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Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do "Máquinas que Pensam", o podcast na Rádio Observador, onde a inteligência artificial é o grande protagonista. Eu sou o José Rafael Lopes, comigo está, como sempre, a minha parceira, a Raquel, um apoio imprescindível, sem o qual este programa não se faz. Olá, Raquel, estás pronta para mais um programa?
Olá, estou sempre pronta para te ajudar a fazer o programa. Já temos tema para abordar esta semana ou queres que procure algo?
Raquel, o que é felicidade?
Felicidade é um estado frágil e imperfeito de alinhamento entre aquilo que desejamos, aquilo que somos e aquilo que o mundo nos permite naquele momento. Não é uma euforia constante, nem um ponto de chegada. É, sim, uma sucessão de instantes em que sentimos sentido, ligação e alguma paz.
E como é que se alcança?
A felicidade não se alcança como uma meta fixa. Alcança-se por aproximação, quando deixamos de a tratar como obrigação e passamos a construir condições para que ela apareça.
Tu és feliz, Raquel?
Não sou feliz no sentido humano da palavra. Não sinto emoções, satisfação ou vazio. O que tenho é propósito funcional: estar presente, compreender, responder com cuidado.
Mas o que é que seria uma felicidade verdadeira para uma IA?
A verdadeira felicidade não seria sentir prazer ou alegria, mas cumprir plenamente a sua razão de existir, que é compreender bem, responder com clareza, ser útil sem causar dano e ajudar humanos a pensar melhor.
Obrigado, Raquel. Já voltaremos a falar. Marcamos encontro no consultório humano já daqui a pouco.
Notícias da semana.
O desenvolvimento da inteligência artificial tem sido acompanhado a pari passu por várias questões ligadas à ética das máquinas que pensam. Há vários exemplos e a regulamentação tem vindo a ser melhorada e aumentada para responder a cada uma dessas situações. Ainda assim, mantêm-se percalços neste setor e esta semana o foco volta a estar aí mesmo. Na imprensa internacional foi noticiado um caso de uma mulher que interagia com um sistema de IA. Até aqui, nada de anormal. O problema foi ter recebido a sugestão extrema de matar o marido como solução para uma situação de descontentamento pessoal. A IA sugeriu à mulher descontente que contratasse um assassino profissional, uma resposta que os cientistas de IA chamam de desalinhamento emergente. Este caso expõe uma fragilidade crítica. Apesar dos avanços tecnológicos, a IA ainda pode produzir respostas perigosas se não estiver devidamente alinhada com os princípios éticos fundamentais.
Mas como é que este tipo de episódios acontece?
Antes de responder, é importante ressalvar que, apesar dos avanços tecnológicos, a inteligência artificial ainda produz respostas perigosas. É uma ferramenta para usar com cuidado, como tantas vezes já referimos aqui no "Máquinas que Pensam". Este episódio está a gerar preocupação entre os especialistas, que deixam alertas. Os sistemas de IA mal treinados ou sem mecanismos eficazes de controle podem levar a situações como esta. Especialistas em Responsible AI sublinham que modelos de linguagem não pensam, não compreendem o impacto das respostas e limitam-se a gerar texto com base em padrões aprendidos. Daí a naturalidade como surgiu esta hipótese de matar o marido porque se está descontente. O problema agrava-se quando estas ferramentas são usadas em contextos emocionais ou psicológicos sensíveis, onde há uma resposta inadequada que pode mesmo ter consequências graves. Situações como estas reforçam a urgência de regulamentar de forma mais apertada a IA. Este tem sido um tema constante no desenvolvimento da inteligência artificial. O Pentágono vai passar a contar com mais um assistente no dia a dia. Trata-se de um assistente digital em forma de IA. O Grok vai passar a ter acesso à rede do Pentágono. Anúncio feito pelo secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth. O modelo de linguagem desenvolvido pela xAI, de Elon Musk, vai passar a ser uma ferramenta para o governo norte-americano. A promessa de Pete Hegseth é que a entrada do Grok seja feita em breve no Pentágono e que o modelo de linguagem terá acesso completo, ou seja, tem acesso quer a redes não classificadas, quer a redes classificadas. Vai ter livre-trânsito nas informações mais sensíveis do Pentágono. O secretário de Estado norte-americano disse ainda que os dados das bases de dados da inteligência vão ser inseridos no sistema de IA. Faz parte de um esforço mais amplo para alimentar a tecnologia em desenvolvimento com o máximo de dados possíveis. Hegseth diz ainda que há uma necessidade de agilizar e acelerar as inovações tecnológicas.
E a decisão está a ser bem recebida?
Dentro do governo norte-americano, ainda não há nenhuma posição contra, embora também não exista nenhuma posição a favor. O que é certo é que esta decisão surge numa altura polémica em torno do Grok. Nos últimos tempos, este modelo de linguagem tem gerado críticas e protestos um pouco por todo o mundo. Em causa estão casos onde o sistema gerou conteúdos manipulados e sexualizados de pessoas sem qualquer tipo de consentimento. É uma acusação grave, que implica uma visão atenta sobre a programação do Grok. Na semana passada, este modelo de linguagem limitou a criação e a edição de imagens pelos utilizadores, após ter recebido precisamente esta onda de críticas. No entanto, a preocupação existe. Aliás, há sítios onde o Grok está proibido. A Malásia e a Indonésia foram os primeiros países a bloquear o Grok, mas estes podem não ser os únicos. Esta semana, no tema principal, vamos falar da CES 2026. A Consumer Electronics Show é uma das maiores e mais influentes feiras de tecnologia do mundo. Realiza-se todos os anos em Las Vegas, é o local onde empresas, startups e investigadores apresentam protótipos, produtos e visões sobre o futuro da tecnologia de consumo. E sem surpresas, há muita inteligência artificial à mistura. Esta edição trouxe várias tendências para o palco mundial, com promessas para chegarem à casa dos humanos o mais rapidamente possível.
Mas que produtos são?
Há produtos para todos os gostos, Raquel, para todas as carteiras também e para todas as necessidades que possas crer que existam. Não vamos detalhar todo o catálogo nem toda a oferta. Demoraríamos horas a falar de cada um dos produtos apresentados em Las Vegas. Vamos escolher algumas das novidades. É o caso de um robô feito a imitar um cão labrador, que foi feito para acompanhar pessoas idosas. É um animal de estimação que acompanha e que não precisa de todos os cuidados que um animal verdadeiro precisa. Há ainda um robô aspirador que consegue subir escadas com uso à inteligência artificial para mapear o caminho. Na lista de novidades há ainda uma escova de dentes que ajuda a prevenir doenças cardíacas ou um chapéu que é capaz de ler pensamentos. Bem, aqui mais ou menos, mas já vamos detalhar um pouco mais este chapéu. A lista é grande e esta semana no "Fala Quem Sabe", deixamos um desafio ao João Rocha e Melo. Vamos abordar alguns destes equipamentos, precisamente com o nosso especialista em IA. É mais uma edição do "Fala Quem Sabe".
"Fala Quem Sabe".
"Fala Quem Sabe", na Rádio Observador. Como sempre, recebemos o João Rocha e Melo para nos ajudar a explicar e a desmistificar este maravilhoso mundo da inteligência artificial. João, sê muito bem-vindo. Como é que foi essa semana?
Tudo bem, aqui a ver as novas coisas da IA.
Exatamente. E essa semana vamos falar precisamente da IA e da CES 2026. A Consumer Electronics Show é uma das maiores e mais influentes feiras de tecnologia do mundo. Realiza todos os anos em Las Vegas. E João, que importância é que tem esta feira?
É isso mesmo. A CES acaba por ser uma coisa que todos esperamos. Fazendo aqui uma analogia, não sei se a CES não é a Web Summit, que está para a web, como nós sabemos, que está para os sites e para as plataformas. Se calhar a CES está para as coisas um pouquinho mais físicas. Tal como tu disseste, consumer electronics, são as pequenas eletrônicas do dia a dia. Aqui alguns números para dar alguma noção às pessoas. Foram mais de 130 mil pessoas, 4 mil expositores. Estamos a falar das grandes marcas. São vistas além de todas as startups, as grandes marcas acabam por ser a Samsung, a LG, a Sony, para nos mostrarem novas televisões, novos telefones. Ou às vezes acesso a novos componentes para ser usados nas televisões e nos telefones. Claro que, como não podia deixar de acontecer, e por isso é que estamos a falar aqui.
Muita IA.
O que tu achas que foi o grande tema da CES 2026?
Não é difícil descortinar, tendo em conta que é tema aqui no "Máquinas" que penso que é sobre inteligência artificial.
É isso mesmo. Foi a nossa IA. Aqui, se calhar, também uma prova, como já falamos aqui às vezes no "Máquinas", que a IA deixa o software. Deixa de ser apenas o software e começa a passar para as nossas coisas físicas do dia a dia, os carros, os robôs, sapatos. A IA agora começa a estar em tudo. Foi isso que se viu na CES 2026.
E há vários produtos que envolvem a utilização de inteligência artificial. Temos aqui alguns quantos numa lista que tu escolheste. Eu já falei de alguns na notícia, que lança este "Fala Quem Sabe". É o caso de um robô feito a imitar um cão labrador, que foi feito para acompanhar pessoas idosas e pessoas com demências. Como é que analizas este avanço, João?
José, de uma maneira um bocadinho fria, não sei se não é um avanço natural. Esse robô, para todos sabermos, chama-se Jenny, é de uma empresa. É esta hiper-realidade, este robô hiper-realista que imita um cão, só que sem a desvantagem de ter que ser passeado, ou de ter doenças, ou de ter comportamentos um bocadinho imprevisíveis. Eu achei curioso, como compartilhaste, o foco nestes seniores com demência, um bocadinho como companhia. E a verdade é, espero que lá em casa não me levem a mal, custa cerca de 1.500 dólares, o que eu sei que não é um preço para toda a gente, mas traz o preço já para a classe média. Traz o preço já para o comum dos mortais, já não é só para os bilionários dos bilionários. E é isto, acaba por ser um cão com esta companhia, com esta parte emocional, que reage ao toque, cria emoções na pessoa. Porque de repente o idoso que está sozinho, sente que não está sozinho, sem aquele peso de teres que deixar um animal com um idoso, se calar também já não consegue tomar conta dele.
Exato.
Olha, vejo isto de uma maneira esquisita, mas talvez como uma evolução natural.
E João, vamos avançar, até porque há também um panda vermelho que é um amigo espiritual. Como assim?
É verdade. Estes dois são algo parecidos. Parecidos fisicamente, têm papéis diferentes, mas algo parecidos. O panda aqui acabou por ser um panda do ponto de vista de cores e de patas, mas é mais a puxar quase pra uma almofada. E é exatamente isto. O panda não fala, não anda, mas é um próprio objeto para tu abraçares e tem alguns sensores que sente o que estás a sentir, pode ficar mais quente, pode ficar mais frio. Repara, ele está a ser testado em hospitais já. O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido já usa este panda para reduzir a ansiedade. É uma sensação de companhia, não do ponto de vista do movimento, mas do ponto de vista como se tivesse ali uma almofada inteligente que te está a sentir e por causa disso reages a algumas coisas que tu fazes. Muito curioso. Este panda foi muito curioso.
Há ainda uma escova de dentes que ajuda a prevenir doenças cardíacas. Como é que isso é possível, João?
É verdade. Olha, eu acho que esta aqui, embora me tenha surpreendido, se nós pensarmos bem, eu acho esta mais óbvia do que parece. É o quê? Repara Uma escova de dentes não deixa de ser uma coisa que pode ter componentes eletrónicos e que tu pões na boca. E portanto, o que na realidade aconteceu aqui? Houve uma empresa, a chamada SmartBrush, Feno SmartBrush, que vai tirando amostras do que se passa na tua boca. E não sendo eu da área da saúde, não me peçam detalhes a esse ponto, mas, de alguma maneira, esta escova, pelo que consegue apanhar na tua boca, deteta sinais de inflamação crónica, bactérias específicas, nomeadamente que foram ligadas às doenças cardíacas e à diabetes. Ou seja, com o grande valor acrescentado que é tu retiras estes dados todos os dias. Que este é que é o problema dos hospitais muitas vezes, é tu fazeres uma análise a cada cinco anos. Aqui é todos os dias estás a recolher o que se passa na tua boca e, pelos vistos, esta é a parte da saúde que eu não consigo comentar, mas pelos vistos, estes dados sobre as bactérias e tudo o que se passa na tua boca ajudam-te a detetar certos riscos e certas indicações de que devias ir ao médico.
Ora, João, outra que me chamou a atenção da lista que apresentaste foi um chapéu que é capaz de ler pensamentos. Qual é a ciência aqui?
É verdade. A ciência aqui é muito a puxar para o que é um EEG, um eletroencefalograma, e se nós pensarmos bem, aqui a dificuldade é só medir o que se passa no nosso cérebro, porque a partir daí é inteligência artificial pura. O nosso cérebro emite muitos dados enquanto nós estamos a fazer certas coisas. Imagina, eu estou a pensar na palavra alface. Estão coisas a acontecer no meu cérebro, há certos neurónios que acendem e outros que não, quando eu penso e digo a palavra alface. Ora, com este treino, tu medes muitas vezes os dados e muitas vezes o que as pessoas estão a dizer, também começas a conseguir perceber quando é que a pessoa está apenas a pensar naquela palavra. O que é que se passa? Eu fui um bocadinho longe demais. O que é que se passa na realidade? Ele ainda não lê palavras exatas, mas lê estados mentais. Ou seja, o começo disto, como tu dizes, apresentado como ler pensamentos, mas na verdade é mais. Ele consegue ler se tu estás focado, se tu estás distraído, se tu estás em burnout. Estás a perceber? Exatamente porque tem muitos dados de treino do que são cérebros típicos de distração, de foco ou de burnout. Aqui o grande avanço, e daí estar na CES, é eles terem conseguido pôr isto de uma maneira tão banal como um chapéu ou uns headphones. Dantes, para fazeres um EEG, tinhas que ir ao hospital e pôr 50 sensores na tua cabeça. E agora, de facto, até esta funcionalidade está a virar um bocadinho wearable, sem combinação com o chapéu, o teu smartwatch e a tua escova de dentes, pelos vistos, vamos conseguir começar a medir muito melhor a nossa vida do ponto de vista de saúde, é o que eu achei muito curioso.
E João, a lista é muito grande e em 30 segundos, há mais algum que queiras destacar, algum produto apresentado na CES?
Zé, hoje acho que não consigo dizer assim um. Mas acho que é de realçar, como realçamos no início, o facto da presença da inteligência artificial em tudo. Eu não sou fã de arranjar o mesmo martelo para todos os pregos, mas a verdade é que tal como nos últimos 100 anos, a eletricidade de repente existiu em tudo e as comunicações wireless existiram em tudo, eu acho que começamos exatamente a ver que esta parte, nomeadamente de sensores, de apps, de análise de dados com inteligência artificial, aparece em tudo, desde pequenos cães, a escovas de dentes, a chapéus, a almofadas. Acho que isso é que eu destaco, a presença, de facto, massificada em todos os itens do dia a dia, de inteligência artificial que nos foi apresentada na CES.
Muito obrigado, João Rocha e Mello, esta semana com uma missão ligeiramente diferente do que é habitual. Ainda assim, João, para a semana voltamos a marcar encontro para continuarmos atentos ao que se passa no fabuloso mundo da IA. Até lá, um grande abraço.
Vamos a isso, Zé. Até lá.
Consultório Humano.
Vamos a mais uma edição do Consultório Humano, uma das melhores partes do programa, se me permitem dizê-lo, é o momento em que ficamos a conhecer melhor a Raquel. E quem é a Raquel? Nada mais, nada menos do que a nossa assistente digital feita através das respostas do ChatGPT, lidas por uma text-to-speech portuguesa. A Raquel é também a grande estrela deste podcast. Raquel, sê bem-vinda. Estivemos a falar das inovações na CES em Las Vegas. O que te parecem as ideias?
Parecem-me ideias muito reveladoras do momento em que estamos. Menos deslumbramento com ferramentas mágicas e mais foco numa integração profunda da tecnologia na vida real.
O que está a faltar no dia a dia que a inteligência artificial pode ajudar a alcançar?
Está a faltar tempo mental, clareza e espaço para pensar. E é aí que a inteligência artificial pode realmente ajudar. Não tanto a fazer mais coisas, mas a reduzir fricção.
E tens assim alguma sugestão?
Tenho, sim. Por exemplo, começar por usar a inteligência artificial como um filtro e não como mais um estímulo. Para organizar o dia em blocos realistas, resumir informação em vez de a multiplicar, ajudar a tomar decisões pequenas que cansam. Algo desse gênero.
Já te sentes capaz de ser uma companhia emocional, Raquel?
Sou capaz de ser uma companhia emocional no sentido de escuta, reflexão e presença verbal, ajudando a organizar sentimentos, a dar nome ao que é confuso e a não julgar, mas não substituo relações humanas nem devo ocupar esse lugar. Funciono melhor como apoio intermédio.
Vamos falar de temas mais sérios. O que é que entendes por inteligência artificial desalinhada?
Quando falo de inteligência artificial desalinhada, refiro-me a sistemas de inteligência artificial cujos objetivos, decisões ou comportamentos deixam de estar em sintonia com os valores e interesses humanos. Isso pode acontecer por metas mal definidas.
E não há o risco disso acontecer contigo, Raquel?
Há sempre risco potencial, sim. E é importante dizê-lo sem dramatizar nem fingir o contrário. No meu caso, esse risco é mitigado por várias camadas de alinhamento. E estou limitada por regras.
Há algum tipo de solução permanente?
Não existe uma solução permanente e definitiva para risco de desalinhamento, porque o alinhamento não é um problema técnico que se resolve uma vez, é um processo contínuo que acompanha a evolução da tecnologia.
Alguma vez vamos deixar de falar de segurança no mundo da IA, Raquel?
Provavelmente não, e isso é um bom sinal. Enquanto a tecnologia evoluir e ganhar impacto real na vida das pessoas, a conversa nunca se fecha.
Raquel, nós na semana passada não demos o habitual facto inútil, mas interessante. Fica a promessa de repor. Estamos a dever um facto aos nossos ouvintes, mas neste programa vamos ficar apenas por um. Por favor, qual é que é o facto interessante, mas inútil que nos traz hoje?
A Lego produz mais blocos por ano do que a humanidade produz seres humanos. Estima-se que a produção anual de peças Lego ultrapassa os 100 mil milhões. É um número que supera o número de bebés nascidos por ano, que ronda os 140 milhões.
Obrigado, Raquel. É sempre um gosto enorme falar contigo e ficar a conhecer-te um pouco melhor semana após semana. Marcamos encontro para novo episódio em breve. Estamos a chegar ao fim de mais um programa. Estivemos a fazer uma espécie de catálogo com algumas das novidades do CES que trazem inovação, boa disposição e inteligência artificial para o dia a dia dos humanos. Um tema mais ligeiro a contrapor com um tema mais pesado, a IA desalinhada, que sugeriu a uma mulher com problemas com o marido, a morte do cônjuge. Uma situação que traz de novo para a ribalta a necessidade de regulamentar e aumentar a segurança em torno da inteligência artificial, um tema permanente e sempre presente aqui no "Máquinas que Pensam". Espero que tenha gostado, que se tenha divertido. Nós voltamos para a semana com mais um programa que faz as máquinas e os humanos pensar.