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Olha a cabeçada! Gol! Ronaldo!
Não há português que não sinta. Estamos em mais um Diário do Mundial na Rádio Observador. Vamos estar à conversa com o Bruno Roseiro, que é o enviado especial do Observador ao Catar, editor de desporto do Observador. Está por estes dias no Catar para acompanhar esta competição e temos o primeiro dia sem jogos desde que arrancou este Mundial do Catar. Bruno, boa tarde, boa noite. Aí há essa diferença horária. Vamos lá perceber o que aconteceu hoje. Tivemos, para começar, um treino da seleção portuguesa em que o destaque vai para uma ausência no relvado, não é? Ronaldo, que esteve no ginásio.
Sim, que eu diria que era mais ou menos previsível. Ou seja, é normal todos os jogadores que não cumpriram 45 minutos ou que foram suplentes não utilizados e que estejam fisicamente aptos, fazerem este treino. Todos os outros ficam no ginásio, nem sequer os consegues ver. Eu diria que o Ronaldo, apesar de tudo, é diferente. Recordar que ela semana passada já tinha falhado também alguns treinos, por mera medida de precaução e fazendo só trabalho de ginásio. Agora, aquilo que eu registo mais, e eu agora como acabou a questão dos quatro jogos por dia, consigo ter um bocadinho mais de tempo de manhã para fazer as rotinas que eu gosto, que é ler os jornais, sempre pela mesma ordem, ou seja, espanhóis, ingleses, franceses, italianos e depois americanos, brasileiros, argentinos. É sempre a mesma ordem e faço sempre toda esta linha. E acho curioso como, de repente, é quase como se sentissem que Ronaldo é uma presa que está ferida e de repente a imprensa espanhola e a imprensa inglesa, sobretudo estes dois, quase que sentiram isso, cheiraram isso. E agora não há nada também que ele possa fazer, que não seja mais uma atitude de rebelião. Por exemplo, há um exemplo, o Diego Torres escreve no El País um artigo onde basicamente era toda a gente prefere o Gonçalo Ramos ao Ronaldo, inclusivamente António Costa. E António Costa, quando falou na zona mista conosco, claramente não poderia ter tido uma resposta mais política, explicando: "Não, tudo o que é futebol, neste caso a seleção e engenharia, deixo para o Fernandes Santos, tem 26 jogadores de grande qualidade, ele saberá fazer as melhores escolhas e quem serão os melhores 11. Portanto, claramente eu não me meto aí." E daí extrapolou-se para: até António Costa acha que a equipa prefere Gonçalo Ramos a Cristiano Ronaldo. Acho que estamos muito nesse campeonato. Acho que também as intervenções, e pelo que eu estou a perceber, acho que já foram várias, das irmãs nas redes sociais, acho que também não ajuda nada neste plano. Aquilo que eu retiro mais de ontem, eu no programa já expliquei isso, acho que foi um dia fundamental para a seleção, no sentido em que houve uma mudança de paradigma e Portugal a partir de agora, 18 anos depois, deixa de ser Ronaldo e mais 10. Este para mim é o grande marco, é o início de uma nova era. Não há indiscutíveis, Ronaldo também entra nesse lote. E esse é o grande registo que fica. Agora, a grande notícia para mim é Ronaldo ter negado a possibilidade de ir para o Al-Nassr. Não percebendo ainda se ele nega a possibilidade de ir já um de janeiro, se ele nega a possibilidade de ir receber uma fortuna, alegadamente os tais 500 milhões de euros e pagos à cabeça, ou se nega mesmo a transferência para esse clube. Mas essa, para mim, é a notícia, que é: Ronaldo não tem clube, Ronaldo dizia-se que estaria já tudo acordado com o Al-Nassr e agora Ronaldo diz que não. Portanto, Ronaldo é um jogador livre. É a grande notícia que eu retiro. Acho que tudo o resto já está também na altura de começar a seguir um bocadinho à frente, até por uma razão, se Fernandes Santos, ele próprio, assume que há essa viragem de paradigma e que deixou de ser Ronaldo e mais 10 e que ele é um entre os 26, acho que percebendo, como é óbvio, o lado mediático de Cristiano Ronaldo e tudo aquilo que ele arrasta consigo, e aqui no Catar ele é um exemplo paradigmático de como um ícone consegue mover multidões, não por uma seleção, mas apenas e só para o ver jogar. Acho que nessa altura também está na altura de tratarmos Ronaldo como um dos 26, com essa nuance e essa simplesmente é a notícia, é um jogador livre e vai ter que decidir nos próximos dias ou nas próximas semanas, qual será o seu futuro em termos desportivos.
Muito bem. Temos Ronaldo também ainda a marcar a atualidade, pela positiva, pela negativa, por todos os aspetos, e não só em Portugal, mas também na imprensa estrangeira, como referias. Vamos agora olhar aqui para algo que não tem sido muito falado no Catar ou neste mundial. Falou-se muito no início e depois aqui durante a competição não se tem falado muito, que é as temperaturas, o clima no Catar, até porque temos uma notícia, Bruno. Choveu hoje no Catar, primeira vez.
É verdade, mas eu ainda vi o caso. O caso estava mesmo mal parado, porque não era só chuva. Ou seja, na zona norte, que é aquela zona que eu não tenho nada contra, mas é uma coisa que eu só de pensar na possibilidade de Portugal ir fazer as meias-finais, o que seria ótimo, mas eu ter de voltar ao Estádio Al Bayt e Al Khor, é um pesadelo. Ainda por cima o jogo é outra vez às 10 da noite. Portanto, é um pesadelo. Nunca mais me vou esquecer daquele Espanha-Alemanha e da maneira como eu cheguei lá. Ali nessa zona de Al Khor, houve uma espécie de mini tornado, ou seja, isso está no Twitter, é fácil de procurar E chegou a chover granizo, só que era uma vaga que acabou por não chegar a Doha, ou seja, foi diretamente pela zona do Golfo Pérsico. E acabou por não chegar aqui. Ainda assim, em Doha choveu, que foi uma coisa que eu achava que não iria acontecer. E choveu depois de 10h30, 11h da manhã, que eu hoje tive que ficar um pouquinho mais no hotel, porque tive que reformular tudo que são marcações, porque a partir de agora vai ter de ser assim. E porque eu próprio, sou sincero, terceiro mundial, nunca tinha estado um dia de folga. Nunca tinha estado, ou seja, nunca me tinha acontecido, porque em 2010 Portugal foi eliminado nos oitavos.
Sim.
E, portanto, não houve dia de folga, foi viagem de regresso para Lisboa. 2018, oitavos, viagem de regresso para Lisboa. E eu agora nunca tinha tido um dia deste. Portanto, ainda estava a tentar perceber e a tentar organizar-me em termos de logística, mas às 11h da manhã estavam bem mais do que 30 graus e de repente às 15h estava a chover. Mas é uma chuva quase tipo Caraíbas.
Ok.
Ou seja, tu estás a sentir que te está a pingar na camisa, não é propriamente a coisa mais confortável do mundo, mas ao mesmo tempo também não estava propriamente frio.
Sim.
Frio durante o dia, até às 17h30, 18h, só mesmo nos autocarros e nas salas de imprensa.
Posso dizer que aqui em Lisboa está uma chuva mais chata, com frio. E em Portugal tem estado assim nos últimos dias, com chuva e frio.
Sim, aqui a zona do frio polar, às vezes, é centros de imprensa e autocarros que estejam ligados à organização. Isso é garantido. Aliás, a quantidade de pessoas aflitas da gargante e a tossir, é uma coisa monstruosa, é qualquer coisa de fascinante. E mais, há algumas salas que eu já reparei, que têm uma espécie de uns plásticos brancos, que é onde fica a tubagem para o ar-condicionado, e que no início, vamos imaginar, se tivessem 12 desses tubos, hoje já só estão autour de quatro, porque eles foram tirando, porque perceberam que era um iglu. Houve uma zona mista no Bin Ali, que foi do último jogo da Argentina. Eu estava mesmo a sofrer de frio, porque tu depois vens cá para fora e mesmo que a noite esteja um pouquinho mais fresca, de 20, 21, percebes que é uma diferença enorme que existe entre uma coisa e outra.
Muito bem.
Mas pronto, frio só mesmo aqui. Chuva apareceu, acho que foi caso raro, ou seja, até o final da competição, não está previsto que chova mais. Hoje tive essa ligação a Portugal. Aqui também choveu um pouquinho.
Muito bem. Depois, com a chuva pelo meio, estiveste na conferência de imprensa dos Países Baixos, que vão ter esse encontro frente à Argentina. Quais foram os jogadores que apareceram? O que aconteceu nessa conferência de imprensa?
Apareceu o Van Dijk, eu ia lá mais pelo Van Dijk e pelo próprio Noppert, que é o guarda-redes titular, quando toda a gente pensava que poderia ser o Pasveer, do Ajax.
Sim.
Eu basicamente estou numa fase três, nesta altura, onde se conseguir ter tempo para fazer coisas fora, e eu tenho já uma coisa marcada para domingo, por exemplo, que é a segunda-feira de cá, que vai ser muito boa em termos de conteúdo, que é um empresário português que está à frente da maior empresa de distribuição que existe aqui.
Ok.
Que é uma coisa fascinante. Ou seja, nós temos muito aquela coisa Uber, Glovo, etc. Aqui há uma marca que bate tudo e tem essa curiosidade de ser um português que está à frente dela, que é a Talabat. Não há uma única viagem que tu faças a pé, 10 minutos, que não te passe uma, duas, três motas da Talabat. Até porque a Talabat, imagina, tu vais à praia e agora podes ir, porque isto agora é tudo bar aberto, desde que tu tenhas a E-card ou uma acreditação de imprensa, isto dá para fazer tudo, parece um país ocidental, mas não é assim, normalmente. Isto é tudo porque são só as exceções, e muitas exceções que têm vindo a ser abertas. Por exemplo, se estivermos na praia, e estivermos sem fazer nada e se nos apetecer jogar vôlei de praia, podemos pedir à Talabat uma bola de vôlei de praia e vão lá entregar.
Ok, muito bem.
Ou seja, é uma coisa muito mais ampla do que nós temos, que é basicamente comida e pouco mais, e que nasceu, ou seja, tornou-se mais transversal e mais amplo na altura da pandemia, onde o confinamento aqui foi cumprido mais a sério e onde não havia nada que não fosse possível levar a casa, desde medicamentos, ou seja, tudo o que tu possas imaginar, levavam a casa. E essa conversa está marcada para domingo.
Muito bem.
Eu estava a falar nisto da fase três, porque agora é a fase onde é uma questão de tentar aproveitar tudo o que são conferências e treinos, porque já só sobram oito equipas, parece que não.
Sim.
Mas só sobram oito equipas. Hoje Marrocos tinha dia de folga, pura e simplesmente. Marrocos não é propriamente uma equipa muito simpática a nível de fornecer informação no calendário FIFA. Continua tudo em branco até ao jogo com Portugal. De certeza que eu vou ter de descobrir qual será o dia amanhã e se treinam de manhã ou à tarde, se há conferência, etc. Mas para já, nada. Aproveitei para ir à Holanda, para perceber um pouquinho como é que funcionam também as outras seleções a esse nível. E é diferente. Ou seja, primeira diferença Logo no início da conferência, o assessor explica que podem fazer perguntas em inglês, e as respostas também serão em inglês. Peço imensa desculpa, já antecipadamente, porque eles vão receber e responder em holandês algumas questões. Não temos tradução, mas não se esqueçam, podem depois perguntar em inglês, estão à vontade. Houve logo essa diferença. No caso português, por exemplo, os jogadores, apesar de falarem à vontade, praticamente todos, ou se não todos, inglês, só respondem em português. É o normal. E depois é o à vontade com que se faz. Por exemplo, a conferência foi os primeiros quase cinco minutos com o jornalista da NOS, da cadeia de televisão holandesa, só ele a fazer perguntas, mas não era bem perguntas, era quase uma conversa, porque eu não percebendo holandês, as respostas e as perguntas era tudo muito curto e depois riam-se pelo meio. Ou seja, aquilo era quase uma conversa. Depois apareceram as perguntas em inglês. Mais uma vez, Ronaldo também foi referido, neste caso pelo Van Dijk, numa ótica de o Messi e o Ronaldo dominarem as últimas duas décadas do futebol. Isto para explicar a importância também no jogo para a Argentina, etc. Mais uma vez, o Ronaldo é inevitável também não ser referido e esse é o tal legado que ele deixa. E é o tal legado que ele muitas vezes me parece que se esquece que ficará para sempre. Ele não precisa de fazer mais nada, aquele legado ficará para sempre e jogadores como o Van Dijk sabem isso e reconhecem isso em conferência. E no caso do Noppert, foi a curiosidade de ele há dois anos estar na segunda divisão e nesta altura ser titular de uma equipa que está nas quartas de final do Campeonato do Mundo. É uma história e uma viagem muito caricata e garantidamente imprevisível. Ninguém poderia pensar que isto poderia acontecer, mas que ele foi explicando, que tem muito a ver com o trabalho, tem também muito a ver com o Van Gaal e com a capacidade que ele tem de puxar pelos jogadores que não são a opção em determinada altura. E ele explica que isso parece nada, mas faz muita diferença para os próprios jogadores. E depois, claro, está a falar de todo aquele ambiente que nós temos visto. Van Gaal parece um treinador de 30 anos, começou agora. Dança Waka Waka quando chega ao hotel.
Mas já está há muito tempo.
Sim, já lá vai mesmo muito tempo e ele cada vez mais parece um miúdo. Provavelmente, a questão de ter tido aquele problema oncológico também mudou um bocado a perspectiva das pessoas e eu acho que a própria equipa sentiu isso e sentiu essa vitória que Van Gaal teve e a equipa também trabalha com o Van Gaal para lhe dar essa vitória, que seria histórica para os Países Baixos. Vai ser o jogo que eu vou ver no primeiro dia dos quartos. Mais uma vez, os dois jogos só nos deixam ir a um. Há o Brasil, Croácia, Argentina, Países Baixos. Mais uma vez, vou ver a Argentina, mas sempre com essa ideia de que, da mesma maneira como nós hoje vemos o Ronaldo no banco, pode ser sempre o último jogo do Messi na seleção.
Pois, verdade.
E eu acho que isso vai ser um dia histórico mesmo.
Sim, claro. É um mundial com muitas histórias e com muitos factos que podem se tornar históricos nesse aspecto. Há muitos fins de linha neste mundial. Temos que avançar aqui um bocadinho mais rápido, Bruno, antes de irmos à agenda de amanhã. Passar aqui por uma história que me já contaste de um jornalista indiano com quem estiveste hoje e que te contou basicamente como é feito ou como está a acontecer o apoio à seleção portuguesa a partir da Índia, mas na verdade, é o apoio a Cristiano Ronaldo, não é?
Sim, basicamente é mais uma. Tu depois quando sais assim neste tipo de situações, o mais prático é sempre pedires Uber, é sempre o mais rápido para andares de um lado para o outro, a não ser quando tu tens zonas de metro, que não era o caso. Os Países Baixos treinam na Universidade do Qatar. E eu estava a perceber que ele já se estava a chegar muito a mim e que andava ali de volta do telemóvel, portanto ele não devia estar a conseguir chamar Uber. Perguntou-me se eu ia para o QAN, que é onde está o centro de imprensa. Eu disse-lhe que sim, que nesta altura iria para lá e ele acabou por vir comigo e depois no meio da conversa, começou-me a perguntar do Ronaldo, o que ele achava, ter sido suplente, etc. E a certa altura, sacou do telefone e mostrou-me um vídeo, que é um vídeo de uma cidade indiana, que ele também me enviou o nome e que eu irei escrever numa peça que há de sair ainda hoje, onde são pouco mais de 30 segundos, como é que a comunidade daquela cidade que apoia Portugal, porque há outras que apoiam a Argentina e outra que apoia o Brasil, ou seja, só as três maiores são essas, mas a de Portugal, sobretudo, como é que tem apoiado a seleção. E então é o making of da construção de um Ronaldo que terá volta de cinco a sete metros à vontade, um cartaz enorme do Ronaldo recortado, que é uma espécie do ex-libris do ponto onde toda a gente se concentra para ver os jogos de Portugal durante esse campeonato do mundo. Estamos a falar da Índia, de um país que não tem propriamente muita tradição a nível de futebol e de campeonatos do mundo, mas que tem uma adoração enorme por futebol, que também se está a expressar aqui no Qatar, e que neste caso, tem sobretudo uma adoração enorme por Cristiano Ronaldo. Mais uma vez, ele não precisa fazer mais nada, o legado está lá todo.
Muito bem. É de facto impressionante e é para ver também essas imagens em observador.pt, nesse artigo que vai ficar entretanto disponível. Bruno, para fechar, vamos à agenda de amanhã. Temos mais um dia sem jogos. Algum plano do que vais andar a fazer no dia de amanhã?
Sim, a ideia Falcões voa para outro dia, porque estou dependente de Marrocos. Quando eu souber o que Marrocos vai fazer, até porque Marrocos tem outra curiosidade, além de ser o nosso adversário, tem um antigo jogador que tu de certeza absoluta que te lembras, que passou pelo Campeonato Português, pelo Sporting, que é o Naibé. Lembras-te do central dos anos 90? Ele também está ali no staff.
Na comitiva.
Na comitiva. Se conseguíssemos falar com o Naibé, acho que era fantástico, até porque ele passou aquele período de Carlos Queiroz também por Alvalade, portanto também pode falar do treinador português. Conhece bem o futebol português, jogou com o Figo, jogou com o Peixe, jogou com uma série de jogadores internacionais portugueses na altura e depois foi para Espanha, para o Corunha. Quando eu souber a parte de Marrocos, poderei tentar encaixar aqui as coisas. Há conferências sempre interessantes, Brasil e Argentina amanhã. Há uma conferência muito interessante, que poderá ser provavelmente a última conferência antes de um jogo pela seleção croata de Luka Modrić, que vai ser o escolhido pela Croácia para falar. E depois, quando eu conseguir encaixar isto tudo e tendo também ainda um especial para escrever, uma história também engraçada da pessoa mais velha que ainda vai apanhar pérolas todos os dias, que tem 87 anos e já faz isto há 69 anos. Ainda continua a fazer isto, é culturista. Acho que vai valer a pena ler amanhã. Isso vai ser no jornal amanhã. E quando eu souber Marrocos, depois vou me conseguir orientar melhor. Os Falcões provavelmente vai ficar para sexta ou para sábado, porque é em Al Khor. E depois daquilo que eu vi hoje, granizo, tornado, Al Khor agora vai lá ficar sossegadinho uns tempos, que depois eu lá vou ter com os Falcões.
Muito bem. Está feito então o plano para amanhã. Amanhã vamos também ter um diário do mundial. São as histórias e a reportagem do Bruno Roseiro a partir do Qatar, onde decorre este mundial de 2022.
Olha a cabeçada! Gol! Ronaldo! Não há português que não sinta.
