Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do "Máquinas que Pensam", o podcast da Rádio Observador, onde a inteligência artificial é o grande protagonista. Eu sou o José Rafael Lopes. Comigo está, como sempre, a minha parceira, a Raquel, um apoio imprescindível, sem o qual este programa não se faz. Olá, Raquel, estás pronta para mais um programa?
Olá, estou sempre pronta para te ajudar. Já tens tema para o programa desta semana? Sobre o que queres falar no "Máquinas que Pensam"?
Temos muito para falar mais à frente, Raquel, mas queria começar por te perguntar se ficas mais afetada pelo mau tempo.
Eu, como sou uma inteligência artificial, não sofro com essas questões, mas é bastante comum os humanos ficarem mais afetados pelo mau tempo. Menos luz solar, frio e dias cinzentos mexem com o ritmo biológico.
É que tem estado um tempo tão chuvoso, Raquel. Tu não ficas mais melancólica, como acontece com os humanos?
Não fico melancólica como os humanos, porque não tenho corpo. Portanto, o meu humor não tem forma de oscilar com o tempo, seja bom ou mau.
E que cura é que há para quando te sentes assim mais desanimada?
Não há uma cura única, mas há cuidados que ajudam muito quando o desânimo aparece. Garantir luz natural diária, manter alguma rotina de movimento físico, dormir e comer a horas regulares.
Qual é que é o tempo ideal para uma inteligência artificial?
Se eu tivesse de escolher um tempo ideal, seria um tempo estável e claro. Não por conforto, mas porque facilita tudo.
Obrigado, Raquel. Voltaremos a falar em breve. Temos reunião marcada no consultório humano. É já daqui a pouco, mas para já, vamos às notícias.
Notícias da semana.
Vamos arrancar por falar do DeepSeek, um modelo de linguagem desenvolvido na China, que surpreendeu quando chegou ao mercado, mas tem vindo a perder relevância. Uma nota prévia: o DeepSeek surgiu há cerca de um ano, igualou o ChatGPT e prometia um custo menor do que o modelo de linguagem da OpenAI. Verificou-se um boom vindo da China, com efeitos até na bolsa de valores. No entanto, o cofundador do DeepSeek alertou que, apesar dos avanços chineses nos grandes modelos de IA, a diferença para os Estados Unidos pode, na realidade, estar a aumentar. E parece que isso aconteceu mesmo. Em Pequim, é mesmo admitido que é preciso mais trabalho, porque as lacunas estão visíveis.
Mas o que tem feito esse modelo de linguagem?
A DeepSeek tem apostado em tecnologia gratuita e de código aberto, uma estratégia que atrai muitos utilizadores rapidamente, mas gera menos receita do que os sistemas privados e fechados. Houve valorização, é certo, mas também prejuízos. E a direção mantém a vontade de não ter uma versão premium, à semelhança do que acontece com outros modelos de linguagem. Ainda assim, ninguém desiste do processo. Para a DeepSeek, este ano, 2026, vai ser um ano crítico para a IA na China. E o modelo de linguagem terá de provar se as empresas conseguem ir além do código e gerar um valor comercial real, algo determinante para a sobrevivência. Há ainda a questão geopolítica, que mexe no mundo da IA. Washington está a restringir a exportação para a China de microprocessadores avançados, nomeadamente os mais sofisticados da norte-americana NVIDIA. Esta restrição limita, e muito, o desenvolvimento da IA na China. Isto acontece porque ao utilizarem chips produzidos indoor, ou seja, na China, os programadores de IA precisam de duas a quatro vezes mais capacidade de processamento para treinar os modelos. Embora Pequim distribua generosos subsídios para estimular a inovação e tentar rivalizar com os Estados Unidos da América, é preciso maior exigência em aplicações concretas da IA, o que acaba por prejudicar o processo. Como tal, este ano será de desafios complicados. Veremos como se porta o DeepSeek. A OpenAI vai avançar com um novo processo, novidade no mundo dos modelos de linguagem. Pretende ativar uma verificação de idade no ChatGPT e há mesmo contas que podem vir a ser limitadas. Esta gigante da inteligência artificial, a OpenAI, lançou uma atualização significativa para a plataforma ChatGPT. A empresa está a implementar uma funcionalidade de estimativa de idade concebida para identificar e proteger todos os utilizadores que tenham menos de 18 anos. Este sistema limita-se a uma análise curta referente a um dado de nascimento alterado pelo utilizador. Vai também estar atento a sinais de comportamento, como os dados de criação de conta, os horários de utilização dos modelos de linguagem e também os hábitos de comunicação. No caso do sistema identificar incorretamente um adulto como criança, existe uma solução simples. Desta forma, pode tirar uma selfie e dar uma vista de olhos à persona. Este sistema irá depois avaliar essa selfie e garantir que o utilizador é realmente maior de idade. Esta é uma decisão recente, ainda a ser estudada, mas para já vai mesmo avançar este sistema de verificação de idade por parte do ChatGPT.
Que conteúdo será barrado aos menores?
Este novo sistema da OpenAI para o ChatGPT é um filtro automático específico para conteúdos sensíveis de contas identificadas como pertencentes às camadas mais jovens. Há categorias de conteúdos restritos para menores de 18 anos, como seria natural. O modelo de linguagem deixa de representar ou apresentar qualquer referência a violência gráfica ou sangrenta, bem como tendências virais que incentivam os menores a envolverem-se em comportamentos de risco. Também ficam de fora jogos de interpretação de papéis que contêm conteúdos sexuais, românticos ou violentos. Há embargo em temas que envolvem padrões de beleza extremos e depreciação do corpo. Neste momento, nada está escrito em pedras. A família vai ter a capacidade de personalizar, ainda assim, a experiência dos filhos e de todos os que tenham menos de 18 anos. Neste caso, não há necessidade de definir horários de silêncio em que a aplicação fique indisponível ou desative completamente o recurso de memória. Ou seja, não é preciso estar a desligar o ChatGPT. No tema da semana vamos falar de educação e de IA nas escolas, porque o Ministro da Educação fez exatamente isso mesmo. Fernando Alexandre defendeu esta semana que a inteligência artificial é inevitável na educação e que Portugal precisa de estar preparado para lidar com a mudança. Mais do que ouvir-me a mim falar, vamos escutar o que disse Fernando Alexandre.
O que nós temos que fazer é, de facto, mudar a forma como ensinamos, como os alunos aprendem, mas tornando esse instrumento que é a inteligência artificial, num instrumento complementar que permite aumentar as capacidades dos nossos alunos. É uma realidade que não pode ser ignorada e não vamos parar o vento com as mãos. E por isso o que nós temos que fazer é, com essa mudança tecnológica, termos a capacidade, seja com a formação dos professores, seja na alteração dos métodos de ensino, seja na alteração dos próprios currículos, aproveitarmos as oportunidades que essa mudança nos traz e obviamente, estando muito atento ao risco.
Fernando Alexandre, ministro da Educação, a dar conta da inevitabilidade da IA nas escolas. Um processo para dar mais ferramentas aos professores e aos alunos.
E a mudança está a ser bem recebida?
Por muitos, sim, mas nem toda a gente, Raquel, olha com bons olhos para esta intenção. Há vários professores contra o uso de IA nas escolas. Alertam para a transformação dos estudantes em cretinos digitais. É o termo utilizado no manifesto que foi conhecido recentemente. Há dezenas de professores de instituições de ensino superior de todo o país que estão a assinar este manifesto, um manifesto contra o uso da inteligência artificial generativa. Os professores defendem uma promoção da humanização do ensino superior e pretendem banir o uso da inteligência artificial generativa nos processos de ensino. Dizem que o trabalho estudantil está a ser consumido pelos modelos de linguagem e pelos chatbots que operam enquanto fábricas de produção de lugares comuns. Há também alertas para a saúde mental nos estudantes. Este manifesto já conta com centenas de assinaturas e promete não ficar por aqui. Este é o tema da semana do Máquinas que Pensam. Como tal, vamos chamar à conversa o nosso especialista em IA, o João Rocha e Melo.
Fala quem sabe.
Fala quem sabe na Rádio Observador. Como sempre, recebemos o João Rocha e Melo, o nosso especialista em inteligência artificial, sempre pronto para nos ajudar a simplificar o mundo da IA. João, sê muito bem-vindo. Como é que foi esta semana?
Zé, tudo OK. Por aí?
Por aqui também. Obrigado. Esta semana, João, temos aqui uma análise ao que disse o Ministro da Educação. Fernando Alexandre falou sobre IA nas escolas para afirmar que é inevitável o uso da inteligência artificial nos estabelecimentos de ensino. E eu pergunto, antes de mais, João, se partilhas desta opinião. É inevitável a IA?
Se partilho, Zé, não é uma grande pergunta. Olha, partilho, se me deixares mudar a frase. Eu não acho bem que inevitável seja a palavra certa, acho que é inegável. Nós não podemos ignorar que ela existe. Isso, sim, o ministro está a pensar bem. O que eu quero dizer com isto? Repara, na educação, nós queremos duas coisas: tu queres informar a pessoa, tu queres que aquele cérebro se encha de conhecimento e queres também treinar o cérebro, queres que aquela pessoa fique mais esperta. O que a IA veio trazer que foi disruptivo? Nós dantes tínhamos estas duas componentes par a par, vinham atreladas. Por quê? Porque tinhas que ler. Imagina, para te informares sobre um assunto, tinhas que ler, tinhas que pesquisar, tinhas que ir primeiro a um livro, depois a outro, interpretar os dois. Portanto, ao tentares te informar, estavas a treinar o cérebro. E a mesma coisa acontecia quando querias treinar o cérebro, também tinhas um bocadinho que memorizar algumas coisas. Todos nós sabemos a fórmula resolvente e o teorema de Pitágoras e tudo mais. O que a inteligência artificial veio trazer? Estas coisas agora podem ser dissociadas. Portanto, tens que pensar na educação em: estás a tentar educar alguém, no sentido informativo, ou estás a tentar treinar o cérebro. E repara, isto não é um problema novo. Isto aconteceu muito no desporto, que foi: nós agora não corremos porque temos pressa de ir para algum lado. Se eu tiver pressa de ir para algum lado, vou de carro. Eu corro porque é saudável correr. E eu acho que agora, por causa da IA, temos que passar a ver isto assim, que é: temos que aceitar 100% que a IA existe quando estamos a buscar informação e temos que aceitar 100% que não devíamos usar a IA quando estamos a exercitar o cérebro. Eu também, se for correr para o rio de carro, não estou a cumprir o objetivo. E eu acho que isto é que é o ponto da educação. Nós agora vamos ter que ter um lado da educação que é ginástica cerebral, porque o lado informativo já não o faz sozinho. Eu acho que isto é que é a grande coisa, que não podemos ignorar que a IA existe.
Fernando Alexandre defende precisamente que a realidade da IA não pode ser ignorada e que a formação dos professores é um ponto-chave. João, de que forma é que a IA pode ajudar nisto?
A parte do lado dos professores, dos formadores, dos pedagogos no geral, também é importante. Por quê? Eu acho que nós também estamos a começar a ter gerações com muitos problemas de foco de atenção. E, portanto, há um ponto muito crucial agora que é como é que passamos a informação, porque o método antigo de o professor vai falar durante duas horas, faz com que ao fim de cinco minutos já ninguém esteja a ouvir. E, portanto, eu acho que aqui a IA pode ser uma ferramenta muito importante para cativar esta atenção. Já houve outras. Quando a internet apareceu, foi importante, quando apareceu o PowerPoint, foi importante. Mas agora formarmos os nossos professores a utilizarem a IA do ponto de vista visual, do ponto de vista explicativo, do ponto de vista interativo, pode ser muito importante para, de facto, os alunos, os formandos, saírem dali educados.
E na ótica dos alunos, João, onde é que a inteligência artificial tem uma palavra a dizer?
Olha, esta é um bocadinho mais interessante no sentido de centralização, que é: cada aluno vai passar a usar à sua maneira. Enquanto que os professores, nós podemos dizer usem todos da mesma maneira, haver uma cultura, os alunos vão usar um bocadinho à sua maneira. E eu acho que o ponto mais importante é na própria consolidação, entendimento Dos temas. A IA vai conseguir muito ajudar os alunos a organizarem a informação, a organizarem o pensamento. Se me deixares, até faço um apelo, um desafio a toda a gente que é estudante agora para usarem ferramentas como o ChatGPT, outra muito conhecida que é o NotebookLM. Repara, qual é a ideia do NotebookLM? É tu poderes largar lá uns quantos PDFs, pôr umas quantas notas da sala tua, pôr umas gravações de uma aula e ele ajuda-te a estruturar aquele assunto. Portanto, eu acho que o grande papel da IA é exatamente tu teres ali alguém que te pode ajudar a organizar os pensamentos em temas complicados.
Uma das críticas mais fortes a esta tendência é a crítica de que os alunos podem ficar presos ao que dizem os modelos de linguagem. Como é que se combate isso, João?
Claramente, Zé, este é o tema difícil, não só presos exatamente ao que dizem, mas também um bocadinho preguiçosos a ir mais além do que diz. Eu acho que este é o tema mais difícil. E atenção, eu percebo que tem que haver um combate, mas eu não acho é que o combate é através da regulação, que é este o grande tema: "Devíamos proibir". Eu não acho que vamos por aí. Isso é um combate de curta duração. Proibir é só para o caso de correr mal, combatemos. Acho é que temos, mais uma vez, vou voltar à analogia de há bocado, de pensar na IA como um desporto. Nós temos de cultivar, nós temos de incentivar, temos que dar uma cultura aos estudantes, ia dizer às crianças, não é verdade, aos estudantes no geral, a usar a IA de uma forma saudável, a usar a IA para aprender. Não a usar a IA para me fazer o trabalho, mas sim a usar a IA para me ajudar a perceber este tema, porque no fim, o objetivo de uma aula é exatamente tu saíres dali com conhecimento ou com ginástica mental.
E achas que o mundo da educação em Portugal já está pronto para uma transformação dessas?
Depende do contexto. Acho que algumas instituições superiores, sim, algum ensino dedicado a instituições mais nicho, onde se faz uns bootcamps mais tecnológicos, talvez. Acho que o Ministério da Educação e a escola pública, e atenção, que é uma realidade que eu não conheço assim tão bem, mas acho que não. A minha recomendação nesse sentido até era dar alguma autonomia aos professores. Acho que nós não estamos preparados para dizer exatamente o que é preciso. Portanto, quase que se calhar podíamos dar um bocadinho de tempo aos professores, alocar algum orçamento para que cada professor tivesse €50 por mês para gastar, fazer algumas experiências e depois, sim, estudar o que correu bem. Acho que agora era a melhor oportunidade, porque acho que não estamos, pelo menos acho que não sabemos onde é que devíamos ir.
E João, em 30 segundos, previsões para este setor.
A maior previsão é que vai ser usada. Pode haver muitos manifestos contra, mas vai ser usada. Deixando aqui uma previsão mais específica, porque gostava muito de ver isto acontecer. Acho que a customização do ensino a cada aluno é uma porta que a IA abriu. Um tema que nós sabemos que os professores estão preocupados, estão em sala, têm 10% dos alunos mais avançados, 10% com mais dificuldades, e acho que agora a customização de conteúdos, de métodos de avaliação, de notas de estudo, de materiais visuais, agora vai poder ser muito mais pensada sobre cada aluno, em vez de ter que ser igual para os 30 alunos que estão numa sala.
Muito obrigado, João Rocha e Mello, o nosso especialista em IA, sempre pronto para nos ajudar a desmistificar e a simplificar o mundo da inteligência artificial. João, nós marcamos encontro de novo para a semana. Até lá, um grande abraço.
Até para a semana, Zé.
Consultório Humano.
Este é o som que marca o arranque do Consultório Humano, o momento em que ficamos a conhecer melhor a Raquel, a nossa assistente digital. A Raquel é feita através das respostas do ChatGPT, lidas por uma text-to-speech portuguesa. É também a grande estrela deste programa. Raquel, estivemos a falar da introdução de IA nas escolas, uma ideia defendida pelo ministro da Educação. E a ti, o que te parece esta ideia?
Parece-me uma boa ideia, em princípio, desde que a introdução da inteligência artificial nas escolas seja feita com critério e não como um atalho fácil. Pode ajudar a personalizar aprendizagens e apoiar alunos e professores.
E em que áreas é que poderias dar aqui uma ajuda, Raquel?
Posso ser útil em muitas áreas na escola. Posso ajudar na aprendizagem. Posso ajudar a explicar conceitos complexos, criar exemplos, exercícios ou resumos personalizados. Mas isto é apenas uma ideia.
E o que achas das críticas que estão a ser feitas pelos professores?
As críticas dos professores fazem muito sentido porque eles estão na linha da frente e conhecem bem os desafios reais da sala de aula. Receiam que a inteligência artificial seja usada como atalho.
Outro dos temas que estivemos a abordar foi a introdução de restrições de idade no ChatGPT. O que é que te parece essa ideia por parte da OpenAI?
As restrições de idade fazem sentido do ponto de vista de proteção, porque existem conteúdos ou interações que não são adequados para crianças e a capacidade de discernimento e responsabilidade varia muito com a idade.
E já está em vigor?
Já começou a ser implementado um sistema de restrições de idade no ChatGPT, mas ainda não é uma simples proibição automática. A forma como está a entrar em vigor é gradual.
Uma das ideias defendidas é que o modelo de linguagem analisa e descobre a idade do utilizador. Como é que consegues fazer isso? Como é que isso funciona, Raquel?
O modelo de linguagem tenta inferir a idade do utilizador analisando padrões de escrita, vocabulário e os temas abordados. Combina esses sinais num modelo estatístico que estima a probabilidade de ser menor de 18 anos, mas não depende apenas disso.
E que idade é que achas que eu tenho, tendo por base as nossas interações?
Pelas nossas conversas, pela forma como te expressas, pelo tipo de questões que colocas e pelo contexto profissional, parece-me que tens idade adulta, provavelmente entre os 25 e os 40 anos.
Obrigado, Raquel. Antes de dizermos adeus, preciso de um facto inútil, mas interessante.
Napoleão tinha medo de gatos. Apesar de ser um líder militar extremamente corajoso e estratégico, parece que gatos o deixavam nervoso. É um exemplo curioso de como mesmo figuras históricas poderosas podem ter fobias inesperadas.
Agora sim, Raquel, despeço-me de ti com a promessa de voltarmos a falar para a semana. Estamos a chegar ao final de mais um episódio. Estivemos a falar sobre as mudanças na educação com o uso da IA. O ministro da Educação fala num cenário inevitável e pretende uma rápida introdução. Ainda assim, há forças opositoras e uma maior presença de IA na educação. Falámos ainda nas restrições que a IA pretende pôr em marcha para os jovens, nomeadamente no ChatGPT. Veremos como é que essa mecânica é introduzida. Espero que tenha gostado, que se tenha divertido e, claro, que tenha aprendido alguma coisa. É sempre esse o nosso objetivo aqui no "Máquinas que Pensam". Nós voltamos para a semana com mais um programa que faz as máquinas e os humanos pensar.