afirmou que tanto ele como Trump estão “em sintonia” em relação à situação em Gaza, mas insistiu que não aceitará um cessar-fogo a qualquer preço. Trump comprometeu-se a impedir Israel de retomar a ofensiva após um eventual cessar-fogo de 60 dias, como parte das contribuições para as negociações em curso com o Hamas.
- Nos desenvolvimentos militares, as Forças de Defesa de Israel (IDF) expandiram operações no norte de Gaza após a morte de cinco soldados em combate com o Hamas. O exército israelita relatou ataques a mais de cem alvos na Faixa de Gaza, incluindo operacionais, edifícios armadilhados e túneis. Nos recentes ataques israelitas, 95 pessoas foram mortas, elevando o número total de mortos desde o início da ofensiva a 57.680, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.
- As negociações entre Israel e o Hamas para alcançar um cessar-fogo continuam em Doha, com mediação de elementos do Qatar e do Egito. Apesar de há pontos a serem resolvidos, como a presença de tropas israelitas na região e a entrada de ajuda humanitária, há otimismo por parte do ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, que considera um cessar-fogo alcançável.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou sanções contra a relatora especial da ONU para os territórios palestinianos ocupados, Francesca Albanese, acusando-a de antissemitismo e de levar a cabo uma campanha contra os Estados Unidos e Israel. Albanese acusou Israel de cometer crimes de guerra na Faixa de Gaza, e as sanções incluem congelamento de bens e revogação de vistos, com uma ligação estabelecida entre a relatora e investigações do Tribunal Penal Internacional.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 8.º e último episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui, o sexto aqui e o sétimo aqui]
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Bom dia!
Damos por encerrado este artigo em direto que acompanhou o conflito entre Israel e Palestina durante esta quarta-feira. A partir de agora, caso queira continuar a acompanhar a atualidade do conflito, pode fazê-lo aqui.
Netanyahu espera acordo em “poucos dias” e confirma que há 20 reféns israelitas vivos
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Secretária-geral da Amnistia Internacional "consternada" com sanções dos EUA a relatora da ONU para a Palestina
Agnes Callamard, a secretária-geral da Amnistia Internacional, diz estar “consternada” com as sanções impostas pelo governo dos EUA a Francesca Albanese, a relatora das Nações Unidas para a Palestina.
“Recordamos que os relatores especiais são especialistas independentes”, escreve Callamard na rede social X. “Não são nomeados para agradar a governos ou serem populares, mas sim para cumprir com o seu mandato.”
Albanese “está a trabalhar de forma incansável para documentar e reportar a ocupação ilegal, o apartheid e o genocídio de Israel, com base na lei interncional”, escreve.
“Os governos em todo o mundo e todos os atores que acreditam na ordem baseada em regras e no direito internacional devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para mitigar e bloquear o efeito das sanções contra Francesca Albanese e, de forma mais geral, para proteger o trabalho e a independência dos relatores especiais”, pede.
Estas declarações são feitas depois de o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciar sanções a Albanese após as investigações sobre a guerra em Gaza.
Dismayed by the official sanctions that the US government has decided to impose on the UN Special Rapporteur, @FranceskAlbs
We recall that Special Rapporteurs are independent experts. They are not appointed to please governments or to be popular but to deliver their mandate.…
— Agnes Callamard (@AgnesCallamard) July 9, 2025
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Netanyahu considera que Estados Unidos e Israel estão "em sintonia" em relação à Faixa de Gaza
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que Telavive e Washington estão “em sintonia” em relação a Gaza, embora tenha insistido que não aceitará um acordo de cessar-fogo “a qualquer preço”.
Em declarações aos jornalistas no Capitólio, Netanyahu disse: “Eu e o Presidente Trump temos um objetivo comum. Quero conseguir a libertação dos nossos reféns. Queremos acabar com o domínio do Hamas em Gaza. Queremos garantir que Gaza não represente mais uma ameaça para Israel”.
O primeiro-ministro negou, ainda, que Israel esteja a tentar expulsar à força os palestinianos. “Isso chama-se liberdade de escolha. Se as pessoas querem deixar Gaza, elas devem ter o direito de o fazer”, garantiu.
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Ataques israelitas em Gaza fazem 74 mortos esta quarta-feira
Pelo menos 74 pessoas morreram na sequência de ataques israelitas na Faixa de Gaza esta quarta-feira, escreve a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.
Entre estas 74 vítimas mortais, oito foram mortas por fogo israelita enquanto esperavam pela ajuda da Fundação Humanitária de Gaza (GHF, na sigla em inglês).
Desde que Israel iniciou a guerra em Gaza, pelo menos 57.680 pessoas foram mortas e 137.409 ficaram feridas, avançou ainda o ministério.
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Rubio anuncia sanções contra relatora da ONU para a Palestina
O secretário de Estado norte-americano anunciou hoje sanções contra a relatora especial da ONU para os territórios palestinianos ocupados, Francesca Albanese, que acusa de travar uma campanha contra os Estados Unidos e Israel.
“A campanha política e económica de Albanese contra os Estados Unidos e Israel não será mais tolerada. Apoiaremos sempre os nossos parceiros no direito à autodefesa”, declarou Marco Rubio, através das redes sociais.
Rubio acusou a jurista italiana de “antissemitismo flagrante” e de levar a cabo uma “campanha de guerra política e económica” dirigida a Washington e ao aliado israelita.
A relatora especial acusou duramente Israel de cometer crimes de guerra, incluindo genocídio, na ofensiva militar desde há 21 meses na Faixa de Gaza contra o grupo islamita palestiniano Hamas.
As sanções são uma consequência de uma ordem executiva assinada em fevereiro pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, para congelar bens e revogar vistos a qualquer pessoa que coopere com a investigação do Tribunal Penal Internacional (TPI) sobre Israel.
O secretário de Estado norte-americano relacionou Albanesa com o TPI, numa “colaboração direta” que levou à emissão de mandados de captura contra o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o antigo ministro da Defesa Yoav Gallant, por crimes de guerra e contra a humanidade na Faixa de Gaza.
Rubio considerou a relatora das Nações Unidas inadequada para o cargo, alegando que “expressou flagrante antissemitismo, apoio ao terrorismo e desprezo declarado pelos Estados Unidos, Israel e o Ocidente”.
O dirigente norte-americano salientou ainda que a perita visada “intensificou esta estratégia” ao recomendar que o TPI investigue e processe as empresas que alegadamente beneficiaram com a guerra no enclave palestiniano.
Num relatório recente, Francesca Albanese afirmou que grandes empresas de investimento, como a Blackrock e a Vanguard, cometeram “graves violações do direito internacional” ao lucrar com uma “economia genocida”.
O anúncio de Rubio aconteceu depois de um encontro na segunda-feira, em Washington, com Netanyahu, antes de duas reuniões do chefe do Governo de Israel com o Presidente dos Estados Unidos.
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Hamas diz que concordou com a libertação de dez reféns, mas que outros pontos continuam a ser debatidos
O Hamas revelou que concordou com a libertação de dez reféns, numa altura em que continuam pelo quarto dia as negociações com Israel sobre um cessar-fogo. A informação é citada pelo Times of Israel.
No entanto, há pontos que ainda continuam a ser negociados, como a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza ou a retirada das IDF de Gaza.
Em comunicado, o Hamas diz que, apesar dos desafios, continua a agir “de forma séria e com espírito positivo com os mediadores de forma a superar os obstáculos”.
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O que se passou até agora
- As negociações para um cessar-fogo entre Israel e o Hamas continuam em Doha, com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, ambos expressando otimismo quanto à possibilidade de um cessar-fogo em Gaza. Caso um cessar-fogo temporário seja alcançado, Israel está disposto a negociar um acordo permanente. As negociações encontram-se num ponto crítico devido ao posicionamento das tropas das Forças de Defesa de Israel na região.
- Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, reuniu-se com Benjamin Netanyahu por duas noites consecutivas, discutindo as condições para o cessar-fogo. Trump comprometeu-se a impedir que Israel retome a ofensiva após um cessar-fogo de 60 dias, uma condição essencial para avançar nas negociações com o Hamas. Essa disposição foi comunicada ao Hamas através de intermediários.
- A violência continua na Faixa de Gaza, com relatos de ataques que resultaram em inúmeras vítimas. O Exército israelita realizou mais de uma centena de ataques a alvos na região, com fontes hospitalares indicando 95 mortes em um único dia. Além disso, 105 pessoas foram mortas nas últimas 24 horas, conforme informado pelo Ministério da Saúde de Gaza, elevando o número total de mortos desde outubro de 2023.
- A situação no Médio Oriente também envolve questões internacionais mais amplas, como revelado pelas novas sanções dos Estados Unidos contra 22 empresas que facilitam a venda de petróleo iraniano. Estas sanções destinam-se a cortar o financiamento às Forças Quds do Irão, consideradas uma organização terrorista pelos EUA, e destacam o papel do sistema bancário paralelo iraniano no financiamento de programas desestabilizadores.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 8.º e último episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui, o sexto aqui e o sétimo aqui]
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Israel anuncia expansão de operações militares no norte de Gaza
O Exército israelita anunciou hoje a expansão das operações terrestres na região de Beit Hanun, no norte da Faixa de Gaza, após a morte de cinco soldados em combates com o grupo islamita palestiniano Hamas.
“A equipa de combate da brigada Givati, sob o comando da 162.ª divisão, uniu forças com a 99.ª divisão e iniciou operações para cercar Beit Hanun, no norte da Faixa de Gaza”, indicou um comunicado militar israelita divulgado nas redes sociais.
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Líder das IDF afirma que operações em Gaza "criaram condições para avançar em acordo para libertação de reféns"
Eyal Zamir, líder das IDF, afirmou hoje que as operações em Gaza contra o Hamas “criaram as condições para avançar num acordo para a libertação dos reféns”.
As declarações, que são citadas pelos jornais Haaretz e Times of Israel, foram feitas durante uma cerimónia de conclusão da Universidade de Segurança Nacional.
O líder das IDF afirmou que as operações em Gaza causaram “um sério golpe ao governo do Hamas e às suas capacidades militares”. Segundo este responsável, “graças à força operacional” de Israel, “foram criadas as condições para avançar num acordo para a libertação dos reféns”.
“As IDF não se rendem às vozes que tentam enfraquecê-las”, diz o ministro, que criticou os “ataques e acusações contra a moralidade” e ações de Israel. Declarou que o país “está a agir somente com base em considerações profissionais e objetivas, em linha com os objetivos da guerra e de acordo com as diretrizes da liderança política”.
O líder das IDF avançou ainda que está em causa “a segurança do Estado e dos cidadãos”. “Esta campanha vai acabar quando nós ganharmos. Vamos garantir a nossa segurança e o nosso futuro. Não vamos parar até atingir todos os objetivos da guerra na correta ordem operacional”, afirmou.
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Estados Unidos impuseram sanções a 22 empresas que ajudam a vender petróleo iraniano
Os Estados Unidos anunciaram novas sanções, desta vez a 22 empresas localizadas em Hong Kong, nos Emirados Árabes Unidos e na Turquia que ajudam a vender petróleo iraniano, avança a Reuters.
Segundo o Departamento do Tesouro, citado pela agência, os lucros destas vendas financiam as Forças Quds, uma unidade paramilitar das Guardas Revolucionárias do Irão que os norte-americanos consideram uma organização terrorista.
“O regime iraniano depende fortemente do seu sistema bancário paralelo para financiar os seus programas desestabilizadores de armamento nuclear e de mísseis balísticos, e não para benefício do povo iraniano”, afirmou o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.
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Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel diz que um cessar-fogo em Gaza é "atingível"
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, mostrou-se otimista por um cessar-fogo em Gaza, que considera ser “atingível” nas negociações que ainda duram em Doha, noticia a Al-Jazeera.
“Se for alcançado um cessar-fogo temporário, negociaremos um cessar-fogo permanente”, disse Sa’ar, citado pela televisão pan-árabe enquanto visita a Eslováquia.
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Administração Trump emite mandado administrativo para Harvard entregar informações sobre estudantes estrangeiros
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos emitiu um mandado administrativo para que Harvard “entregue informações relevantes sobre estudantes estrangeiros”, ligados aos protestos pró-Palestina que ocorreram no campus da universidade norte-americana, em maio deste ano.
“Tentámos fazer as coisas da maneira mais fácil com Harvard. Agora, devido à sua recusa em cooperar, temos de fazer as coisas da forma mais difícil”, afirmou a secretária assistente do departamento Tricia McLaughlin, no comunicado do Departamento no site.
As autoridades anti-imigração dos EUA exigem agora que Harvard entregue “registos, comunicações e outros documentos relevantes para a aplicação das leis de imigração desde 1 de janeiro de 2020”, lê-se no comunicado.
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105 pessoas foram mortas em Gaza nas últimas 24 horas, diz ministério da Saúde
105 pessoas foram mortas em Gaza nas últimas 24 horas, afirma o ministério da Saúde do enclave na atualização diária publicada no Telegram.
Para além das vítimas mortais, 530 pessoas ficaram feridas por ataques israelitas. O número total de mortos desde o ataque do Hamas a 7 de outubro de 2023 sobe assim para 57.680.
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Houthis reinvindicam ataque a navio grego que matou quatro pessoas
Os houthis do Iémen reinvidicaram um ataque a um navio grego de bandeira da Libéria no Mar Vermelho, que acabou com a morte de quatro tripulantes e outros 15 desaparecidos.
“A Marinha do Iémen respondeu para resgatar alguns dos tripulantes do navio, prestar-lhes cuidados médicos e transportá-los para um local seguro”, afirmou o porta-voz do grupo na televisão nacional, citada pelo Haaretz.
Segundo as empresas de segurança envolvidas no resgate, foram resgatadas seis pessoas que estavam no navio.
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"Israel continuará guerra até alcançar todos os objetivos"
Jorge Rodrigues fala numa “relação singular” entre Israel e EUA porque é a potencia regional que controla a superpotência. Na Ucrânia, Europa está cansada da guerra e Putin usa isso a seu favor.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Estados Unidos não querem deixar que Israel retome a guerra depois de um eventual cessar-fogo, mesmo que o acordo permita
Os Estados Unidos não querem que Israel recomece a guerra, mesmo que um eventual acordo de cessar-fogo o permita fazê-lo, informa o Times of Israel, citando um diplomata árabe e uma fonte próxima das negociações.
As fontes contaram ao jornal que os EUA são contra Israel recomeçar a guerra, mas não querem excluir a possibilidade para pressionar o Hamas nas negociações e para que o governo de Netanyahu não colapse.
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Netanyahu em entrevista à Fox: "Há uma boa hipótese de termos um cessar-fogo"
“Acredito que há uma boa hipótese de termos um cessar-fogo”, afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu numa entrevista à Fox Business, que decorreu durante a sua visita aos EUA.
O chefe do governo israelita expressou ainda otimismo sobre um acordo de libertação de reféns com o Hamas,
“Trump e eu acreditamos na doutrina da paz pela força”, disse Netanyahu. “Primeiro vem a força, depois a paz. Demonstramos muita força, e parece-nos que há muitos frutos da paz, e seremos capazes de expandir os Acordos de Abraão, criando uma realidade no Oriente Médio inimaginável, trazendo prosperidade e estabilidade”, acrescentou.
Como nota o Times of Israel, o principal ponto de discórdia nas negociações para um cessar-fogo em Doha é o envio de tropas das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) quando se alcançar o cessar-fogo permanente. Sendo que Israel insiste que as tropas permaneçam no Corredor Morag, a norte de Rafah.
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Israel disponível para discutir cessar-fogo permanente, mas só depois de acordada trégua temporária
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel declarou hoje que acredita que um cessar-fogo na Faixa de Gaza é “alcançável” e que Israel está a ser “sério na sua intenção de alcançar um acordo dos reféns e um cessar-fogo”.
“Se um cessar-fogo temporário for alcançado, estamos dispostos a negociar um [acordo] permanente”, declarou Gideon Sa’ar, durante uma conferência de imprensa em Bratislava, com o seu homólogo eslovaco, citada pelo Times of Israel.
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Oito pessoas mortas por forças israelitas junto a ponto de distribuição de ajuda humanitária
As forças israelitas mataram oito pessoas que tentavam obter ajuda humanitária junto ao ponto de distribuição da Fundação Humanitária para Gaza (GHF) na cidade de Rafah. Os corpos foram levados para o hospital Nasser, em Khan Younis, que relatou as mortes aos jornalistas da Al Jazeera.
O canal qatari relata que estas oito vítimas fazem subir o número de pessoas mortas junto aos pontos da GHF para mais de 770 e ainda que a organização suspendeu o funcionamento do único ponto de distribuição no centro da Faixa de Gaza, o que levou mais pessoas a deslocarem-se para o posto em Rafah.