Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
São oito da manhã. E começamos pela Rússia, que afirma que a reunião com os Estados Unidos foi produtiva, mas o encontro terminou sem acordo sobre o acordo de paz. A Casa Branca ainda não reagiu. A reunião durou quase cinco horas, terminou ao final da noite. Juntou à mesma mesa o presidente russo Vladimir Putin e o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff. Foram discutidas questões territoriais. A Rússia fala no encontro útil e produtivo, mas que terminou sem acordo ou avanços concretos sobre um final para o conflito na Ucrânia. Rui Casanova.
Foi o que transmitiu Yuri Ushakov, o conselheiro de Vladimir Putin para os assuntos internacionais aos jornalistas no final do encontro ontem à noite. Fala numa reunião muito útil, construtiva e informativa, mas explica que não foi possível chegar a um acordo. Vladimir Putin e Steve Witkoff discutiram, sobretudo, questões territoriais, sem as quais, avisa, não é possível resolver o conflito. O conselheiro presidencial diz também que algumas das propostas dos Estados Unidos, que constam do plano de paz, até podem ser aceites, mas avisa que ainda precisam ser discutidas. Yuri Ushakov resume, por isso, que ainda há muito trabalho a fazer. Do lado dos Estados Unidos, ainda não há uma reação oficial a esta reunião em Moscovo, que durou quase cinco horas. A Ucrânia, que não esteve representada na mesa de negociações, também ainda não reagiu de forma oficial. A imprensa norte-americana avança, entretanto, que depois desta reunião com Vladimir Putin, Steve Witkoff, o enviado especial dos Estados Unidos, pode encontrar-se com Volodymyr Zelensky em breve na Europa, mas essa informação ainda não está oficialmente confirmada.
Rui Casanova, com as poucas informações sobre o encontro de ontem à noite do presidente da Rússia e do enviado especial dos Estados Unidos, que decorreu em Moscovo. Na análise, o historiador Bruno Cardoso Reis explica que a Rússia continua sem mostrar uma verdadeira vontade de acabar com o conflito.
Parece-me que há muito aqui este jogo, que também se aplica um pouco do outro lado, o lado dos ucranianos e dos europeus, que é tentar sempre evitar dizer que não taxativamente a Donald Trump e à sua equipa. Portanto, não aparecer aqui como o país ou os países que estão a bloquear o processo. E, portanto, parece-me que a Rússia também está a fazer um pouco esse jogo.
Análise do historiador Bruno Cardoso Reis no gabinete de guerra desta manhã. Entretanto, os chefes da diplomacia dos países da NATO reúnem-se hoje em Bruxelas, também para debater o plano de paz para a Ucrânia. E isto um dia depois de Vladimir Putin afirmar que está pronto para entrar em guerra com a Europa.
A guerra na Ucrânia foi também tema no debate entre Henrique Gouveia e Melo e António Filipe. As negociações de paz e o papel de Portugal na NATO mostraram bem as divergências entre os dois candidatos.
O debate na TVI foi quase todo dedicado a questões internacionais, com a questão da Ucrânia em destaque. Henrique Gouveia e Melo critica o posicionamento do PCP sobre o conflito e acusa António Filipe de não saber quem é o verdadeiro invasor.
Até preciso ter uma posição. Por quê? Porque essa posição são posições de princípio e nos separam completamente. Doutor António Filipe chegou a dizer que o presidente Zelensky era apoiado por fascistas e por neonazis. Eu acho que se enganou em quem é que invadiu quem. Portanto, quem invadiu e quem quebrou a paz internacional foi a Rússia que invadiu a Ucrânia.
António Filipe recusa alinhar com as posições de Vladimir Putin e lembra que o almirante defende, ao nível do papel de Portugal nos conflitos da NATO, algo com que ele não concorda.
Olhe, não está mais longe do senhor Putin do que eu. Se alguém está nos antípodas do senhor Putin, politicamente, sou eu, não é o senhor. Não fui eu que disse que os jovens portugueses iam morrer onde nos mandassem morrer. Se a NATO nos mandasse morrer, iriam morrer a qualquer lado. Eu não acho isso. Eu acho que os jovens portugueses não têm que morrer em lado nenhum, apenas se fosse para defender o interesse nacional e a defesa do território nacional.
António Filipe e Henrique Gouveia e Melo, no debate de ontem à noite na TVI, foi o 11º de um total de 28.
Um debate que vamos analisar no explicador de hoje com João Ferreira, apoiante de António Filipe, e Ângelo Correia, apoiante de Gouveia e Melo, para ouvir depois do jornal das nove. Depois de duas noites internado, Marcelo Rebelo de Sousa deve ter hoje alta hospitalar. O presidente da República continua a recuperar da operação a uma hérnia.
Marcelo Rebelo de Sousa está internado desde segunda-feira à noite no Hospital de São João. Foi submetido a uma cirurgia de emergência. A jornalista Maria Rego está em direto do hospital. Maria, os médicos têm dito que o chefe de Estado está a recuperar bem, por isso tudo indica que poderá ter alta hoje. Mas além de José Luís Carneiro, é esperada ainda hoje mais uma visita.
Soubemos há poucos minutos que também Pedro Duarte tem intenções de vir visitar o presidente da República. Ainda não sabemos em que horário virá. Para além do presidente da Câmara do Porto, também o secretário-geral do Partido Socialista vem até aqui. José Luís Carneiro tem visita agendada para a próxima hora. Somam-se, por isso, estas visitas às de ontem, do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, e também o primeiro-ministro Luís Montenegro. Ambos falaram de Marcelo Rebelo de Sousa como estando bem-disposto e otimista, uma visão também partilhada pela equipa médica, que ontem, no último ponto de situação dado aos jornalistas ao final da tarde, adiantavam que o presidente da República estava a evoluir favoravelmente. Neste momento, ainda não sabemos quando haverá novo ponto de situação. É uma informação que vamos aguardar. Ao que tudo indica, ainda assim, Marcelo Rebelo de Sousa poderá ter alta ainda hoje e ainda esta manhã. Sobre a agenda do presidente da República, foi também avançado que, para respeitar precisamente o repouso pedido pelos médicos, foram cancelados todos os compromissos desta semana e adiadas as duas viagens previstas entre os dias 10 e 15 de dezembro a Madrid e ao Vaticano.
A reportagem direto da Maria Rego já está junto ao Hospital de São João, no Porto, numa altura em que Marcelo Rebelo de Sousa deverá ter alta. Antes disso, ainda deve ter pelo menos duas visitas, a do secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, e também a do ministro Pedro Duarte.
São agora 08h06. Carla, que outras notícias estão em destaque antes de novo episódio de Momentos de Glória?
O PS entregou hoje no Parlamento um pacote de medidas que pretendem zelar pelos direitos das pessoas portadoras de deficiência. O pacote legislativo tem o intuito de corrigir os problemas de acessibilidade e das juntas médicas em atraso, assegurando uma vida independente para estas pessoas. É um conjunto de medidas que foi apresentado hoje no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. O governo afirma que nada impede a ANA Aeroportos de acelerar o prazo para a construção do novo aeroporto de Alcochete. O secretário de Estado das Infraestruturas aponta para 2034 ou 2035 como um prazo viável para a conclusão do projecto. Declarações de Hugo Espírito Santo em Macau, depois do chairman da ANA ter admitido antecipar o prazo da construção do aeroporto, mas ter lembrado também que 2037 é a data razoável e que está definida na proposta inicial. Representantes da Altice e dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde são os ouvidos no Parlamento. Em causa, os constrangimentos no acesso à linha SNS 24. Em outubro, a ministra da Saúde admitiu que a linha está a funcionar com dificuldades. Ana Paula Martins avançou que foi pedido à Altice e aos Serviços Partilhados um reforço durante o inverno. A União Europeia vai interditar a importação de gás russo até ao outono de 2027. Segundo avança a Agência France-Presse, foi hoje alcançado um acordo entre eurodeputados e Estados-membros. O Executivo europeu optou por uma proposta legislativa, em vez da aplicação de sanções, uma vez que pode ser adotada por maioria qualificada dos Estados-membros. O objetivo é evitar um veto da Hungria e da Eslováquia, que têm governos considerados mais próximos da Rússia.