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Edição das 18h com Miguel Cordeira em destaque para já na política, com Pedro Nuno Santos que apresentou esta tarde o programa socialista para as legislativas. O PS promove o regresso do IVA Zero e quer que o salário mínimo seja de € 1.110 em 2029.
E essa é uma das principais bandeiras: atingir esse salário mínimo nacional, € 1.110 no final da legislatura. Quanto ao salário médio, o PS quer que em 2029 seja de € 2 mil. Estas ambições estão no programa eleitoral do Partido Socialista, que foi apresentado na FIL, em Lisboa, esta tarde. O documento também prevê o regresso do IVA Zero, como referias, num cabaz de bens alimentares, e ainda a introdução da medicina dentária e da saúde mental como cuidados básicos do SNS. Pedro Nuno Santos discursou. Foi no Parque das Nações, em Lisboa. É lá que está o repórter do Observador, João Costa Campos. Está agora em direto. João, Pedro Nuno Santos apresentou o programa e voltou a apontar Montenegro como culpado por estas eleições.
Sim, 12 meses de um governo com falta de poder, que utiliza o Estado para fazer propaganda política. Uma das deixas mais marcantes deixadas aqui pelo líder do Partido Socialista, Miguel, que acusa Luís Montenegro de ter deliberadamente provocado a crise política no país. Pedro Nuno Santos fala num primeiro-ministro que esgotou a credibilidade e num governo que é incompetente.
E se perguntarmos por que, as razões são simples e começam, desde logo, na liderança de governo, começam logo em Luís Montenegro. Luís Montenegro esgotou a sua credibilidade, desperdiçou a confiança que os portugueses lhe deram, desbaratou a oportunidade que os portugueses lhe deram para resolver os problemas. Luís Montenegro não se pode mesmo queixar de mais ninguém, a não ser de si próprio. Mas liderou um governo que em vários momentos, ao longo destes últimos 10 meses, revelou que era profundamente incompetente.
Pedro Nuno Santos diz que Luís Montenegro fez promessas que não pôde cumprir: redução do custo de vida, as dificuldades no Serviço Nacional de Saúde, habitação e educação, pontos centrais do discurso de Pedro Nuno Santos aqui na apresentação do programa eleitoral do Partido Socialista. Salário mínimo nos € 1.100 em 2029, com aumento de €60 por ano, IVA zero num conjunto de bens alimentares essenciais, medicina dentária e saúde mental como cuidados básicos no SNS. Mas uma das medidas prometidas pelo Partido Socialista, mais aplaudida aqui pela audiência, foi mesmo o apoio à renda para a classe média.
É por isso que o próximo governo do PS vai uniformizar e alargar o acesso aos apoios ao arrendamento, partindo das respostas existentes, o Porta 65 e o apoio extraordinário, que aliás, deixaram na prática de funcionar a partir do momento em que a AD foi para o governo. Mas avançaremos a partir destes programas para garantir que os apoios para o arrendamento jovem, mas também para as famílias que não são jovens, consiga chegar à maioria do povo português, que tem uma elevada taxa de esforço com a habitação.
São algumas das medidas aqui prometidas pelo líder da oposição. Miguel, está apresentado o programa eleitoral do Partido Socialista às eleições legislativas de 18 de maio.
Foi apresentado esta tarde na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa. Vamos seguir com a análise. Conosco em linha está Rui Pedro Antunes, é o editor de política do Observador. Rui Pedro, muito boa tarde. Costuma dizer-se que os portugueses votam muito com a carteira. Pedro Nuno Santos apresenta aqui muitas medidas que têm influência direta na carteira dos portugueses.
Sim, Miguel, olha, isso é de facto um bom ponto de partida, porque Pedro Nuno Santos faz uma radiografia do país que parece mais ou menos sensata, identifica aquilo que possam ser as principais preocupações que o governo Luís Montenegro não responde, ou seja, onde é que possa estar a falhar. E aí basta andar nos transportes públicos, nos cafés ou conversar com amigos em qualquer lado para se perceber que as pessoas queixam-se que está tudo muito caro. O que é que ele responde a isso? Responde a questão do IVA zero e, portanto, o cabaz alimentar, que as pessoas queixam-se no supermercado, está tudo muito caro. Depois tenta ir a esses problemas do cotidiano das pessoas, da eletricidade, tenta abaixar a eletricidade, vai ao ponto nessa questão de dizer que vai intervir, por exemplo, na questão da botija do gás. E aí também tem um pendor nesse discurso ligeiramente ideológico. Eu não sei se é bem kirchnerista. Ele falou muito tempo, mas não é por isso que passou a ser o Fidel Castro, nem quer nacionalizar as empresas, mas quer nacionalizar uma parte do lucro, porque naturalmente, a partir do momento que vai taxar e regular uma botija de gás, vai fazer com que a empresa do gás, seja a Galp ou seja qual for, tenha menos lucro. E mesmo, por exemplo, na questão da Caixa Geral de Depósitos, ele diz claramente que os dividendos depois devem ser utilizados para a compra de habitações, consignando esse valor que já era distribuído ao Estado. E, portanto, há aqui uma forma de Pedro Nuno Santos olhar para a sociedade e para as empresas em geral, que marca um bocadinho a diferença para aquela que é a posição da Aliança Democrática. E, portanto, eu diria que ele aqui tenta, de alguma forma, centrar-se ideologicamente e ir à procura disso que tu dizias que era os problemas das pessoas. Não só nessa parte que tu dizias do bolso e da compra direta, que ele chega a dizer: "As pessoas ganham mais, mas compram menos". Mas depois também em duas áreas que eu não sei se queres focar especificamente, como a habitação, a saúde e o próprio trabalho.
Sim, indo aqui por partes, no que toca à saúde, foi detalhada essa entrada de alguns serviços, como medicina dentária, que já estava também no programa anterior do Partido Socialista para as últimas legislativas, a questão da saúde mental também entrar no SNS, mas no que toca à habitação, Pedro Nuno Santos diz que as medidas da Aliança Democrática já se esgotaram, que o PSD, o governo PSD/CDS, já aplicou tudo aquilo que poderia aplicar quanto à habitação. Essa é a leitura de Pedro Nuno Santos nesta apresentação. O Partido Socialista, no governo António Costa, também aplicou várias medidas. O que traz de novo, de fato, o Partido Socialista no que toca à habitação nesta apresentação de programa?
Acabamos de ouvir há pouco ele a falar de uma espécie de um apoio à renda que já existia, só que Pedro Nuno Santos quer dar um salto. Já existia no tempo do governo do Partido Socialista, alguns contratos eram por cinco anos ou o apoio era por cinco anos e, portanto, ainda se mantém, uma vez que ainda estamos na vigência desse período. E o que me parece que ele quer, embora ele não tenha concretizado, eu não sei, ainda não consegui olhar para o documento para perceber se está lá detalhado, mas parece-me que o que Pedro Nuno Santos destacou tem a ver com ampliar isso à classe média, ou seja, pessoas que não têm dificuldades econômicas particulares, mas que têm uma taxa de esforço de habitação muito grande e, portanto, alargar esse apoio à renda. Ele depois, a certa altura, ataca a proposta ao que o CAD tem feito, não só a maneira como tem tratado, por exemplo, o programa Porta 65, mas dá a entender, por exemplo, que a compra de habitações por sub-35 não tem grande efeito ou grande impacto. O que é certo é que o governo anunciou há poucas semanas que já foram 20 mil jovens a beneficiar da compra da casa utilizando a isenção de IMT e de imposto de selo e portanto acho que aí Pedro Nuno Santos não está a ver bem as coisas. E eu creio que sem dizer, e isso é uma fulgação, Pedro Nuno Santos naturalmente que na área da habitação não gosta dessa medida e, portanto, o que podemos assistir caso Pedro Nuno Santos ganhe as eleições, é um bocadinho a uma corrida à compra de casa por parte dessas pessoas que passarão a ter pouco tempo para aproveitar, porque me parece que essa medida em particular ele irá reverter, porque, por exemplo, só na área da saúde não estou a ver que possa manter, por exemplo, as PPPs ou pelo menos expandi-las, de certeza que não. E deixe-me só dizer nessa área, é verdade que as duas propostas, e tu reparaste nisso e bem, já estavam no anterior programa dele, mas de fato são duas falhas do SNS, que ele sabe que estão em falha e tenta capitalizar isso. Saúde mental tem sido uma preocupação constante e a própria saúde oral, eu costumo contar isto, que uma vez estava a falar com o pai do SNS, com Antônio Arnaud, e perguntei-lhe o que falhou. E ele dizia: "Olha, a grande falha do SNS foi não terem investido na saúde oral, que depois previne muitas outras doenças." E portanto, isto é uma área que não se deve de alguma forma menorizar. E Pedro Nuno Santos já tinha até falando, creio eu, no aparelho do seu filho Sebastião, etc, já tinha trazido esse ponto para a mesa ou tinha falado dessa relação e traz isso mais uma vez. No fundo, são áreas que estão a descoberto e, portanto, ele apostando nisso, quer obviamente capitalizar votos.
Sim. Nós de fato recordando aqui a última apresentação do Partido Socialista foi também muito longa, a última vez que foi apresentado também um programa, hoje foi um bocadinho mais curta, apesar de continuar a ser longa. E para além de apresentar aqui muitas medidas e detalhar aqui algumas medidas deste programa, Pedro Nuno Santos aproveita, claro, como sempre acontece neste tipo de discursos, para deixar alguns ataques também à oposição, neste caso ao governo da Aliança Democrática e à candidatura do PSD. Quis utilizar essa expressão, falta idoneidade ao líder do governo, criticou também a utilização de ações do governo para fazer propaganda pelo PSD e voltou a apontar culpas a Montenegro por este desfecho da crise política, o cenário de eleições. Que leitura política podemos fazer daquilo que disse Pedro Nuno Santos também nesses ataques ao governo?
Isto é entre ele e Luís Montenegro, portanto é normal que ele ataque bastante Luís Montenegro. Mas uma coisa positiva é que em 45 minutos, sete ou oito foram mais para esse lado da idoneidade e da parte da spin viva e, portanto, aproveitou o resto para falar de propostas concretas do Partido Socialista. Portanto, foi um discurso também muito construtivo, mas claro, está lá sempre o ataque a Luís Montenegro. Tu falas, por exemplo, dessa questão das várias queixas que o PS tem feito na Comissão Nacional de Eleições, mas eu lembro-me, na última campanha, António Costa já estava de saída e antes da publicação do decreto fez 20 inaugurações em poucas semanas. Na altura, isso até foi noticiado. Os governos fazem isto, continuam a funcionar, até porque sabem que têm ganhos eleitorais. E houve outras críticas. Essa tu não referiste, mas foi uma curiosa que ele basicamente só faltou dizer, ele que já disse uma vez que queria pôr as pernas dos banqueiros alemães a tremer, só faltou dizer que também punha as pernas de Donald Trump a tremer, criticando Luís Montenegro que falou assim rapidamente como Pedro Sanchez, que é socialista como ele e que em Espanha deu uma resposta na altura, mas uma resposta bastante dura àquilo que foram as tarifas de Donald Trump. Portanto, sim, acho que há essa dualidade, há esse ataque desbragado a Luís Montenegro. Felizmente para Pedro Nuno Santos, não foi só isso e conseguiu desta vez também apresentar algumas propostas e aquilo que é o plano do Partido Socialista e as pessoas podem realmente ficar aqui com uma perspectiva ou votamos no ou no outro. Deixa-me só dizer mais uma coisa, Daniel, sobre a perspetiva de apresentação. Ele fala longo, demora tempo, mas as coisas também demoram tempo para explicar. Mas houve ali algumas nuances. Ele chegou com Catarina Gamboa, sua companheira, e ela geralmente não gostava dessas coisas. Luís Montenegro costuma gostar de estar ao lado de Carla Moura e fazer campanha e Pedro Nuno Santos desta vez também chegou de mão dada. Enfim, parece estar ali apostando numa imagem diferente e numa maneira de comunicar diferente
A nível viral. Eu acho que ele faz bem, que ele vá fazer qualquer coisa diferente, porque se o slogan está a trazer o "o futuro é já", de facto o futuro dele vai-se cumprir já. E se a campanha online não resultou, ele tem que fazer qualquer coisa diferente. E efetivamente está a fazer, com cartazes mais ad marcados, menos ad marcados, não dá para saber se é melhor ou não. E tenho certo é que ele tem que tentar fazer diferente e está a tentar fazer. Depois pode resultar ou não, vamos ver.
Vamos ver. A 18 de maio, eleições legislativas antecipadas. Rui Pedro Antunes, a análise também à apresentação do programa do Partido Socialista. Aconteceu esta tarde no Parque das Nações, em Lisboa.
Agora 18h13 e ao mesmo tempo que Pedro Nuno Santos apresentava o programa eleitoral para as eleições legislativas, Luís Montenegro discursava no norte do país e comparou o líder do Partido Socialista a José Sócrates.
Na apresentação da candidatura de Fátima Alves à Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso, o primeiro-ministro discursou para acusar Pedro Nuno Santos de fazer falsas promessas.
Alguém mais longe estava a apresentar o programa eleitoral para as próximas eleições legislativas do próximo dia 18 de maio e estava precisamente à boa maneira de um ex-primeiro-ministro chamado José Sócrates, a prometer tudo a toda a gente. Agora a prometer tudo a toda a gente, como se fosse exequível, responsável, estar de um momento para o outro a prometer dar tudo a toda a gente.
Luís Montenegro a criticar a apresentação do programa do Partido Socialista, discurso de Montenegro em Póvoa de Lanhoso, na apresentação da candidatura de Fátima Alves à Câmara Municipal.
Entretanto, em Lisboa, Miguel, realizou-se esta tarde uma manifestação com o lema "Violação não se filma, condena-se". O protesto reuniu centenas de pessoas em frente à Assembleia da República.
A exigirem que se faça justiça, principalmente no caso de uma jovem menor que terá sido violada por outros três jovens em Loures. O vídeo desse momento foi gravado e divulgado nas redes sociais. Os três suspeitos foram detidos, acabaram depois por ser libertados pelo tribunal. Entre as centenas de pessoas que estiveram esta tarde neste protesto, estiveram também representantes do Bloco de Esquerda e do PAN. Falaram aos jornalistas. Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, lamenta o crescimento do machismo entre os mais jovens.
O problema é que os machistas estão a ser tornados em profetas de internet e a contaminar toda uma geração. Eu alerto que no RASI, o Relatório de Segurança Interna, uma das partes que saiu do RASI, que saiu do Relatório de Segurança Interna por vontade do governo, foi precisamente aquela que alertava para o papel dos influencers de direita na socialização, na formação de jovens adultos. E o que nós precisamos de fazer, para além de mudar as leis, é de combater a cultura de machismo.
A líder do Bloco de Esquerda, num registo captado esta tarde pela SIC Notícias. Também Inês de Sousa Real defende, neste protesto, que a violação tem de ser reconhecida como crime público.
Nós temos trabalhado para que na Assembleia da República seja reconhecido como crime público. No entanto, PS e PSD têm rejeitado esta proposta do PAN. Nós precisamos de garantir que casos como o que aconteceram da jovem de Loures e que foi divulgado e partilhado milhares de vezes, ou até mesmo mais recentemente, também um caso que está a chocar a comunidade acadêmica da estudante cujas imagens foram partilhadas. Isso é um dever social e é uma responsabilidade de todas e de todos erradicarmos esta violência contra mulheres.
O PAN e Bloco de Esquerda neste protesto em Lisboa. No Funchal, também houve um protesto junto à Assembleia Legislativa da Madeira pela mesma razão. Esse protesto contou com cerca de cinquenta pessoas, de acordo com a agência Lusa. E também em Lisboa, a CGTP reuniu hoje centenas de trabalhadores em protesto contra as políticas do governo. A manifestação contou com a presença de líderes como o do PCP e também do LIVRE. Ó Rui Mundo, do PCP, aproveitou o enseamento para acusar o governo de Luís Montenegro de estar a governar para os interesses dos grupos económicos.
Uma conversa em nome das pessoas, mas para governar em nome dos grupos económicos. Temos acusado isto desde o princípio. Foi por isso que nós recusamos o programa do governo, foi por isso que nós votámos contra um orçamento de Estado que tinha estas linhas fundamentais. É por isso que nós damos combate à política deste governo, porque ela tem esta duas matrizes: propaganda e em nome de muitos, governar a favor de uns poucos. Isso vê-se no Serviço Nacional de Saúde, com a entrega do Serviço Nacional de Saúde aos grupos privados, vê-se na ANA, a promiscuidade com a Vinci.
Também nesta manifestação, Rui Tavares pediu ao povo português para não dar mais poder ao primeiro-ministro.
Eu acho que muita gente não compra esta ideia que traz Luís Montenegro, que é: vamos lá deixar a ética de lado, porque eu agora tenho estabilidade para vos dar. Luís Montenegro não quer dar estabilidade a ninguém. Luís Montenegro quer que a gente lhe dê poder a ele. Ora, um poder nas mãos de quem já tem provado estar com vontade de aparelhar o Estado, de torcer as regras a seu favor e ter uma enorme arrogância que lhe permite dizer aos deputados: "Eu não estou aqui para responder todos os dias", imaginem o que é que seria o Montenegro com mais poder.
O porta-voz do LIVRE nesta manifestação da CGTP, aqui num registo captado pela RTP3. Agora no desporto, amanhã é dia de clássico. Há jogo grande entre Futebol Clube do Porto e Benfica. Os dois técnicos fizeram hoje a antevisão e garantem que a tabela classificativa pouco vai importar em jogos como este.
E o que diz essa tabela? Diz que o Benfica lidera o campeonato com o Sporting com sessenta e cinco pontos e que o Futebol Clube do Porto está a nove, tem cinquenta e seis, partilha a terceira posição com o Sporting de Braga. Bruno Lage, treinador das Águias, fez a antevisão a este encontro frente ao Futebol Clube do Porto e diz que o Benfica vai encarar este jogo como um jogo importante, mas não decisivo. Foi questionado se considera que este jogo é decisivo para aquilo que é o futuro do Futebol Clube do Porto, uma vez que está já a nove pontos. A resposta de Bruno Lage foi assim:
Cabe-me a mim responder sobre nós. Para nós é importante, não é decisivo. Por isso, cabe-me a mim falar sobre como nós encaramos o jogo. Sobre um lado do Porto, façam vocês a vossa leitura. Sobre o lado do jogo, por aquilo que eu tenho visto e por aquilo que analisámos, acredito que vai ser um jogo muito dividido e muito rápido, porque ambas as equipas gostam de jogar rápido. Nós também sentimos muito confortável nisso. Ambas as equipas gostam de pressionar
Bruno Lage, que não confirmou a presença de Tomás Araújo, confirmou sim que Renato Sanches continua lesionado e não vai estar disponível. Martin Anselmi, treinador do Futebol Clube do Porto, não esconde que este é um jogo especial e diz que, de facto, não olha para a tabela classificativa quando prepara jogos como este.
Nestes jogos não interessa o momento de forma, não interessa a posição na tabela classificativa. Este é um jogo à parte, onde isso não importa. Não há favoritos, mas cada equipa chega num momento bem diferente. Temos uma essência que é só nossa no Futebol Clube do Porto. Isso não muda conforme o adversário. Não mudamos isso por ninguém. Gostamos de ser protagonistas, de pensar na baliza adversária e de atacar. E é isso que pretendemos fazer.
Futebol Clube do Porto x Benfica, jornada 28 é amanhã. É às 20h30. E é para acompanhar o jogo em relato e também em direto na televisão. O jogo começa às 20h30. A emissão especial começa duas horas antes, às 18h30 da tarde. É amanhã, este domingo. Entretanto, Miguel, há fumo branco em França. Há campeão.
Já há campeão, é isso mesmo.
Faltam dois meses ainda para acabar o campeonato.
Estamos a 5 de abril. Há campeão em França, o Paris Saint-Germain venceu por 1 x 0 frente ao Angers esta tarde e, portanto, Vitinha, Nuno Mendes, João Neves e Gonçalo Ramos, jogadores portugueses, estão em festa, acabam de se sagrar campeões em França. Nesta altura, o PSG, líder e já campeão, soma 74 pontos. Em segundo está o Mônaco, que tem 51 pontos. Sendo que o Mônaco está a jogar nesta altura, são 23 pontos de vantagem e, portanto, está fechado o campeonato em França.
É verdade. A informação com o Miguel Cordeiro vai voltar às 18h30. Depois vamos ter também a história do dia. Fique conosco. Até já.