Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Banco Mundial fornece 200 milhões de dólares à Ucrânia para projetos de reconstrução em larga escala do país
- Rússia quer criar zona tampão de dez quilómetros em Dnipropetrovsk, no sudeste da Ucrânia
- Itália vai doar mais de 30 milhões de euros à Ucrânia para restaurar património cultural de Odessa
- Ucrânia confirma que fornecimento de bens militares dos EUA já foi retomado
- Ataque aéreo ucraniano atinge prédio residencial em Kherson, avança imprensa russa
- Ataque russo em Donetsk faz dois mortos e seis feridos
- Trump admite que EUA estão a passar armas para Kiev compradas pela NATO
- Rússia encerra consolado polaco em Kaliningrado
- Rússia aposta em drones. Vive-se nova fase do conflito?
- Coreia do Norte fornece até 40% da munição utilizada pela Rússia na guerra contra a Ucrânia
- Número de feridos no ataque a Odessa sobe para 11
- Rússia perdeu mais de um milhão de soldados desde início da guerra, segundo serviços de informação britânicos
- Enviado especial dos EUA chega à Ucrânia na segunda-feira, data em que Trump vai fazer "importante" comunicado sobre a guerra
- Kiev vai dar mais de 5 milhões de euros para programa de interceção de drones
- Dmitry Peskov: "A Rússia vai defender os seus interesses de ameaças externas"
- Ataques em Odessa fazem oito feridos e danificam edifícios residenciais
- Noruega promete 200 milhões para apoiar setor energético ucraniano
- Rússia vai proteger a Coreia do Norte de provocações de outros países
- Ataques russos desta madrugada fazem 42 feridos e 9 vítimas mortais
- Drones ucranianos atingem infraestrutura e indústria russas
- Lavrov diz que delineou posição de Putin sobre resolução do conflito com a Ucrânia
- Rússia diz ter abatido 155 drones em ofensiva ucraniana que causou um morto
- Trump promete fazer "comunicado de grande importância" sobre guerra na Ucrânia
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, sexta-feira.
UE prepara 18º pacote de sanções à Rússia com teto mais baixo ao preço do petróleo
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que se passou até agora
- Trump admitiu que os Estados Unidos estão a vender armas aos países da NATO, para que estas possam ser fornecidas à Ucrânia. Em entrevista à NBC, assegurou ainda que as armas enviadas estão a ser pagas a 100% pela NATO. A declaração foi feita num contexto em que o apoio militar é crucial para a Ucrânia no conflito em curso com a Rússia.
- O Presidente norte-americano também anunciou que fará um comunicado de “grande importância” sobre a guerra na Ucrânia na próxima segunda-feira. Esta declaração está prevista para coincidir com a visita de Keith Kellogg, o seu enviado especial, a Kiev, suscitando antecipação sobre possíveis desenvolvimentos na política dos EUA em relação ao conflito.
- As tensões entre Rússia e Ucrânia continuam a escalar com relatos de ataques aéreos de ambos os lados. As Forças Armadas Ucranianas realizaram um ataque a um prédio residencial em Kherson, enquanto a Rússia anunciou ter abatido 155 drones ucranianos durante a noite, um dos quais resultou numa vítima mortal na região de Lipetsk.
- Além dos desenvolvimentos militares, esforços de reconstrução e apoio financeiro à Ucrânia estão a ser implementados. O Banco Mundial comprometido a fornecer 200 milhões de dólares à Ucrânia para projetos de reconstrução em larga escala, enquanto a Noruega prometeu 200 milhões para apoiar o setor energético. Estes compromissos financeiros são vitais para aliviar o impacto da guerra sobre a infraestrutura e saúde económica do país.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 8.º e último episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui, o sexto aqui e o sétimo aqui]
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Banco Mundial fornece 200 milhões de dólares à Ucrânia para projetos de reconstrução em larga escala do país
O Banco Mundial irá fornece 200 milhões de dólares (cerca de 171 milhões de euros) à Ucrânia nos próximos cinco anos para preparar projetos para a reconstrução em larga escala do país, anunciou o Ministério da Economia russo esta sexta-feira.
Segundo o Kyiv Independent, o financiamento irá estar disponível no âmbito do programa PREPARE, que a Ucrânia lançou ao assinar um acordo com o Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA, na sigla em inglês) durante a Conferência de Recuperação da Ucrânia, que teve lugar em Roma.
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Rússia quer criar zona tampão de dez quilómetros em Dnipropetrovsk, no sudeste da Ucrânia
As tropas russas foram instruídas a estabelecer uma zona tampão de até dez quilómetro dentro do Oblast de Dnipropetrovsk, no sudeste da Ucrânia, segundo o chefe da inteligência militar ucraniana, Kyrylo Budanov, citado pelo Kyiv Independent.
As declarações de Budanov surgem numa altura em que as tropas russas continuam a ofensiva na região vizinha de Donetsk, aproximando-se de Dnipropetrovsk — uma importante região industrial.
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Itália vai doar mais de 30 milhões de euros à Ucrânia para restaurar património cultural de Odessa
No âmbito da conferência sobre a recuperação da Ucrânia em Roma, foi assinado um acordo entre Oleksii Kuleba, ministro do Desenvolvimento das Comunidades, Territórios e Infraestruturas da Ucrânia, e Antonio Tajani, ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, para restaurar o património cultural da região de Odessa, escreve o Ukrainska Pravda.
Nos termos deste acordo, Roma fornecerá uma ajuda de 32,5 milhões de euros a Kiev para o restauro de seis locais arquitetónicos de Odessa danificados pelos bombardeamentos russos, entre os quais o Museu Nacional de Arte de Odessa, o Museu de Arte Ocidental e Oriental e a Orquestra Filarmónica de Odessa.
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Ucrânia confirma que fornecimento de bens militares dos EUA já foi retomado
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta sexta-feira, que o fornecimento de bens militares dos Estados Unidos à Ucrânia já foi retomado.
O líder da Ucrânia disse ainda que as forças de defesa irão trabalhar em conjunto com o enviado especial norte-americano à Ucrânia, Keith Kellogg, na próxima semana.
Como o Observador tinha dado conta neste liveblog, Keith Kellogg deverá chegar a Kiev na próxima segunda-feira.
We have received political signals at the highest level – good signals – including from the United States, from our European friends. According to all reports, aid shipments have been restored. pic.twitter.com/ppZezGgp7X
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) July 11, 2025
Para além dos Estados Unidos, também os “amigos europeus” estão a trabalhar para avançarem com novas entregas de armas. “Esperamos medidas enérgicas em breve, incluindo sanções contra a Rússia por esta guerra “, acrescentou o líder ucraniano, pedindo uma “pressão” cada vez maior.
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Ataque aéreo ucraniano atinge prédio residencial em Kherson, avança imprensa russa
As Forças Armadas Ucranianas realizaram, esta sexta-feira, um ataque aéreo que atingiu um prédio residencial em Aleshki, na região de Kherson, escreve a agência estatal russa TASS.
De acordo com governador regional, há pessoas presas nos escombros e o exército ucraniano “está a dificultar o trabalho dos serviços se resgate, atacando-os com drones”
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Ataque russo em Donetsk faz dois mortos e seis feridos
As forças russas levaram a cabo esta sexta-feira um ataque à região de Donetsk. Há registo de, pelo menos, dois mortos e seis feridos, relata o Ukrainska Pravda.
Segundo Anastasiia Miedvedieva, porta-voz da Procuradoria do Oblast de Donetsk, o ataque atingiu edifícios residenciais e carros.
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Trump admite que EUA estão a passar armas para Kiev compradas pela NATO
Os Estados Unidos estão a vender armas aos seus aliados da NATO na Europa para que estes as possam fornecer à Ucrânia, admitiu o Presidente norte-americano, Donald Trump.
“Estamos a enviar armas para a NATO, e a NATO está a pagar por essas armas, a 100%”, disse Trump numa entrevista à cadeia televisiva NBC, na noite de quinta-feira.
“O que está a acontecer é que as armas que estão a ser enviadas vão para a NATO. E depois a NATO vai doá-las (à Ucrânia). E a NATO vai pagar por elas”, explicou Trump.
Também esta sexta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, informou que algumas das armas fabricadas nos EUA que a Ucrânia procura estão a ser utilizadas por aliados da NATO na Europa.
“É muito mais rápido transportar algo, por exemplo, da Alemanha para a Ucrânia do que encomendá-lo a uma fábrica (nos EUA) e levá-lo até lá”, explicou Rubio aos jornalistas, durante uma visita a Kuala Lumpur, na Malásia.
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Rússia encerra consolado polaco em Kaliningrado
O Kremlin informou esta sexta-feira que vai encerrar o consulado da Polónia em Kaliningrado a partir do dia 29 de agosto. De acordo com a agência Reuters, esta decisão surge em resposta ao encerramento do consulado russo em Cracóvia.
Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, o país diz que vai responder ao encerramento do consulado de forma “adequada”.
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Rússia aposta em drones. Vive-se nova fase do conflito?
Bruno Cardoso Reis fala das vantagens dos drones e afirma que os russos aprenderam com erros, depois de terem subestimado a Ucrânia. Sem sinal de acordo no Médio Oriente, crise humanitária agrava-se.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Coreia do Norte fornece até 40% da munição utilizada pela Rússia na guerra contra a Ucrânia
A Coreia do Norte é atualmente responsável por até 40% do fornecimento de munições utilizadas pela Rússia na guerra contra a Ucrânia, segundo informações reveladas por Kyrylo Budanov, chefe da Direção de Inteligência de Defesa da Ucrânia, em entrevista à Bloomberg.
De acordo com Budanov, além de munições, Pyongyang também fornece a Moscovo armamentos pesados, como mísseis balísticos e sistemas de artilharia. Em contrapartida, a Rússia oferece dinheiro e tecnologia à Coreia do Norte.
A intensificação da cooperação entre os dois países ocorre após a assinatura do Tratado de Parceria Estratégica, em junho de 2024. Desde então, a Coreia do Norte também tem enviado milhares de soldados para apoiar as tropas russas na região de Kursk (fronteira com a Ucrânia).
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Número de feridos no ataque a Odessa sobe para 11
O número de feridos no ataque russo à cidade de Odessa aumentou para 11, escreve o Ukrainska Pravda. As forças de Moscovo danificaram áreas residenciais e edifícios administrativos.
Antes deste novo balanço, o número de pessoas feridas fixava-se em oito, como o Observador tinha dado conta neste mesmo liveblog.
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Rússia perdeu mais de um milhão de soldados desde início da guerra, segundo serviços de informação britânicos
Entre mortos e feridos, a Rússia já perdeu, “provavelmente”, mais de um milhão de soldados desde início da guerra, segundo uma relatório publicado nesta sexta-feira pelos serviços de informação britânicos, que trabalham sob a alçada do Ministério da Defesa.
Só desde o início do ano, contabilizam-se 236 mil perdas (também uma soma entre soldados mortos e feridos). Desde a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, a estimativa feita pelo Reino Unido ascende a 1.022.460 – ou seja, mais de um milhão de baixas no conflito.
Em média, no últimos mês de junho, foram mais de 1.000 soldados que a Rússia perdeu em cada dia – ainda assim, uma descida moderada desde março. O relatório não faz qualquer alusão às perdas sofridas pela Ucrânia.
Nos últimos anos, já depois de a guerra ter começado, registou-se algumas reduções moderadas nas taxas de baixas russas com o início do verão, já que a melhoria do clima contribui para o aumento da capacidade de sobrevivência.
As reduções moderadas nas taxas de baixas russas ocorreram numa fase em que os ataques russos na linha da frente continuaram a um nível elevado e a Rússia faz avanços constantes no Donbass”, refere o Ministério de Defesa britânico.
O jornal (independente) russo Mediazona, em colaboração com o serviço russo da BBC, confirmou as identidades de 118.139 militares russos mortos na Ucrânia. Este é um dado compilado a partir de fontes públicas como obituários, publicações feitas por familiares dos soldados e notícias na imprensa regional – mas os próprios autores da contabilização reconhecem que o número de soldados mortos será, na realidade, muito maior.
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Enviado especial dos EUA chega à Ucrânia na segunda-feira, data em que Trump vai fazer "importante" comunicado sobre a guerra
O enviado especial dos EUA para a Ucrânia, Keith Kellogg, chega a Kiev na próxima segunda-feira, 14 de julho, para uma visita de uma semana.
Como recorda o The Kyiv Independent, Kellogg já tinha visitado Kiev em fevereiro, um mês após a tomada de posse do Presidente dos EUA, Donald Trump.
A visita começará no mesmo dia em que Trump irá fazer “um comunicado de grande importância” sobre a guerra na Ucrânia, como avançado pelo próprio Presidente dos EUA.
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Kiev vai dar mais de 5 milhões de euros para programa de interceção de drones
O governo Ucraniano vai alocar 260 milhões de hryvnias, valor que equivale a cerca de 5,3 milhões de euros, para financiar um novo programa de interceção de drones para proteger a capital de ataques russos.
O líder da Administração Militar de Kiev, Tymur Tkachenko, disse no Telegram que os fundos vão ser usados “não só para comprar equipamento, mas também para construir um sistema de resposta [aos ataques de drones russos] eficiente”.
Adiantou ainda que o projeto piloto “Clean Sky” mostrou o potencial deste tipo de iniciativa, tendo intercetado “quase 550 drones” nos “poucos meses” em que esteve em funcionamento.
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Dmitry Peskov: "A Rússia vai defender os seus interesses de ameaças externas"
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, frisou que “a Rússia vai defender os seus interesses de ameaças externas”. Em declarações à agência de notícias TASS, Peskov acusou ainda os políticos europeus de serem “ignorantes” e de distorcerem a memória histórica.
Em nome do governo russo, o porta-voz lamenta os sentimentos “anti-russos” e “militaristas” da Europa, e adianta que Moscovo considera “inaceitável” o possível envio de militares europeus para a Ucrânia, que tem sido debatido pela coligação de boa vontade.
No que diz respeito à posição do chanceler alemão, Friedrich Merz, Peskov acusa-o de ser “um fervoroso defensor do confronto” e de apoiar a “mobilização agressiva da União Europeia”, e diz que a Europa “podia ter em conta as preocupações da Rússia e iniciar um diálogo mutuamente respeitoso”.
Adverte ainda que “tudo isto será tido em conta” no futuro e que a Rússia aguarda a “importante declaração” que Donald Trump anunciou para a próxima segunda-feira.
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Ataques em Odessa fazem oito feridos e danificam edifícios residenciais
Um novo ataque russo à cidade de Odessa fez oito feridos e danificou áreas residenciais e edifícios administrativos, entre outros equipamentos.
As autoridades ainda estão a fazer um levantamento do número de vítimas e dos danos causados na infraestrutura.
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Noruega promete 200 milhões para apoiar setor energético ucraniano
Em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a Noruega prometeu à Ucrânia 200 milhões para apoiar o setor energético.
A indústria energética ucraniana tem sido um alvo constante dos ataques russos desde o início da guerra, causando apagões em todo o país.
Esta iniciativa vai devolver o acesso a luz, água e aquecimento a “milhões de ucranianos”, sobretudo nas comunidades mais próximas da frente de combate, avança o Kyiv Independent.
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Rússia vai proteger a Coreia do Norte de provocações de outros países
O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, afirmou hoje que a Rússia vai proteger a Coreia do Norte de provocações de outros países.
“Gostaríamos de enfatizar a necessidade de evitar quaisquer ações de provocação contra a Coreia do Norte, que infelizmente continuam, incluindo o reforço das alianças militares entre os Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão”, afirmou Sergei Lavrov durante uma conferência de imprensa em Kuala Lampur, onde participou na cimeira de ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), antes de viajar para Pyongyang.
“Faremos todos os possíveis para proteger os direitos legítimos dos nossos aliados norte-coreanos e evitar qualquer provocação que possa ter consequências graves”, enfatizou.