Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Lembram-se do Noma?

Sim.

O restaurante dinamarquês, três estrelas Michelin.

Uma polêmica, não foi?

Sim. E sabes quando é que foi essa polêmica? Isso foi o que mais me surpreendeu na notícia.

De fato, vais dizer assim muitos meses.

Para mim, poucos, foi só em março.

Março. A polêmica foi só em março, também. Até era mais atrás. Eu também pensava que tinha sido há mais tempo.

Desta vez achei que era o contrário, pensei que foi há muito tempo.

Achava que tinha sido há mais tempo, mas não, foi em março. Uma reportagem do New York Times a detectar uma série de alegações, que não foram negadas, na verdade, de abusos, de agressões a funcionários, bullying, chantagem, abusos físicos, psicológicos. Aquela reportagem caiu que nem uma bomba, de tal forma que este restaurante, considerado um dos melhores do mundo, foi cinco vezes considerado o melhor restaurante do mundo, teve que fechar. O fundador demitiu-se, pediu desculpa, mas disse que pedir desculpa não era o suficiente. Pois bem, poucos meses depois, está reaberto ou vai reabrir esta semana, numa espécie de rebranding. A nova equipa decidiu juntar-se e pegar no que é o fundamento inicial do nome e torná-lo mais tradicional. O novo chefe executivo já trabalhava nesta cozinha há quase 10 anos. Pablo Soto é um mexicano que promete alterações, mas está naquele estilo de alterar sem alterar ou mantendo a mesma marca. Substituiu ou vai substituir o menu anterior, sazonal. Agora o menu passa a ser mensal, em constante evolução, dependendo dos produtos que estiverem disponíveis. E garante, sobretudo, e esta é a principal novidade, garante que o staff, que é composto por cerca de 100 trabalhadores, vai conseguir ter uma vida plena fora de trabalho. Isso é que era o mais importante.

Quem trabalha na área diz que é muito difícil.

O problema não é o café e a comida.

Exatamente, o café e a comida, foi o ambiente. Quem trabalha na área diz que é muito difícil, sobretudo na alta cozinha, conseguir ter-se alguma vida fora dos tachos, das panelas e das ementas, mas ele garante que é isto que quer fazer. A prioridade é que as pessoas possam continuar a viver as suas vidas e a trabalhar. A abertura é esta semana. Vamos ver o que é que o Noma vai ser depois de ter ficado, de fato, destruído na reputação.

Exatamente.

Vamos ver como reage depois deste novo chefe.

Lá está, não pela comida.

O problema nunca foi a comida.

Seguramente vai haver agora um escrutínio também.

Claro. Aqueles críticos.

Do ambiente que se vive lá na equipa. Vai estar tudo muito atento.

Eu venho falar-vos de uma boda que está marcada para começar a 10 de outubro e que se irá prolongar por três dias, e é no Rio de Janeiro, e é um casamento de duas celebridades das quais talvez nunca tenham ouvido falar. São muito famosos.

Na terra deles.

Na terra deles, entre a família. Eles são famosos, cada um por razões diferentes. Estamos a falar do filho de Robert F. Kennedy, o secretário de Estado da Saúde norte-americano, claro, descendente dos Kennedy, filho de Robert Kennedy, este que vai casar, sobrinho-neto de John Fitzgerald Kennedy e da cantora brasileira Giulia Be. Já tinha ouvido falar, devem ter ouvido a canção "Menina Solta".

Tenho uma vaga ideia de ouvir falar do clã dos Kennedy.

Dos Kennedy tem de ser.

Não deste concretamente. É um filme, não é? Acho que é, exato.

Este é Connor Kennedy, e eles já casaram numa cerimônia oficial.

Portanto, já casaram a sério, quer dizer.

Já casaram, já estão casados.

E agora vem o show.

E agora vem aí o espetáculo, e o espetáculo vai ser em grande, muito por vontade da noiva, que já está casada. E aliás, que já assina também com o nome Kennedy, já tem o apelido Kennedy no nome. E ela disse: "Meu amor, eu te amo, mas não vou me casar em Massachusetts". Ela recusou.

Disse assim?

Disse mesmo, escreveu isto. É verdade. E então, o que é que vai acontecer? Os Kennedy, a família, o clã Kennedy vai todo para o Rio de Janeiro, e não apenas o clã Kennedy, mas serão só da família Kennedy para ir umas 150 pessoas que vão para o Brasil, para o Rio de Janeiro. Mas também há outros convidados.

Nós já cá tivemos a Giulia Be.

Já? É "Bi" ou é "Bê"? "Bi"?

Bem, Giulia.

Eu acho que é Bi.

Acho que é Bi.

Bi? Giulia Bi. Pronto.

Está na Rádio Observador.

E não trouxe na altura.

Não trouxe. Acho que nem namorava.

Sim, quer dizer, eles namoram desde 2022.

Então acho que ela veio antes.

Veio antes. Foi isto que lhe deu aí um empurrão.

Exato.

Para vir aqui ao Observador. Claro que quem está na lista de convidados é Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, por razões que se compreendem, mas a artista disse: "Tenho uma lista de convidados particular, mas se tem Trump, vai ter Lula também". Foi o que ela disse. Claro, isto é que para equilibrar, se tem o presidente dos Estados Unidos, deve ter o presidente do Brasil. Esta menção ao presidente brasileiro não aparece do nada. Em outubro de 2022, quando eles começaram a namorar, encontraram-se com, na altura, o que era candidato à presidência do Brasil, Lula da Silva, até fizeram o gesto com os dedos do L numa manifestação de apoio a Lula, que não sei se terá caído bem no pai do então noivo ou namorado. Mas é um outro dos motivos de interesse deste casamento entre Connor Kennedy e Giulia Be, marcado aqui para outubro. Ela disse que queria que fossem três dias. Isto parece que é agora também a nova trend dos casamentos. Não é só uma cerimônia, ela disse mesmo que não queria que fosse daquelas cerimônias que chegam às 10 da noite e acabam e cada um vai para o seu lado. Não, isto tem que ser mesmo uma festa a sério E para além dos actuais presidentes dos Estados Unidos e do Brasil, há muitos outros convidados também que já estão falados, para além de um grande espetáculo. Não será a própria noiva a dar esse espetáculo.

Ela deve ter amigos e conhecimentos.

Deve ter alguns para fazer o espetáculo musical. Também fala-se na possibilidade de isto ser filmado, gravado para ser vendido a uma plataforma, o casamento.

Ah, pois. Tem de haver imensa gente interessada. Deve dar um bom comentário, claro.

E consegue chegar a públicos muito diferentes, uns interessados na música, outros interessados em questões políticas, outros fascinados com a família Kennedy, que está sempre à espera da próxima tragédia.

Quem sabe se não é esta a tragédia?

Se é o seu mesmo casamento.

Vamos ver o que é que vai ser.

Não, vai correr bem. Nós esperamos que sim e esperamos também, já que ela esteve aqui na Rádio Observador, que cheguem os convites.

Sim.

Pelo menos para nós.

Já entregaram.