Há 50 anos, 11 de Março de 1975, Portugal assistiu à tentativa de golpe de estado dirigida pelo general Spínola.

Homem astuto e de uma coragem indelével, cedo percebeu que a esquerda dita democrática depressa levaria o pais à miséria e à ditadura de esquerda que tanto queria combater.

Combatia a descolonização feita à pressa pelo PREC e pelos militares vermelhos do MFA que entregaram de bandeja as antigas colónias a partidos totalitaristas marxistas africanos que tentavam consolidar o controlo dos recém-independentes e que na sua cegueira pela dita libertação das antigas colónias, chegaram ao cúmulo de se posicionaram contra as organizações opositoras nativas.

Estes militares vermelhos, ao contrário do planeado não pretendiam submeter o ultramar ao escrutínio eleitoral, mas sim, fugir às garantias dadas aos portugueses nos tratados de independência, e a descolonização foi aquilo a que assistimos.

O general sem medo ciente da ostracização da direita democrática, dos crescentes conflitos, perseguições, exílios e mesmo mortes, tentou reforçar os poderes para que a crescente extrema esquerda não continuasse a ganhar terreno com o seu ideário marxista.

Inicia-se a hostilidade para com a direita política com intenção de saneamento das forças armadas, nacionalização da banca e expropriação de recursos e sectores produtivos.

Ontem, assistimos novamente a um golpe. A um ataque vil e cerrado da esquerda e esquerda transvestida às instituições democráticas.

Assistimos a uma ostracização do centro direita e direita, tal como há 50 anos atrás.

Assistimos a um ataque ao empreendedorismo, à criação de riqueza e de postos de trabalho, à tentativa de expropriação de recursos próprios, à tentativa de expropriação de heranças e legados, à transparência e à decência de uma vida de trabalho e de merecimento e não de esmola e miséria.

Assistimos ao saneamento de um governo credível, estável e de políticas de contas certas.

O que se assistiu ontem, foi um retrocesso no processo democrático em Portugal. Foi a uma geringonça de esquerda que tenta a todo o custo destruir Portugal. Uma esquerda, aliada à esquerda transvestida, pois os seus ideários miserabilistas marxistas só subsistem na instabilidade política, económica e social.

50 anos depois, Portugal assistiu assim ao saneamento de um governo ganhador. De um governo que em menos de um ano levou pela primeira vez, Portugal a uma estabilidade económica, social e política. O único governo com crescimento económico na zona euro. Tal como há 50 anos a esquerda não pretende que Portugal se torne economicamente estável e saneou  o único governo que nestes anos últimos anos conseguiu fazer acreditar na democracia e inverter a instabilidade económica e social.

Tal como há 50 anos, a esquerda não aceita o escrutínio do povo e saneou, tal como no PREC um governo eleito democraticamente.

É hora de lutar contra o 11 de Março de 2025, é hora de defender as instituições democráticas de quem não respeita a vontade do povo e de todos aqueles que votaram em 9 de março de 2024 na Aliança Democrática.

É hora de lutar contra a esquerda e desmascarar de uma vez por todas a esquerda transvestida de nome Chega, que apenas existe para ajudar a esquerda radical nas suas intenções antidemocráticas e dividir a direita destilando ódio e mesquinhez.  É hora de desmascarar esse albergue de gente sem escrúpulos na esperança de imunidade parlamentar.

É hora de os cravos florirem e não voltarem a murchar!