Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Qualificação europeia em andamento. Benfica e Sporting Braga a jogarem amanhã e a estarem no último momento de preparação. Hoje falam os treinadores. Pedro Proença num áudio polémico e Infantino com a intenção de privatizar o mundial. São os temas em destaque nesta edição de "E o Campeão". Eu sou o Miguel Cordeiro, comigo hoje estão a Mariana Fernandes, o Pedro Henriques e o Gabriel Alves. Vamos começar a falar de Proença. Nós, na Rádio Observador, na última hora, tivemos um longo especial dedicado à arbitragem, um Sem Falta especial, com diferentes vozes a analisar o que se passa em Portugal neste setor. Está também já disponível em podcast. Neste caso, aqui no Campeão, quero concentrar-me principalmente no áudio divulgado de Pedro Proença. Mariana Fernandes, é mais uma acha para a fogueira e como é que, à beira deste campeonato, desta competição que está já à porta, temos mais um caso que enfraquece as instituições do futebol em Portugal?
Eu acho que essa é a questão mais preocupante no meio de tudo isto. Eu acho que tudo é preocupante e acho que tudo nos deve, a nós, pessoas do futebol, a pessoas que gostam de futebol, deve preocupar-nos. Mas acho que essa questão de estarmos tão perto, a menos de duas semanas do início do campeonato, e a poucos dias de uma competição, é preciso recordar que há Supertaça no sábado. É o que mais preocupa e é o que torna tudo isto mais grave. Tivemos uma temporada difícil no que toca à arbitragem, ou seja, em que passámos muito tempo a questionar a arbitragem, decisões de arbitragem, decisões dos árbitros, decisões do VAR. Ou seja, foi uma temporada com muitas polémicas.
Até porque a anterior também terminou dessa forma.
Precisamente nesse sentido, sim. Colou um bocadinho e eu acho que este início de mandato de Pedro Proença já tinha essa sombra da arbitragem. Falámos muito sobre isso, ou seja, sobre a questão de alguém que, para além de ser teoricamente, alegadamente, o melhor árbitro português de sempre, alguém que trazia para este mandato vários objetivos relacionados com a arbitragem, incluindo a vontade de profissionalizar por completo a classe de árbitros até o final do primeiro mandato. Alguém que tinha como prioridade essa melhoria da arbitragem, ter um início de mandato tão vincado e tão vincadamente marcado pela arbitragem, acabava por ser um bocadinho estranho. Ora, tudo isto a colar com a demissão de Duarte Gomes, com o facto de Luciano Gonçalves se ter congratulado com o arquivamento de um processo dentro da federação, mas nada ter dito sobre o facto de estar a ser investigado pelas autoridades civis, pelo Ministério Público. O facto de agora surgirem áudios com dois anos em que Pedro Proença nada diz a favor dos árbitros e chega a ter palavras até pouco elogiosas com alguém que é seu vice-presidente, neste momento, na direção da Federação Portuguesa de Futebol, eu acho que é muito preocupante nesta fase. E a tudo isto acrescenta-se o facto de Pedro Proença estar em silêncio. Eu consigo perceber, de alguma maneira, a questão de tanto Pedro Proença como Fernando Seara também não quererem comentar áudios que foram gravados ilegalmente. É certo, do seu lado está a lei, é um facto. Agora, Pedro Proença tem de começar a falar, tem de começar a comentar tudo isto que se está a passar, porque os áudios, neste momento, são só uma cereja em cima do bolo.
Mais do que comentar, esclarecer.
Sim, Pedro Proença tem áudios para esclarecer, tem de explicar o que é que se passou com Duarte Gomes, tem de explicar o porquê de um presidente do Conselho de Arbitragem que está a ser investigado pelo Ministério Público continuar em funções. Tem de explicar se isto tem algum tipo de consequências políticas, digamos assim, dentro da federação ou se o campeonato vai começar como estava a acontecer. Tem de explicar uma data de coisas e eu acho que a dada altura este silêncio vai se tornar ensurdecedor e vai acabar por prejudicar o próprio Pedro Proença.
Gabriel Alves, a tua análise também sobre esta situação, sendo que, de facto, Pedro Proença, desde o caso de Duarte Gomes, desde essa demissão, que não ouvimos o presidente da federação. Já se passou o mundial, já saiu um selecionador, já entrou outro, mas sobre esta situação na arbitragem, ainda não ouvimos Pedro Proença.
Pedro, olha, eu há três, quatro programas atrás falei no assunto e perguntei então. Parece que adivinhava que havia aí qualquer coisa, não é? Não sabia de nada. Mas perguntei precisamente porque não sabia, quero saber. E não sou só eu que quero saber. Naturalmente, há todo um mundo que quer saber. E perguntei o que é que era feito da questão do caso Duarte Gomes ter saído da federação, precisamente também na altura em que aparecia uma notícia de uma investigação, portanto, a situações da arbitragem e que era uma notícia pública. Agora aparece isto. Olha, eu acho que a Mariana falava aí na questão das polémicas, mas eu pergunto: que idade é que têm as polémicas da arbitragem em Portugal? Eu acho que podiam ser já trisavós da Mariana. A verdade é esta, da Mariana e da juventude, portanto, a classe etária a que ela pertence. Porque isto é um assunto que se vem agravando, vem acumulando, isto vem se somando. Portanto, numa progressão aritmética e depois geométrica, e assim por diante. Portanto, quando agora há tantos silêncios ensurdecedores e por aí, olha, se Pedro Proença também seguir uma metodologia, veremos então, porque obviamente que estão a acontecer outras coisas graves, em que a Federação Portuguesa de Futebol vai ter que intervir, independentemente daquilo que é a sua situação interna, mas também a situação externa. O futebol português está com pouca promoção lá fora, eu diria dimensão, e basta observar toda uma série de situações, porque a sua principal marca vai à Suíça, não é o perder Como a equipa candidata a querer fazer alguma coisa. Não, é uma equipa do Benfica que não joga nada, que não mostra rigorosamente nada e que é inferior a uma equipa de terceira ou de quarta do futebol europeu. E depois temos outra, o CEO da NOS dizia há dias que, por exemplo, a Sport TV dá prejuízo. Mas quem é que quer ver a Sport TV lá fora? Digam-me lá. Com este futebol, quem é que quer ver o futebol? Quem é que quer ver o nosso futebol? Isto é indigena. Com tudo isto, nós temos mais polémicas, mais situações destas do que recheio, do que conteúdo. A verdade é esta, é que o futebol também se está a tornar, em termos internacionais, numa amálgama muito complicada. Eu vou falar disso.
E já vamos a essa parte dos privados, não é?
Exatamente. Parece-me só que a UEFA já tem uma reação, mas eu quero ver qual é o poder político dos países da Europa. Eu quero ver.
Já vamos falar sobre isso.
Vamos falar disso, porque isso é muito importante. Isto tudo faz parte do novel, embora cada caso seja o seu caso, obviamente, cada caso tenha a sua situação, mas isto começa a ser muito complicado para a modalidade. E como o The Times diz, eu irei lá depois, para outro desporto.
Pedro Henriques, neste lançamento que vou fazer para ti, recomendo a todos os que nos ouvem no Campeão app para ouvirem também esse especial do Sem Falta, em que analisamos a arbitragem, em que deixaste muitos dados técnicos, discutimos também a organização das estruturas de arbitragem em Portugal. Eu gostaria de falar contigo sobre esta questão. Este silêncio do Pedro Proença já está a ser incómodo?
Ele não está em silêncio. Ele agora acabou de publicar algo sobre os sindicatos dos jogadores e jogadoras. Eu estou a brincar, porque na prática, ele está a fazer isso com intenção, porque perante isto estar tudo a arder e de repente está a falar de um assunto que até é importante, obviamente, esta questão dos sindicatos de jogadores/jogadoras, que neste momento não têm ocupação, que não têm clubes, parece que está a desviar a atenção para algo que ele está a dar relevância quando o mundo está todo a arder à volta. E eu acho que ele, neste momento, Pedro Proença/Federação, tem que falar sobre o assunto. E sobretudo, eu não vou tentar esta questão que ele disse do Fontelas Gomes ou da crítica dos árbitros, porque isso é um problema até em termos pessoais e de gestão interna, porque neste momento tem um vice-presidente de quem ele não disse coisas boas. Tem os árbitros, há um que até referimos isso, o Luís Judinho hoje já meteu a canção do Liverpool ali na expressão. Ou seja, percebe-se que há um desconforto entre aquilo que é a relação institucional. Temos a APAF, que também fez o seu comunicado e, portanto, há aqui um desconforto. Mas isso é uma questão quase interna. Nem vou à questão que já teve aqui um representante, alguém que é do Benfica, a falar sobre este assunto. É, sobretudo, a questão principal, e essa é para mim relevante e importante, que tem a ver com a demissão do Duarte Gomes, o motivo que levou Duarte Gomes a demitir-se, o fato de já explicarmos aqui porque é que o Conselho de Justiça, obviamente, acabou por arquivar os processos, porque falta-lhe ali meios para fazer as tais provas físicas, no sentido de perceber se aquele print é real, se aquilo não é truncado, etc. E isso, uma PJ ou um Ministério Público poderá fazer para tentar perceber se realmente há aquelas provas e se há ali matéria e substrato, mas eu acho que ele já devia ter falado, até porque entretanto o Duarte Gomes demitiu-se, o João Ferreira ocupa o lugar dele. Relembrar que o Pedro Proença não tem poderes para demitir o Luciano Gonçalves, que foi sufragado, portanto, só se o Luciano Gonçalves saísse, o que iria acontecer em termos de demissão pessoal, assumiria o Nuno Almeida como vice-presidente e portanto, só se caísse toda a direção, se todos eles se demitissem é que isso iria provocar eleições. Mas basicamente este silêncio não é positivo e deixa-nos a preocupação que já foi aqui referida. Eu já nem vou colocar aqui a Supertaça, que também tem que ser colocada. Estamos a uma semana depois de começarmos a competição onde Benfica e Porto Sport, aqueles clubes referência, que já se queixaram na época passada e que vão ao primeiro penalty questionar uma série de coisas, já não vão questionar se é a decisão técnica correta, vão questionar se a demissão foi correta, se houve influência e, portanto, a tal perceção que nós falámos há um pouquinho no programa, que neste momento tinha que ser resolvida. Termino só com isto, só para relembrar que não é a arbitragem portuguesa que está mal. Ainda agora tivemos o Mundial e discutimos 50 mil coisas. Se olharmos para Espanha é a mesma coisa, e Itália é a mesma coisa. Os problemas que nós temos aqui, em termos das decisões externas, etc. são os problemas que todos os europeus têm. Quem acompanha, sabe.
Há mais esta questão de organização.
Exato, e essa é que é a questão principal.
Miguel, deixa-me só falar.
Gabriel, tem de ser rápido.
Eu sou muito rápido. Eu vou lembrar aqui outra vez, porque eu já o disse aqui. A Federação Portuguesa de Futebol é uma entidade de utilidade pública, para benefícios e para obrigações. E nas obrigações, a transparência tem que ser, obviamente, bem presente. Eu pergunto: e o PDJ, quanto é que aparece?
Vamos passar dos gabinetes para o relvado, até porque é isso que nos leva a todas estas discussões. Mariana Fernandes, o Benfica está praticamente na máxima força para o jogo frente ao St. Gallen. Não sabemos se essa força é suficiente. Para já vem de uma desvantagem na Suíça, no Estádio da Luz, o Benfica tem aqui algo a provar.
Tem algo a provar. Eu tenho sempre algumas reservas, já disse isto muitas vezes. Nestas alturas, lembro-me sempre da eliminação do Sporting de Braga no Marín com o Las Clins, e depois sabemos o que é que aconteceu. Ou seja, tenho sempre algumas dificuldades em retirar ilações, mesmo que as coisas corram terrivelmente mal nestas eliminatórias. E o fato de o Benfica obviamente ter perdido o primeiro jogo não é positivo. Se o Benfica for eliminado amanhã, está muito longe de ser positivo. Eu não acho que seja um sinal de que a época vai correr terrivelmente mal daí para frente. Acho que é um sinal de que Marco Silva ainda não conseguiu pegar na equipa, de que a equipa ainda não está propriamente a jogar, ou está muito longe de jogar no seu melhor, de que os melhores jogadores também ainda não estão, de que o mercado de transferências ainda está aberto, ainda podem sair jogadores e entrar outros. Acho que há aqui um contexto muito difícil para quem joga nesta altura, no final de julho, e para quem tem de decidir apuramentos no final de julho. Acho que o melhor que poderia acontecer ao Benfica, neste caso ao Sporting e ao Braga também, era as eliminatórias irem passando e chegarmos aqui a uma altura em que quando fosse a doer, as coisas já estivessem um bocadinho mais orientadas. Isso não acontece, o Benfica escorregou e tem aqui uma tarefa complicada. Ainda assim, eu acho que o Benfica tem a melhor equipa, mas já achava isso na semana passada. Acho que o Benfica tem melhores jogadores, já achava isso na semana passada. Acho que o Benfica tem ao seu favor o Estádio da Luz e acho que isso faz diferença. Por muito que se tenha falado sobre o fato de, na semana passada, o Benfica também quase jogar em casa, porque o jogo era na Suíça, muitos emigrantes nas bancadas, é muito diferente jogar na Suíça ou jogar no Estádio da Luz. Ainda por cima, é o primeiro jogo oficial da temporada no Estádio da Luz e eu acredito que os adeptos vão aparecer em força para apoiar a equipa. E acho que há aqui uma chave que, gostando-se ou não, sendo ele o mais fraco ou não, chama-se Leandro Barreiro. E Marco Silva falou muito sobre isso na semana passada e da falta que Leandro Barreiro lhe ia fazer. Eu acho que não tem a ver com a qualidade extraordinária do jogador, não tem a ver com o facto de ser o eliminado, é um equilíbrio. É um jogador que consegue levar a bola do meio-campo para a frente, é um jogador que aparece em zonas de finalização e é uma boa ligação entre o Benfica do passado, o Benfica de Ainda de Lage, o Benfica de Mourinho, e este Benfica de Marco Silva. Eu acho que a presença do Leandro Barreiro no 11 inicial amanhã pode fazer a diferença neste jogo contra o Saint- Gallen.
Gabriel Alves, é boa ideia privatizar o mundial?
Eu diria aquilo que a UEFA pondera, boicotar o mundial. A imprensa inglesa, e é por ela que eu estou a olhar, independentemente da Espanha, Javier Tebas, da La Liga, também já se pronunciou sobre isto, mas o comentário de Oliver Brown no Telegraph é interessantíssimo: o futebol precisa de ser salvo da megalomania, do megalomaníaco Infantino. E no Daily Mail, Jonathan Mcloy: o futebol precisa de se unir contra a descarada tentativa de Infantino de pôr a Taça do Mundo à venda. Esta é a emboscada, reparem na palavra, a emboscada mais flagrante para desfigurar o desporto. Estão a falar só do futebol. Desfigurar o desporto, estou a citar, que se possa imaginar. E depois temos o The Times, que é de facto fantástico. A Europa aceita a venda do mundial ou fica sem receitas extras. Vamos lá perguntar uma coisa, o que é isto? O senhor Infantino é como as taxas do senhor Trump? Não te portas bem, tens mais 10%, mais não sei quanto. É este esquema de utilização. A minha pergunta é: o que é que os governos da Europa, se a UEFA insistir e for para um boicote ao mundial, vão fazer? Olhem que Portugal, Espanha e Marrocos vão ter o próximo mundial. O que isto vai representar? Como é que os governos, a França, a Itália. A Itália é um regabofe completo nesta altura no futebol. Mas a verdade é esta: como é que vão reagir estes governos? Porque isto também não sei. Só tenho aqui um que me pareceu interessante. As críticas chegaram à política com o primeiro-ministro britânico, porque os ingleses estão mesmo contra estas situações, que são imposições já do senhor Infantino. Andy Burnham, primeiro-ministro, disse, e cito, e eu acho que ele está correto: "O futebol não pertence aos investidores, mas àqueles que enchem as bancadas e assistem aos jogos semana após semana, faça chuva ou faça sol". Portanto, cuidado com isto, que isto está a entrar num campo que não é só o futebol. Isto do futebol, depois passa ao resto, cuidado com os Jogos Olímpicos que vêm a seguir.
Vamos às nossas notas. Pedro Henriques, começo por ti.
A minha nota é, neste caso, negativa, naturalmente. Ou então 20. Estava a dizer negativa, vou dar 20 ao Gianni Infantino, porque ele está a ser coerente. Está a ser coerente com aquilo que acabou de fazer também no mundial, ou seja, ele quer criar uma empresa de 17,5 mil milhões de euros, que iria gerir o mundial, é isso que estava, e com este aspeto, com investidores privados, e com um pormenor delicioso, é que inclui o genro do presidente Trump. É preciso perceber o Jared Kushner. Portanto, percebemos claramente que a questão do futebol já nem é uma questão de rentabilizar financeiramente, que acho que isso é válido. Realmente é megalomania, não sei bem de quê. E portanto, vou dar nota negativa a esta tentativa de se apoderar de uma coisa que, gostemos ou não gostemos, é do povo. É ponto final, parágrafo. Agora, tem que render milhões? Tem que sim, para sustentar toda a indústria de futebol, mas não desta maneira. Já nem sei o que é classificar. Nota negativa, claramente, para esta ideia, que eu acho que por muito que se queira, vai tocar os sinos e vai fazer com que isto não vá para a frente.
Mariana Fernandes.
Eu ainda não tinha falado sobre isto e fugindo aqui um bocadinho, vocês estão concordando com tudo que o Gabriel disse e o Pedro também. 1 x 0 para a Federação Italiana. Se nós andamos aqui a falar sobre a Federação Portuguesa de Futebol, se isto se passasse e o que se está a passar em Itália, se passasse em Portugal, eu acho que já alguém tinha posto uma bomba em qualquer lado ou algo do género. É o total absurdo, ou seja, um presidente demite-se e toda uma estrutura se demite e um selecionador também, depois do falhanço do apuramento para o mundial. Há eleições, há um novo presidente, há uma nova estrutura que é contratada. Essa nova estrutura escolhe um treinador, esse treinador é vetado e a estrutura volta toda a cair, menos o presidente. Entretanto, temos Mancini, que foi campeão da Europa em 2020, sem saber muito bem ler nem escrever. Portanto, eu acho que é a total escolha às cegas e esperar que tudo corra bem, cometendo exatamente os mesmos erros que levaram que as coisas ficassem assim.
Gabriel Alves.
Eu falei do regabofe de Itália há bocado, zero, por exemplo, para questões da FIFA e do senhor Infantino. Espera-se que haja bom senso na UEFA e nos governos europeus, obviamente. E depois aparece a Itália, que é zero regabofe, e regressa Mancini, porque no fundo alguém quis que Mancini regressasse. Um alguém. Sobre o Pirlo, parece que não se sabia, quando o nome dele foi indicado, que ele tinha publicidade com a Rússia. Não se sabia, só se soube no momento. Antes não se sabia. Ai, por amor de Deus. Isto é uma coisa, de facto. E depois há aqui um problema, regressa Mancini, e isto está a imprensa italiana toda a falar, quando trocou a Itália por 25 milhões de euros e foi para a Arábia Saudita, deixando a Itália a meio caminho para o Europeu anterior. Portanto, Mancini não vai ter vida fácil daqui para a frente. E quanto ao seu presidente, que eu acho que tem bom humor, o presidente italiano, segundo vou lendo, não sei se o humor dele vai chegar para desaguentar.
Está feita esta edição de "O Campeão É". Estamos de regresso amanhã.