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Agora sim, chegou o momento. Portugal partiu esta sexta-feira para Palm Beach, nos EUA, onde ficará em estágio durante a fase final do Campeonato do Mundo, depois de dois triunfos em jogos particulares frente ao Chile e à Nigéria, ambos por 2-1. Foi tudo bom? Não. Longe disso até. Mas, sendo um chavão, não deixa de ser verdade: a partir de agora é que conta (e, como acrescentou o capitão Cristiano Ronaldo antes dessa viagem para os EUA, “ganhou-se”). Depois de um Europeu-2024 que soube a pouco e uma Liga das Nações em 2025 que trouxe o terceiro grande troféu internacional da equipa A, a Seleção chega com um dos melhores e mais completos grupos de jogadores para uma fase final em busca do primeiro Mundial da história. Pode ser mais ou menos favorita, pode ser vista como maior ou menor outsider, mas estará por certo na lista de potenciais vencedores da prova. E tudo começa na partida com a RD Congo, na quarta-feira (18h). Nada termina aí mas a forma como a fase final vai começar será muito importante para tudo o resto. |
A matemática é simples. Depois de um 2-1 (Chile) e de outro 2-1 (Nigéria), o primeiro objetivo é um 2+1: três pontos frente à RD Congo para dar outro balanço à campanha, assegurar condições para carimbar esse primeiro lugar na partida com a Colômbia de dia 27 – tendo o jogo com o Uzbequistão pelo meio a 23 – e garantir a melhor posição possível na fase a eliminar onde tudo estará em aberto mediante aquilo que forem os emparelhamentos da fase de grupos… e as cidades onde serão realizados os encontros que se seguem. |
A competição arrancou esta quinta-feira ainda no México, com a equipa anfitriã a vencer uma frágil África do Sul antes do triunfo da Coreia do Sul diante da Rep. Checa. Seguem-se mais duas cerimónias de abertura, no Canadá e nos EUA, antes dos primeiros jogos mais “apelativos”: Brasil-Marrocos (sábado, 23h), Países Baixos-Japão (domingo, 21h), Bélgica-Egito (segunda-feira, 20h) e França-Senegal (terça-feira, 20h), sem esquecer a histórica estreia de Cabo Verde em Mundiais diante da Espanha (segunda-feira, 17h). Ainda na primeira jornada, e depois de Portugal, o destaque vai para o Inglaterra-Croácia (quarta-feira, 21h). Pode acompanhar aqui tudo sobre o Mundial, incluindo o perfil das 48 equipas e as histórias dos 16 estádios. |
Em paralelo, e numa série de especiais preparados, já saiu a primeira das árvores genealógicas de alguns dos jogadores da Seleção. Cristiano Ronaldo tem como antepassados um cardeal, um navegador e uma das primeiras referências do futebol nacional (e do FC Porto) além do já conhecido Henrique Gouveia e Melo. |
Por cá, o Benfica tem (finalmente) o futuro a breve prazo resolvido. Numa longa conferência de imprensa, o balanço da época feito por Rui Costa ficou em grande parte resumido à saída de José Mourinho e posterior entrada de Marco Silva com três garantias: 1) se Mourinho ficasse, Marco Silva não era equacionado; 2) em nenhum momento os encarnados estiveram reféns da decisão do técnico; 3) a nova época não sai em nada abalada e existe músculo até financeiro para superar uma temporada sem Champions. Nos “rivais”, Silas Andersen foi oficializado como quarto reforço do Sporting e André Silva já assinou pelo FC Porto. |

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A Fórmula 1 volta a ter fim de semana de competição depois da passagem pelo traçado citadino do Mónaco onde Kimi Antonelli voou por cima de toda a concorrência. Max Verstappen ficou-se pela primeira volta, Lando Norris e Charles Leclerc desistiram, George Russell acabou fora dos pontos e sobrou apenas Lewis Hamilton para ver o italiano a bater de forma sucessiva a volta mais rápida até à vitória que reforçou a liderança do Mundial. Segue-se o Grande Prémio de Barcelona-Catalunha, com a qualificação este sábado às 15h e a corrida no domingo às 14h. Ainda nos motores, numa fase também marcada pelas 24 Horas de Le Mans, nota para o regresso de Miguel Oliveira às pistas após lesão no Grande Prémio da Emília-Romanha, em Misano, a sétima prova do Mundial de Superbike (corrida 1 no sábado às 14h30, corrida superpole no domingo às 10h e corrida 2 no domingo a partir das 13h depois dos treinos livres esta sexta-feira). |
Ainda nas modalidades, as decisões nos pavilhões continuam ao rubro. Na Liga de basquetebol, e depois do triunfo inaugural do Benfica, o FC Porto venceu na Luz após prolongamento e empatou a eliminatória que vai ter os jogos 3 e 4 no Dragão Arena (esta sexta-feira às 19 e domingo às 17h15, com o jogo 5, caso seja necessário, marcado para quinta-feira às 19h). No futsal, o dérbi entre Benfica e Sporting terá o jogo 1 na Luz esta sexta-feira (21h) e o jogo 2 no Pavilhão João Rocha na terça-feira (21h15). Por fim, no hóquei em patins, o duelo entre encarnados e leões arranca este sábado na Luz (15h), seguindo depois em Alvalade na quarta-feira (20h30). No andebol, a temporada fechou como tinha começado e o Sporting, que teve de ir a prolongamento para bater o Benfica, conquistou pelo terceiro ano seguido o pleno nacional com a Taça. |
Nota final para o Campeonato da Europa de Canoagem em velocidade, que decorre em Montemor-o-Velho até domingo com todas as principais figuras nacionais. Portugal, que tem 26 atletas, cinco dos quais de paracanoagem, parte com o objetivo de igualar ou superar as quatro medalhas da edição do ano passado, em Racice, onde alcançou o ouro com o K1 1.000, o K1 5.000 (Fernando Pimenta) e o K4 500 (Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha) além da prata de Messias Batpista no K1 200. Em paralelo, no ténis, e depois das estreias a ganhar de Alexander Zverev e Mirra Andreeva em Roland Garros, chegam as primeiras finais nos torneios em relva (Estugarda, ‘s-Hertogenbosch e Londres). |
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Eu, a TV e um comando
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O jogo em palavras
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Pódio
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1
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Num Grand Slam onde Alcaraz não esteve e Sinner foi eliminado no início, Zverev aproveitou a oportunidade para vencer Flavio Cobolli e conquistar o primeiro Grand Slam da carreira em Roland Garros.
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2
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A surpreendente final feminina de Roland Garros começou equilibrada, mas Andreeva acabou por dominar o final do primeiro set e o segundo com nove jogos seguidos ganhos (3-6 e 2-6).
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3
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O número três nacional e 119.º da hierarquia impôs-se ao 86.º ATP com os parciais de 7-6 (7-5) e 6-3, em uma hora e 35 minutos, para garantir o quarto título da categoria challenger em sete finais.
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O exclusivo
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Mundial 2026
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Entre a bisavó cabo-verdiana e o avô materno que morreu na Austrália, ascendência de Ronaldo é na esmagadora maioria madeirense – e é daí que nascem as linhagens mais famosas além de Gouveia e Melo.
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Terceiro tempo
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