A pandemia surgiu, de surpresa para todos nós, em 2019. Consultando o site da WITS (World Integrated Trading Solution)(1), como fiz em Junho de 2020, vi que praticamente todos os países tinham já gasto milhões de euros, incluindo Portugal, na compra de testes para covid-19. Os registos desta plataforma WITS, que é parte integrante do Banco Mundial, não mentiam.

O que me suscitou a curiosidade?

O facto de estas compras terem tido lugar em 2017 e 2018. A partir deste ponto entrei num redemoinho de investigação, aprendizagem, choque, interrogação, revolta, indignação. Várias vezes a pergunta “Como foi possível? “, ecoou na minha cabeça.

Hoje só anseio ver gente julgada, condenada e presa.

Todo o processo de fabrico, e disponibilização das  vacinas contra a covid-19, as “eficazes e seguras” que, numa corrida contra o tempo, as farmacêuticas conseguiram “heroicamente” disponibilizar está profundamente inquinado. Parece mergulhado num oceano de mentira, ilusão e descaramento.

Não me vou alongar sobre este aspeto ,senão este artigo transformar-se-ia em quilómetros de informação indigesta.

Vou falar-vos, sim, dessas substâncias que disponibilizaram às sociedades, às quais chamaram vacinas.

Na época quente de 2020-2021, muitos artigos foram censurados, os verdadeiros especialistas foram perseguidos para parece que para serem colocados no seu lugar “especialistas” que obedecessem e apelassem a uma narrativa comum.

Politicamente abençoada, parece-me.

Profissionais amplamente formados em várias áreas de investigação na saúde, foram perseguidos, desacreditados e desconsiderados. Mas não destistiram nunca de passar a informação correta e científicamente válida às pessoas. Em uníssono afirmaram que “isto” (a vacina), não pode ser disponibilizada às pessoas. Hoje defendem, naturalmente, que tem de ser retirada do mercado. Entre tantos destaco o Dr. Michael Yedon (ex-vp da Pfizer, especialista em farmacologia), Dr. Robert Malone (Investigador, médico e bioquímico), Dr. Ryan Cole (Patologista), Dr. Peter A. McCullough (cardiologista), Dr. Aseem Malhotra (cardiologista), e, claro,  muitos especialistas portugueses também apoiaram várias iniciativas neste sentido.

Logo em 2022 foi exibido um excelente trabalho de reportagem, com o nome “Safe and effective: a second opinion”, da Oracle films, narrado por John Bowe. Uma reportagem que pôs a nu a falácia do mantra “eficazes e seguras”, na qual testemunha também o Dr. Aseem Malhotra. Daí para cá as reportagens, e os documentários sobre os efeitos adversos graves e mortes destas vacinas, têm-se multiplicado.

Em Fevereiro de 2021 a própria Pfizer termina um relatório(2) sobre os efeitos adversos da sua “eficaz e segura”, recolhidos após  ter iniciado as campanhas massivas  de vacinação. Em pouco menos de 2 meses, esta farmacêutica identificou e descreveu cerca de 1200 efeitos adversos diretamente associados à sua vacina. Destes destaco: enfarte agudo do miocárdio, AVC, tromboembolismo pulmonar(TEP), embolia(vários tipos), morte, positividade ao vírus JC (agente que provoca uma grave doença neurológica), trombose aórtica, trombose do seio cavernoso ( veias do cérebro), mielite transversa, miocardite, pericardite, ocorrência de síndromes raros, etc.

Vários artigos robustos têm sido publicados. Especialmente desde que as plataformas científicas exerceram menos censura (outro aspeto inaceitável e vergonhoso desta história toda). Um dos artigos em concreto, com  o título “COVID-19 vaccine-associated mortality in the Southern Hemisphere”(trad. mortalidade associada às vacinas covid-19, no hemisfério sul), Rancourt et al, 2023, revela algo assustador para as pessoas mais incautas e desprevenidas.

Quando o li lembrei-me da “operação Reinhard”, ocorrida há mais de 80 anos. Neste artigo os autores levaram a cabo um estudo para perceber o real impacto das vacinas covid-19 na população de 17 países do hemisfério Sul. Na população vacinada destes países identificaram 1.745 000 mortes associadas às vacinas. Um olhar mais desatento parece ser um número aceitável, entre tantos que foram vacinados.

Será?

Para respondermos a esta questão temos de olhar a dois aspetos essenciais:

1. Quantas mortes teve a pandemia, por milhão de pessoas;

2. Quantas mortes são expectáveis ocorrer pela utilização de fármacos

Relativamente ao aspeto número 1

De acordo com a OMS a pandemia causou cerca de 7,1 milhões de mortes.(atualização a 25 de Janeiro de 2026)(3)

Por muito grande que possa parecer este número, deixo uma perspetiva: por ano, há quase 6 milhões de mortes decorrentes de acidentes, por exemplo(4), e 18 milhões de mortes por doença cardiovascular (3). Além de muitos outros exemplos que podia aqui escrever.

Se fizermos as contas a pandemia covid-19 provocou cerca de 888 mortes /milhão de seres humanos no planeta.

Relativamente ao número 2

A utilização de medicamentos comporta riscos. Não será novidade para ninguém. O risco de morte, para a generalidade dos medicamentos, está considerado em 20/milhão(5). Ou seja, em cada milhão de utilizadores, cerca de 20 ou menos,  infelizmente morrerão. Relativamente às vacinas convencionais este risco estará em 2/milhão(5), ou, dados de um artigo mais recente, de 2023, em cerca de 1/milhão.(6)

E as vacinas covid-19?

Partindo da mesma base de cálculo do trabalho supracitado(Rancourt et al, 2023), a proporção do risco de morte das vacinas covid-19, é possível ser calculada em cerca de 3400 mortes/milhão. Segundo os autores, a nível mundial, as vacinas configuram-se como  responsáveis diretas de cerca de 17 milhões de mortes.

De forma mais prática, tendo em conta os dados apresentados, conclui-se que as vacinas contra a covid-19 provocaram cerca de duas vezes e meia mais mortes que a própria pandemia.

Se compararmos este número com a proporção de risco de morte das vacinas convencionais, utilizando a proporção de risco de 2/milhão(5), significa que as vacinas contra a covid-19, têm um risco de efeitos adversos mortais  de cerca de 1700 vezes superior ao das vacinas convencionais.

Por outras palavras, quase que se podia assumir que…Matam 1700 vezes mais.

Qualquer meio terapêutico que provoque  mais mortes do que a doença contra a qual, alegadamente, pretende proteger, e provoca quase 170 000% mais mortes do que o meio terapêutico mais semelhante (vacinas convencionais), é algo que já devia ter sido retirado do mercado há muito tempo.

Apesar de resultar em números difíceis de aceitar, o que apoia esta conclusão?

Aponto três aspetos:

1. O facto de o VAERS (base de dados que registar efeitos adversos relativos, exclusivamente, às vacinas), ter registado, em 2021, o maior e avassalador número de notificações de morte, desde a sua criação. Há mais de 30 anos;

2. O facto de as companhias de seguro, nos EUA, terem registado o maior número de pedidos de indemnização por morte que alguma vez registaram, a partir de 2021. O que obrigou ao um recorde histórico de pagamentos. Estima-se em cerca de 100 mil milhões de dólares(7);

3. O facto de, desde 2023, terem sido publicados vários artigos científicos que apontam precisamente  este aspeto do “excesso de mortalidade”, especificamente a Alemanha, que foi o primeiro que li.  Em Portugal, por exemplo, desde 2021 tem-se assistido , de facto, a um excesso de mortalidade que ronda 10 000 – 12 000 mortes em excesso , por ano desde 2021. (8) . Da mesma forma, em termo de emergência Pré-hospitalar, tem-se assistido a um aumento, principalmente desde 2022, muitíssimo acentuado de Vias verde AVC, aumento razoável de situações relacionadas com problemas cardíacos e paragens cardiorrespiratórias(9).

Retirar do mercado estas inoculações (alguns países e estados dos EUA estão a apontar no mesmo sentido), será, eventualmente, uma emergência. Especialmente se tivermos em consideração que, por muito menos, muito menos mesmo,  vários medicamentos têm sido retirados do mercado ao longo dos anos. O caso do medicamento VIOXX, é um dos muitos exemplos. Foi responsável por cerca de 60 000 mortes a nível global, e vários eventos cardíacos só nos EUA(10).

Atendendo ao que se tem assistido, quase numa base diária, sobre eventos de morte súbita, aumento quase “absurdo” do número de vias verde AVC, enfartes e vários outros problemas de saúde, defendo a retirada do mercado destas vacinas, e a realização de um estudo imparcial, e aprofundado sobre esta realidade.

Não obstante, quanto a mim, estas vacinas deviam ter sido de imediato retiradas logo que a Pfizer identificou os cerca de 1200 efeitos adversos da sua vacina.

Referências
1. https:\wits.worldbank.org;
2. Cumulative analysis of post-authorization  adverse event reports of BNT 162b2 received through 28-FEB.2021
3.https:\www.who.int;
4.https:\injuryfacts.com
5. springer.com
6. COVID-19 vaccine-associated mortality in the Southern Hemisphere, Rancourt et al, 2023, apud Aseem Malhotra, 2022
7. https://insurtechdigital.com/life-and-pensions/us-life-insurer-payouts-hit-record-us-100bn-in-2021-up-27?utm_source=copilot.com
8. INSA, SICO
9.https://extranet.inem.pt/stats/dashboard/
10. Lancet, 2005