Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Dia 565 da invasão, mais um episódio de Guerra Traduzida na Rádio Observador. Vamos começar hoje pela imprensa da Ucrânia. É um trabalho feito a meias pelo jornalista Rui Casanova e pela Tânia Olinyk. Rui, boa tarde mais uma vez. Bem-vindo. A imprensa ucraniana dá destaque ao encontro entre Vladimir Putin e Kim Jong-un.
Kim Jong-un vai mesmo encontrar-se com Vladimir Putin nos próximos dias na Rússia. A informação é confirmada tanto pela Coreia do Norte como pela Rússia e este encontro, esta notícia está em destaque no jornal Pravda. Kim Jong-un viaja para a Rússia através de comboio. Já Vladimir Putin, ao final da manhã, estava perto de Vladivostok, cidade portuária na Rússia, que está a receber por estes dias a oitava edição do Fórum Económico Oriental. E foi aqui precisamente, nesta cidade, onde os dois líderes se encontraram na última vez que estiveram juntos em 2019. Agora podem voltar a encontrar-se nesta cidade russa de Vladivostok. Kim Jong-un e Vladimir Putin, um encontro que pode surgir nos próximos dias. É uma notícia aqui em destaque na imprensa ucraniana, naturalmente também destaque na imprensa da Rússia. Já lá vamos no próximo episódio aqui de Guerra Traduzida.
E Rui, nas últimas horas a Rússia bombardeou nove regiões da Ucrânia.
Sim, como é habitual, o canal ucraniano TSN tem um longo artigo com os detalhes das consequências das explosões em cada uma destas regiões. Houve ataques, por exemplo, em Chernigov, Dnipropetrovsk, na região de Zaporizhzhia e também na região de Kherson. Os mísseis e drones russos atingiram durante a madrugada zonas residenciais. Há registo, por exemplo, de danos em edifícios. Ainda assim, não há vítimas mortais, mas várias pessoas ficaram feridas. Não há ainda números exatos, de acordo aqui com o canal TSN, que cita dados das autoridades ucranianas. Isto porque a situação ainda está a ser avaliada no terreno pelas equipas de emergência da Ucrânia.
A Ucrânia que dá conta de avanços na região de Bakhmut.
Desta feita uma notícia em destaque no jornal Pravda, que cita a vice-ministra da Defesa da Ucrânia. Diz que as Forças Armadas de Kiev tiveram algum sucesso nos últimos dias na área de Klischiivka e Andriivka, na região de Bakhmut. Diz a vice-ministra da Defesa da Ucrânia que os militares conseguiram libertar vários metros quadrados de terreno na semana passada das tropas russas. Afirma mesmo que o exército ucraniano está a empurrar o inimigo para fora das posições e que há assim certos avanços positivos nesta região de Bakhmut. Portanto, dados aqui atualizados no que diz respeito à situação no terreno pela vice-ministra da Defesa da Ucrânia, Anna Malyar, aqui citada pelo jornal Pravda.
E na Ucrânia, Rui, os casamentos diminuíram e os divórcios aumentaram.
São dados do Ministério da Justiça da Ucrânia, aqui citados pelo canal ucraniano TSN. O número de casamentos é quase 20% inferior ao ano passado. Falamos de cerca de 80 mil casamentos até este mês de setembro na Ucrânia. De recordar que, e falámos disso na altura aqui na Guerra Traduzida, no início da guerra, nos primeiros meses, houve um boom de casamentos. Muitas pessoas casaram-se nos primeiros meses de guerra na Ucrânia. Quanto aos divórcios, este ano também aumentaram face ao ano passado. O governo da Ucrânia regista um terço a mais do número de divórcios que no ano passado. Traduzido aqui para números concretos, falamos de mais de 10 mil divórcios este ano face ao ano passado. Os cidadãos ouvidos pelo canal TSN justificam, claro, estes números com as circunstâncias atuais da guerra. Diz que no início muitas pessoas partiram para outros países, claro, fora da Ucrânia. A longa distância também e o fato de estarem muito tempo separados levaram a uma diminuição do número de casamentos e também, por outro lado, ao aumento do número de divórcios. São dados do Ministério da Justiça da Ucrânia, aqui citados pelo canal TSN.
E a notícia que marca o divórcio desta edição de Guerra Traduzida, versão Ucrânia. Já a seguir vamos traduzir a imprensa do lado russo.