O título do ensaio de PITT de 30 de dezembro de 2022 era “Que venha 2023: O Ano em que a Maré Virará”. A maré não virou em 2023 nem em 2024, mas começou a virar em 2025, e de forma avassaladora.
A ideologia trans explodiu como um tema incendiário durante as eleições presidenciais nos EUA, e muitos analistas afirmam que foi o factor decisivo para a vitória esmagadora de Trump. Quem é que se esqueceu dos anúncios devastadores: “Kamala é a favor de eles/elas. O Presidente Trump é a favor de vós”? Sim, a maré está a virar com força, mas ainda não virou por completo. Talvez 2026 seja o ano em que essa insanidade finalmente acabe.
Esse movimento ganhou um impulso colossal no dia 18 de Dezembro de 2025, quando o Secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., anunciou restrições drásticas no sentido de proibir a mudança de sexo em menores, declarando sem rodeios: «Isso não é medicina. Isso é negligência médica».
Esperamos que instituições corruptas e complacentes – como a academia, a medicina e a psiquiatria – acordem para a realidade que o resto do mundo já percebeu: os chamados “cuidados de afirmação de género” não são cuidados, não é medicina, nem é ciência. É a mutilação sistemática de crianças vulneráveis, impulsionada por uma ideologia tóxica que erode os direitos das mulheres, devasta vidas inteiras e despedaça famílias.
Essa pseudociência ignora evidências gritantes como a que revela: até 94% das crianças com disforia de género desistem naturalmente ao passar pela puberdade se não forem intervencionadas, mas quando são encaminhadas para bloqueadores de puberdade, quase todas prosseguem para hormonas cruzadas e cirurgias irreversíveis.
Os perigos são aterrorizantes e estão bem documentados: bloqueadores da puberdade causam perda de densidade óssea, infertilidade permanente, depressão agravada, distúrbios emocionais e até supressão do QI, já que interrompem o desenvolvimento neurológico crucial.
Hormonas do sexo oposto levam a riscos cardiovasculares, cancro, trombose e danos hepáticos, enquanto cirurgias resultam em complicações crónicas como infecções, incontinência e perda de função sexual – tudo isso sem resolver os problemas mentais subjacentes, que muitas vezes incluem trauma, autismo ou outros transtornos não diagnosticados. Estudos revelam que, em vez de reduzir o suicídio, essas intervenções podem piorar a saúde mental, com relatos de auto-agressões a aumentar após o tratamento.
Países como o Reino Unido, Noruega, Suécia e Finlândia já abandonaram essas práticas experimentais após revisões sistemáticas que expuseram a falta de evidências de benefícios e os riscos catastróficos.
Cá, em Portugal, os pais precisam resistir à narrativa e às leis aprovadas pelas maiorias de esquerda, que podem até resultar na retirada dos seus filhos caso não aprovem imediatamente a sua autodeterminação de género e o encaminhamento – por parte de um grupinho de “profissionais de saúde” que diagnostica crianças como tansgénero em 10 minutos – para bloqueadores da puberdade, hormonas do outro sexo e cirurgias mutiladoras, e agarrar-se à esperança, mesmo que os seus filhos ainda estejam enredados nesse culto destrutivo. Afinal, e apesar de a avalanche de vitórias contra esse cancro maligno – que tem destruído tantas vidas – nunca ser notícia neste cantinho à beira-mar plantado, a lista é longa:
2025 começou com um terremoto: a ordem executiva do presidente Trump para definir homem e mulher com base na biologia irrefutável, demolindo a confusão ideológica na legislação federal.
Em Fevereiro de 2025, um hospital de Los Angeles – epicentro do progressismo – chocou ao proibir hormonas do sexo oposto em crianças menores de 19 anos, reconhecendo os riscos de infertilidade e os danos ósseos irreversíveis.
Em Março, uma jovem e corajosa deputada democrata da Câmara dos Representantes de New Hampshire rompeu com o establishment para defender os direitos das mulheres contra a invasão predatória da ideologia trans.
Em Abril, o Supremo Tribunal do Reino Unido enterrou o absurdo ao decidir que a definição legal de mulher se baseia no sexo biológico, não em delírios de género.
Em Maio, a revista The Economist, outrora complacente com a agenda trans, defendeu a ciência por trás das políticas de género do governo, expondo como intervenções em menores ignoram evidências de desistência natural e riscos como depressão crónica.
Em Junho, o Supremo Tribunal dos EUA manteve as restrições à transição de género [mudança de sexo] de menores, salvando milhares de crianças de mutilações desnecessárias que levam a arrependimento vitalício e problemas de saúde como trombose e cancro.
Em Julho, a Comissão Federal de Comércio reafirmou a urgência dessas restrições ao investigar as alegações fraudulentas de “cuidados de afirmação de género”, que mascaram danos como infertilidade e agravamento de transtornos mentais.
Em Agosto, o Partido Trabalhista britânico anunciou uma viragem ideológica radical contra o género, admitindo os perigos de intervenções que solidificam a disforia em vez de a resolver.
Em Outubro, J.K. Rowling demoliu Emma Watson com uma resposta épica, destacando como essa ideologia ameaça mulheres e crianças.
Em Novembro, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA divulgou um relatório revisto por pares que desacredita procedimentos pediátricos de rejeição de sexo, detalhando riscos como danos neurológicos e suicídio pós-tratamento.
Em Dezembro, o brilhante Leor Sapir expôs o que os médicos especialistas em questões de género realmente pensam sobre a medicina de género que praticam – alerta de spoiler: eles admitem estar “a improvisar” sem base científica, colocando crianças em risco de infertilidade e disfunção sexual eterna.
Também em Dezembro, um juiz da Califórnia confirmou o direito constitucional dos pais de serem informados caso os seus filhos menores queiram fazer a transição social na escola, combatendo assim o sequestro ideológico.
E para coroar o ano de 2025, Helen Joyce publicou um artigo devastador sobre como tudo isso desmoronará quando a bolha estourar – porque todos sabemos que o fim dessa loucura está próximo.
Então, a maré está a virar?
Sim, está. Aguente firme – a verdade prevalecerá. Se tem um filho ou um ente querido aprisionado nessa insanidade, pode ser agonizante ver e lidar com isso, mas a maré está a virar com a força de um tsunami.
A questão é: O que é que acontece com todos aqueles que foram afectados pelo contágio social, depois que ele passar?
Muitos detransicionam, enfrentando arrependimento profundo, corpos mutilados, infertilidade e batalhas mentais intensas – um lembrete sombrio dos perigos irreversíveis dessa ideologia.
E, se a justiça de facto existir, os transactivistas travestidos de “profissionais de saúde”, que ganham rios de dinheiro à custa de crianças, adolescentes, jovens e adultos confusos, mentalmente doentes e fragilizados, serão acusados de crimes contra a humanidade e pagarão caro por todo o mal que causaram.
2026 chegou!