Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelita, está envolvido em intensas negociações para um cessar-fogo com o Hamas, tendo-se reunido com Donald Trump nos Estados Unidos. Netanyahu confirmou a existência de 20 reféns israelitas vivos na posse do Hamas e expressou a esperança de um acordo de troca de reféns ser alcançado em breve. O cessar-fogo prevendo uma trégua de 60 dias está em discussão e o desarmamento do Hamas é uma das condições centrais impostas por Israel.
    • Ainda no contexto das negociações de cessar-fogo, Netanyahu sublinhou que só aceitará terminar a ofensiva militar em Gaza caso o Hamas se desmilitarize e abandone a governação do território. A trégua de 60 dias servirá como um período de negociação para um cessar-fogo permanente, sendo que, na ausência de um acordo, a ofensiva poderá ser retomada. As negociações envolvem a mediação do Qatar, Egito e Estados Unidos.
    • Paralelamente à situação na Palestina, Israel enfrentou ameaças de rebeldes houthis do Iémen, tendo apelado aos Estados Unidos para retomar ataques militares contra o grupo. Israel intercetou com sucesso um míssil lançado pelos houthis, mas continua a pedir uma coligação militar mais ampla para enfrentar a ameaça representada pelo grupo apoiado pelo Irão.
    • No âmbito das relações internacionais, a União Europeia e Israel chegaram a um acordo que permitirá aumentar a entrada de ajuda humanitária em Gaza. Este acordo inclui a reabertura de rotas de ajuda através do Egito e Jordânia, com o objetivo de incrementar significativamente a quantidade de alimentos e itens não alimentares que entram diariamente em Gaza, além de facilitar a distribuição de combustível e proteção de trabalhadores humanitários.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 8.º e último episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui, o sexto aqui e o sétimo aqui]

  • Bom dia,

    Arquivamos este liveblog que esteve a acompanhar os desenvolvimentos sobre o conflito entre Israel e o Irão. Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Programa Alimentar Mundial alerta que situação em Gaza “está pior do que nunca”

  • Netanyahu espera acordo em "poucos dias" e confirma que há 20 reféns israelitas vivos

    Em entrevista ao programa da Newsmax “The Record with Greta Van Susteren”, Benjamin Netanyahu confirmou que o Hamas mantém pelo menos 20 reféns israelitas vivos e disse que espera que um acordo possa ser alcançado dentro de alguns dias, cita o Haaretz.

    “Faltam-nos 50 reféns, 20 deles estão definitivamente vivos, outros 30 provavelmente não estão vivos, mas quero tirá-los todos”, disse o primeiro-ministro israelita, que deu detalhes do acordo que está a ser negociado. “Temos um acordo que supostamente traria de volta metade dos vivos e metade dos mortos, então permaneceriam 10 reféns vivos e cerca de 12 mortos. Mas vamos libertá-los também. Espero que possamos completar o acordo em poucos dias”, disse.

    O acordo também poderá incluir uma pausa significativa no conflito. “Provavelmente teremos um cessar-fogo de 60 dias. Tiramos a primeira metade dos reféns e depois usamos os 60 dias para tentar negociar um fim para isto”, disse Netanyahu, destacando que o conflito “pode acabar amanhã, ou hoje se o Hamas abandonar as armas”.

    O primeiro-ministro israelita disse ainda que o grupo palestiniano usa os civis como escudos humanos. “Atiram neles porque querem fotografias de corpos”, afirmou, dizendo ainda que os palestinianos em Gaza estão “a lutar contra e desafiar o Hamas”.

  • Míssil lançado do Iémen cai antes de chegar à fronteira com Israel

    Um míssil lançado do Iémen caiu esta quinta-feira antes de chegar à fronteira com Israel, informou um oficial militar israelita ao Times of Israel. De acordo com a fonte, as IDF identificaram o lançamento mas as sirenes israelitas não dispararam porque o míssil não representou uma ameaça real.

    De recordar que durante a manhã outro míssil lançado pelos Houthis foi intercetado pela força aérea israelita. Diante da ameaça, Israel já terá pedido aos EUA que retome os ataques contra os Houthis.

  • Líder da UNRWA diz que proibição de jornalistas em Gaza serve "para encobrir atrocidades contra civis"

    Philippe Lazzarini, o líder da agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA), fez uma publicação no X esta quinta-feira a alertar para a proibição da entrada de jornalistas em Gaza. “Faz mais de 640 dias que a imprensa internacional não pode entrar em Gaza”, assinalou o chefe da agência.

    “Uma proibição da verdade e da reportagem independente. Uma proibição para aprofundar a narração polarizada. Uma proibição para encobrir atrocidades contra civis, incluindo 1 milhão de crianças de Gaza. Uma proibição que aumenta a desumanização e previne a compaixão”, escreveu Lazzarini.

    “A imprensa internacional deve ser autorizada a reportar de Gaza para apoiar o trabalho heróico dos jornalistas palestinianos”, concluiu o líder da UNRWA.

  • Porta-voz dos EUA diz que serviços de ajuda humanitária em Gaza estão a funcionar

    A porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tammy Bruce, disse esta quinta-feira que o serviço de ajuda humanitária da Gaza Humanitarian Foundation (GHF) funciona, apesar dos frequentes relatos de ataques a pessoas que procuram o atendimento nos centros de distribuição. “Chamámos outras agências e a ONU para participar no sistema. Foi implementado e funciona”, disse aos jornalistas, citada pela Al Jazeera.

    Pelo menos 782 pessoas terão sido mortas ao aproximarem-se de centros de distribuição de ajuda humanitária da GHF desde o final de maio, quando a instituição financiada por Israel e os Estados Unidos começou a operar em Gaza, de acordo com o ministério da saúde palestiniano.

  • Israel insta Estados Unidos a retomarem ataques contra os houthis do Iémen

    Na sequência da intensificação dos ataques houthis ao tráfego marítimo, Israel pediu aos Estados Unidos que retomassem os ataques militares contra o grupo apoiado pelo Irão, escreve o Times of Israel.

    De acordo com os israelitas, os ataques contínuos dos houthis ao transporte marítimo “não podem mais ser considerados um problema exclusivamente israelita”. Por isso, o governo liderado por Netanyahu pediu “ataques combinados mais intensos contra alvos do regime houthi — não apenas ataques com caças da força aérea [israelita], mas também a retomada dos ataques americanos e a formação de uma coligação”.

    Em maio, a Casa Branca e os houthis tinham chegado a um acordo que pôs fim à campanha aérea dos EUA contra o grupo que controla grande parte do Iémen.

  • Ativista palestiniano que foi preso nos EUA pede indemnização de 20 milhões de dólares à administração Trump

    Mahmoud Khalil, o ativista palestiniano e antigo estudante da Universidade de Columbia que foi preso em março e permaneceu detido por 104 dias num centro de detenção do ICE, vai processar a administração Trump, diz o Haaretz.

    Khalil pede 20 milhões de dólares por danos, alegando falsa prisão, acusação maliciosa e difamação. De acordo com o processo, o ativista alega ter sido difamado como antissemita e que o governo tentou a sua deportação pelo seu papel proeminente nos protestos no campus contra as ações de Israel em Gaza. Khalil diz ainda que durante o período em que esteve detido, teve o acesso a atendimento médico e contacto com a família negados.

  • Netanyahu exige desmilitarização de Gaza para cessar-fogo permanente

    O primeiro-ministro israelita exigiu hoje a desmilitarização da Faixa de Gaza para negociar um cessar-fogo permanente com o grupo islamita Hamas, sob ameaça de continuar a guerra no enclave palestiniano.

    Num vídeo divulgado no último dia da visita aos Estados Unidos, Benjamin Netanyahu avisou que, se o Hamas não aceitar as exigências de depor as armas e abandonar a governação do território, Israel vai retomar a ofensiva militar, no final da trégua temporária de 60 dias que está a ser negociada pelas partes no Qatar.

    “O Hamas depõe as armas, Gaza desmilitariza-se e o Hamas deixa de ter capacidade governamental e militar”, apontou o primeiro-ministro israelita ao elencar as “condições mínimas” para um acordo. Se o entendimento for alcançado através da negociação, “tanto melhor”, prosseguiu Netanyahu. De contrário, Israel vai recorrer a outros meios, “usando a força do heroico Exército”.

    A proposta em discussão em Doha, com mediação de Qatar, Egito e Estados Unidos, prevê uma trégua de 60 dias, durante a qual o Hamas e Israel deverão negociar a continuação ao abrigo de um cessar-fogo permanente. O documento deste plano estabelece que, caso as partes não cheguem a acordo no dia seguinte ao final do prazo da trégua, esta pode ser prolongada.

  • Oficial israelita admite que parte do urânio enriquecido do Irão sobreviveu aos ataques dos EUA

    Um oficial israelita assume que parte do urânio enriquecido sobreviveu aos ataques norte-americanos, publica o New York Times. De acordo com a fonte, o material estará acessível para os engenheiros nucleares iranianos, mas o oficial assegura que uma tentativa de recuperar o que restou seria detetada a tempo de um novo ataque.

    Em entrevista ao Le Monde, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchti, não respondeu quanto do programa nuclear iraniano foi danificado com o ataque. “Foram causados ​​danos graves, que estamos a investigar. Temos o direito de pedir uma indemnização por isso. A alegação de que um programa foi extinto ou de que uma nação deveria decidir terminar o seu programa nuclear pacífico, cujos objectivos são satisfazer as suas necessidades energéticas, médicas, farmacêuticas e agrícolas, é um erro de cálculo.”

    Recorde-se que Donald Trump afirmou anteriormente que o programa nuclear iraniano havia sido totalmente destruído. A Casa Branca chegou a publicar um artigo a desmentir a imprensa norte-americana que publicou notícias que colocavam em causa os danos causados às infraestruturas nucleares.

  • Abbas Araghtchi diz que Irão só retoma negociações nucleares depois dos EUA "reconhecerem os seus erros"

    Em entrevista ao Le Monde, Abbas Araghctchi afirmou que o Irão só vai retomar as negociações nucleares depois que os EUA “reconhecerem os seus erros”. “O Irão tem demonstrado consistentemente a sua vontade fundamental de negociar com base no respeito mútuo. O nosso adversário violou um acordo multilateral e internacional [em 2018, ao retirar unilateralmente do JCPoA], violou o nosso espaço aéreo no meio das negociações e atacou instalações. Estes ataques poderiam ter levado a uma catástrofe ambiental e humana, afetando não só a segurança e a saúde do povo iraniano, mas também a das populações da região nos próximos anos”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.

    “A diplomacia é uma via de dois sentidos, e foram os EUA que interromperam as negociações para recorrer à ação militar. Assim, é essencial que a responsabilidade por estes erros seja reconhecida e que se observe um sinal claro de mudança de comportamento. É preciso garantir que, no futuro, em plenas negociações, os Estados Unidos não lancem um ataque militar”, disse ainda Araghtchi, que diz que estão em curso trocas diplomáticas através de alguns países amigos ou mediadores. “O formato das discussões pode mudar dependendo das condições acima mencionadas. O diálogo sempre foi, e continua a ser, o cerne da política externa do Irão, e não encontrará na história nenhum exemplo em que o Irão tenha violado este princípio.”

  • Israelita de 22 anos é morto a tiro em centro comercial em West Bank

    Shalev Zvuluny, um israelita de 22 anos, foi morto a tiro num centro comercial em West Bank, informaram as autoridades israelitas citadas pelo Haaretz.

    Dois homens abriram fogo e tentaram atacar com facas pessoas que passeavam pelo centro comercial. De acordo com o exército israelita, serão dois palestinianos da cidade de Halhul, que foram mortos por soldados e civis armados presentes na cena.

  • ONU faz primeira entrega de combustível em Gaza em 130 dias

    A ONU conseguiu entregar cerca de 75 mil litros de combustível em Gaza na última quarta-feira, publicou a Reuters. É a primeira entrega de combustível em 130 dias, informou a porta-voz da Nações Unidas, Stephane Dujarric.
    “A quantidade que entrou ontem não é suficiente para cobrir nem um dia das necessidades de energia. O combustível ainda está a faltar e os serviços vão fechar se volumes mais altos não entrarem imediatamente”, disse.

  • Netanyahu diz que Israel "não se vai render"

    Esta quinta-feira Benjamin Netanyahu participou numa homenagem aos dois funcionários da embaixada israelita mortos a tiros no Capital Jewish Museum em maio, Yaron Lischinsky e Sarah Milgrim, na embaixada de Israel em Washington. Durante o discurso, Netanyahu disse que Israel vai lutar contra o antissemitismo, que considera uma campanha organizada.

    “Ter um Estado judeu vem com um preço caro a pagar”, disse o primeiro-ministro israelita, citado pelo The Times of Israel. “Quando começámos o regresso à nossa terra a primeira coisa que fizemos foi criar um exército”, afirmou ainda. “Ver os judeus como vitoriosos e não como as vítimas é um ajuste histórico que leva tempo”, disse Netanyahu, que reafirma que Israel “não se vai render. Vamos vencer”.

  • Israel e Hamas poderão chegar a acordo dentro de dias, diz fonte envolvida na negociação

    Uma fonte envolvida na negociação do cessar-fogo em Gaza disse ao Times of Israel que um acordo é possível dentro de dias — e não semanas, como se especulava na última quarta-feira em Washington.

    De acordo com a fonte, o Hamas não estará satisfeito com os mapas que informam o perímetro exato da retirada de tropas israelitas de Gaza — as IDF pretendem manter o controlo de quase um terço do enclave palestiniano.

  • Netanyahu terá dito às famílias dos reféns que é o Hamas que vai decidir quem vai libertar durante a trégua de 60 dias

    Durante uma reunião com os familiares dos reféns israelitas, na noite da última quinta-feira em Washington, Benjamin Netanyahu terá dito que é o Hamas que vai decidir quem vai libertar durante a trégua de 60 dias, disse uma fonte ao Times of Israel. De acordo com o jornal, o primeiro-ministro sinalizou que todos os reféns são “humanitários” e que não há uma ordem de prioridade.

    De acordo com o Channel 12, Netanyahu assumiu o compromisso de colocar um fim na guerra. “A partir do momento em que os oito reféns vivos forem libertados até a libertação dos últimos dois reféns vivos, vamos trabalhar para trazer um fim a toda a guerra”, terá dito o primeiro-ministro.

    Contudo, de acordo com o The Times of Israel Netanyahu também insistiu que continua a exigir a rendição do Hamas, com a entrega das armas e o exílio dos seus líderes.

  • Oito crianças mortas em fila à espera de suplementos alimentares, diz hospital em Gaza

    Um ataque israelita na zona central de Gaza matou 15 pessoas, incluindo oito crianças que estavam numa fila à espera de suplementos alimentares em frente a uma clínica, informou o hospital Aqsa Martyrs à BBC.

    O Project Hope, grupo de ajuda norte-americano que administra a clínica onde decorreu o ataque, já reagiu e acusa Israel de violar a lei internacional. As forças israelitas afirmam que o alvo era um terrorista do Hamas e lamentam terem ferido civis.

  • 82 pessoas mortas em ataques israelitas em Gaza esta quinta-feira

    De acordo com as autoridades de saúde palestinianas, citadas pela Al Jazeera, pelo menos 82 pessoas morreram e 247 ficaram feridas em ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas. O balanço inclui nove pessoas que morreram ao aproximarem-se de centros de distribuição de ajuda humanitária.

  • UE concorda com Israel permissão para entrada de mais ajuda humanitária em Gaza

    A União Europeia e Israel chegaram a um acordo para permitir a entrada de mais ajuda humanitária em Gaza, avançou a Bloomberg e confirmou Bruxelas.

    Esta negociação terá efeitos quase imediatos na quantidade de ajuda diária que entra em Gaza. O acordo também permitirá a reabertura de novas rotas de ajuda, segundo uma fonte que manteve o anonimato.

    Além da reabertura de rotas através do Egito e da Jordânia, espera-se que também passem a ser aproveitados locais de distribuição no Norte e no Sul da Faixa de Gaza.

    Depois de ter sido revelada a notícia da Bloomberg, Kaja Kallas, chefe da diplomacia europeia e responsável por este acordo, emitiu um comunicado a sinalizar o “diálogo construtivo entre Israel e a União Europeia”.

    “Israel aceitou dar passos importantes para melhorar a situação humanitária em Gaza”, lê-se na nota citada pelo El País. As medidas entram em vigor nos próximos dias “com o entendimento comum de que a ajuda deve ser dada diretamente à população e que as medidas sejam mantidas para garantir que a ajuda não é desviada para o Hamas”.

    A aplicação destas medidas representa “um aumento substancial na entrada diária de camiões de transporte de alimentos e itens não alimentares em Gaza”, entende a UE, que prevê também a retoma da distribuição de combustível para instalações humanitárias, a proteção de trabalhadores humanitários, a facilitação de obras em infraestruturas vitais e a retomada do fornecimento de energia para dessalinizar água.

    A UE termina o comunicado a pedir a implementeção destas “medidas urgentes” e um cessar-fogo “imediato” com a libertação de todos os reféns, mostrando apoio às negociações de paz mediadas por Egito, Qatar e EUA.

  • Irão exige alteração de comportamento da AIEA para retomar cooperação

    O Presidente iraniano, Masud Pezeshkian, afirmou que o reinício da cooperação com a agência nuclear das Nações Unidas depende da correção dos critérios do organismo internacional.

    Teerão reiterou que a Agência Internacional de Energia Atómica demonstrou “duplicidade de critérios” face à política nuclear do Irão.

    Por outro lado, Pezeshkian afirmou que a AIEA não conseguiu manter a neutralidade nos relatórios sobre o programa nuclear iraniano, acrescentando que a agência da ONU mostrou indiferença face aos ataques israelitas e norte-americanos contra as suas instalações nucleares.

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