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Está no ar o Domínio da Guerra da Rádio Observador, sempre com o Major-General José Ernani Moreira. Bem-vindo!
Bom dia a todos.
Se calhar ligava-lhe o microfone. Agora sim, pode dizer.
Muito bom dia a todos.
Bom dia, general. Esta foi uma semana de intensa atividade diplomática em torno das perspectivas de paz na Ucrânia. Zelensky esteve presencialmente com Donald Trump e Emmanuel Macron, recebeu o provável futuro chanceler da Alemanha e falou sobre a possibilidade de Forças Armadas de países amigos poderem estar na Ucrânia como garantias de segurança depois de um acordo de paz. E, general, também tivemos números sobre a guerra, muitos números.
Muitos números. Talvez comecemos então pelos números. Tenho aqui alguns números que me parecem muito significativos para podermos ter também aspectos de comparação sobre como a guerra está a evoluir. No final de 2023, a Federação Russa controlava 17,4% do território da Ucrânia. Um ano depois, controla 17,9% do território da Ucrânia. Portanto, durante este ano acrescentou 0,5% do território da Ucrânia. Ainda assim, foi um avanço muito significativo quando comparado com os anos anteriores. De qualquer maneira, temos que ter consciência dos números que estamos a falar. Passou de 17,4 para 17,9, mas acelerou a progressão. Desde o início do ano, só na província de Donetsk, ganhou 1800 km². Portanto, desde o início do ano. Mas desses 1800, 1000 km² foram ganhos em novembro, o que significa que houve um investimento brutal do ponto de vista militar na conquista de território em Donetsk.
Aliás, temos assistido a esse intensificar dos ataques.
Como é que estão aquelas quatro regiões que a Federação Russa anexou constitucionalmente? Em Lugansk, neste momento, tem 98,6%. Sempre foi, de todos os quatro territórios, aquele que teve uma maior percentagem de ocupação por parte da Rússia. Portanto, digamos que a Federação Russa está confortável com a situação em Lugansk. Em Zaporizhzhia, sobre a qual se anunciam novos ataques, agora muito em breve, há tropas a serem deslocadas, equipamentos a serem deslocados da Crimeia para Zaporizhzhia, entendem a intelligence que vai haver um reforço do ataque russo sobre Zaporizhzhia, mas Zaporizhzhia, neste momento, é controlada em 72% pela Federação Russa. Kherson, 69,3%. E Donetsk, 62,6%. Ou seja, para aquilo que são os objetivos mínimos da operação especial militar, Donetsk está muito atrasada em relação aos outros. Também porque é onde a Ucrânia tem oferecido maior resistência. Compreende-se que, portanto, Donetsk seja neste momento o foco daquilo que é a ofensiva da Federação Russa, e ela tem uma cidade fetiche, que é a conquista de Pokrovsk. É preciso ver que Pokrovsk é uma cidade que tinha cerca de 90 mil habitantes antes. Já está há 13 meses para conquistar Pokrovsk. E perdeu, só pra termos uma dimensão comparativa, todas as Forças Armadas do Reino Unido na sua ofensiva sobre Pokrovsk. Isto é, o número de baixas russas já é superior, só no ataque a Pokrovsk, a todo o exército, marinha e Força Aérea do Reino Unido. Perdeu já o exército britânico naquilo que é a sua procura de conquistar esta cidade de 90 mil habitantes. Ou seja, tem feito um esforço absolutamente colossal, suportando baixas absolutamente extraordinárias e razoáveis para conquistar Pokrovsk. Pokrovsk pode estar em queda verdadeiramente nos próximos dias ou nas próximas semanas. Depois, número de baixas, nós temos aqui, pela primeira vez, um dado que nos andou a ser ocultado durante quase três anos. Isto é, do ponto de vista oficial, nunca houve baixas. Pela primeira vez, temos números dados, neste caso, por Zelensky, na sequência da sua conversa com Trump.
E podemos confiar nesses números, general?
Pois.
É sempre essa a questão. Quanto a baixas.
Há aqui uma questão que é: é o presidente que afirma estes números, portanto, corre certamente riscos se eles estiverem muito distantes da realidade. Já não se trata aqui de estimativas, é o presidente que diz: "Foram estes". E, portanto, dá maior credibilidade do que números que são avançados por fontes que a gente não conhece. Zelensky diz que houve 43 mil mortos e 370 mil feridos. Nós estaríamos à espera de mais, isto é, as estimativas que se vão fazendo no Ocidente apontariam para mais do que 43 mil mortes e 370 mil feridos. No entanto, a verdade é que nestes números falta aqui também um outro número É o número dos desaparecidos. Quer do ponto de vista da Ucrânia, quer do ponto de vista da Federação Russa, tem havido alguma cautela relativamente ao número dos desaparecidos. Os desaparecidos podem estar mortos, podem ter sido presos, podem ter fugido. São pessoas sobre as quais se desconhece o paradeiro. Portanto, estes números parecem-me talvez inferiores àquilo que seria, mas foram ditos pelo presidente e, portanto, têm que merecer maior credibilidade do que aqueles que são meramente estimativos. Estima-se que do lado russo tenha havido 600 mil baixas, das quais quase 200 mil mortos. Parece-me credível, embora continuem a faltar aqui, de um lado e de outro, os desaparecidos. É de notar as proporções muito diferentes destes números. É que há um morto para cada oito feridos na Ucrânia. Isto é, há muita gente ferida, mas não há muita gente morta. Enquanto que do lado russo há um morto para cada três feridos. Isto significa que a proporção é tremenda. De todas as baixas, há uma porcentagem enorme de mortos. Mas isto tem a ver com as técnicas de combate que estão a ser utilizadas. A Federação Russa decidiu esquecer a questão dos números e investir brutalmente sobre o campo. Relativamente à parte política, o encontro com Trump foi uma belíssima ideia de Emmanuel Macron. Conseguiu puxar Trump para vir e sentar na mesma mesa aquilo que nós já gostaríamos de ter visto. Trump ainda não assumiu funções. Também não podemos pedir muito.
Mas já está a fazer mexer.
Exatamente, mas Trump ainda não assumiu funções. Mas sentou-se pela primeira vez na mesma mesa Trump, um representante da União Europeia e da Europa, Emmanuel Macron, e o representante da Ucrânia para falar sobre o tema Ucrânia. E isto já foi um passo de gigante graças a Emmanuel Macron. Eu julgo que Emmanuel Macron andou à procura de empatia aqui, mais do que encontrar soluções, até porque Trump também não se mostra muito disponível para mostrar as soluções. É muito opaco. Mas acho que foi mais tentar abrir canais de comunicação entre as partes, no sentido de facilitar um diálogo que vai ter certamente a haver. Houve pouco que transpirou disto, o Trump não mostrou nenhum sinal de abdicar da sua ideia de que quer acabar muito rapidamente com a guerra na Ucrânia. Depois houve também a questão de forças aliadas poderem entrar na Ucrânia. Zelensky desconfia disto. E desconfia por quê? Desconfia porque em vez de me deixarem entrar na NATO, estão a pôr aqui forças. Não é que a ideia não seja boa, mas ele gostava das duas, isto é, ponham cá forças, mas agora utiliza isso como desculpa pra não me convidarem pra entrar na NATO. E depois a visita de Friedrich Merz a Kiev. Quem o ouviu em Kiev ficou convencido que vai haver uma revolução no apoio da Alemanha à Ucrânia, nomeadamente até da autorização dos mísseis Taurus. Mas passados poucos dias, Merz deu uns passos atrás e diz que claro que sim, Taurus, sim, mas articulados de acordo com a posição britânica, francesa e americana. Um passo atrás em relação àquilo que tinham sido as declarações em Kiev.
Vamos agora até ao Médio Oriente. Na passada sexta-feira, quando o "Domínio da Guerra" foi pro ar, as forças islâmicas rebeldes estavam nessa altura a envolver a cidade de Homs e dois dias bastaram para que Damasco caísse sem resistência. Iniciou-se, entretanto, o processo de transição de poder e os vários actores sírios e internacionais procuram agora obter equilíbrios de poder que lhes sejam favoráveis. General, como é que está agora a Síria e o que é que podemos antecipar quanto ao seu futuro?
Ainda se ouve o colapso. Ainda estamos com aquele barulho do colapso tremendo em 11 dias de um regime que tinha 50 anos. Portanto, este barulho do colapso ainda continua presente por aqui. Mas a Síria, neste momento, eu definiria, é um projeto político que está em construção. Tem uma matriz de natureza islâmica, certamente, mas é um projeto político cujos contornos finais se não conhecem. Na verdade, este é o terceiro projeto político que se está a ensaiar na Síria desde a sua independência, de fato, em 1946, quando o mandato francês terminou. E, portanto, o primeiro, que durou entre 46 e 1970, foi caracterizado pela falta de consensos, rebeliões, revoltas, golpes de Estado. Depois, o consenso não chegou, mas chegou a ditadura da família Assad, durante 50 anos. E, na verdade, foi um período muitíssimo complicado, porque a decisão foi de entregar o poder a uma minoria alauita na Síria, a quem foram distribuídos os cargos de poder. Para todos os outros, o que houve foi repressão, brutalidade, tragédia, guerra civil, etc. Esse foi o segundo projeto político. E agora estamos num terceiro projeto político, que começou no dia 8 de dezembro, quando caiu Damasco, e que é encabeçado pelo HTS, o Hayat Tahrir al-Sham, e pelo seu líder, Al-Jolani, que entretanto ocuparam efetivamente o poder em Damasco Três considerações iniciais. Primeira consideração: foi relativamente pacífica a transição do poder. Isto é, o fato de o primeiro-ministro cessante ter aceito continuar disponível para fazer a transição de pastas, ele, o seu gabinete, ministros, etc, foi extraordinariamente importante para se haver aqui uma transição pacífica. Imagine-se o que seria agora, de repente, invadirem-se os ministérios, saquearem-se os ministérios, destruírem-se os documentos e ninguém saber em que ponto estamos. E, portanto, a transição pacífica é um ponto notável dentro do turbilhão todo que esta revolução está a acontecer. Segundo: foram chamar para primeiro-ministro interino Mohammed al-Bashir. Não é uma figura desconhecida, é uma pessoa com experiência de governo, porque ele era uma espécie do grande governador da região de Idlib, de onde vem o HTS. E, portanto, já tem experiência em moldar instituições, em construir pontes, etc. Este Mohammed al-Bashir é, portanto, uma pessoa com experiência, não é alguém que tenha caído do céu. Isto naturalmente que constitui também um fator importante neste período sempre muito conturbado das transições. E depois, a Constituição está suspensa. Foi suspensa a Constituição e, portanto, nós não sabemos qual é a formatação deste tal projeto, que eu chamei projeto político em construção. Estamos neste momento em lutas pelo poder, pela repartição eventual do poder, pela articulação daquilo que é necessário fazer e que a nova Constituição certamente dará luzes sobre isto. Quais são os desafios? O primeiro desafio é que o HTS não domina todo o território. A sua grande preocupação era chegar a Damasco, porque nestas coisas, ser o primeiro a chegar à capital, dá um enorme poder, é quem senta na cadeira do poder. Portanto, o HTS, a sua velocidade foi toda colocada na direção de Damasco. O HTS ocupa o poder em Damasco, mas não ocupa o poder na Síria em todo lado. Há outras forças na Síria que têm poder e controlam território.
Quer dizer, essa é a questão agora.
Este é um problema. Os rebeldes apoiados pela Turquia querem também o seu espaço geográfico ali junto da fronteira com a Turquia e as Forças Democráticas da Síria, sobretudo os curdos, querem também o seu lugar de autonomia, porque veem aqui também neste problema da Síria, uma possibilidade de poderem vir a ter finalmente um Estado reconhecido internacionalmente ou pelo menos uma região com uma autonomia administrativa tremenda. Ou seja, neste momento, o tal projeto sírio, na verdade, são três projetos. O primeiro projeto é o da Síria unida. Isto implica violência, isto implica que o HTS agora utilizasse o seu poder para ir contra as outras duas autonomias que se desenham. O segundo projeto político tem a ver com uma Síria única, mas com regiões administrativas, com um grau de autonomia muito grande. E o terceiro projeto da Síria é a Síria desaparece. É dividida aqui num conjunto de zonas de influência e o poder instalado em cada uma destas zonas de influência vai exercer esse poder nessa zona. Portanto, o que é o futuro da Síria neste momento está em projeto. E a grande luta neste momento é pela definição da futura Constituição da Síria. Por outro lado, o Estado Islâmico é outro desafio. Ele nunca saiu daquilo que é o deserto da Síria, aquela parte mais interior da Síria, mas esteve sempre em pequenas bolsas. Isto é, nunca se conseguiu unir suficientemente para ter uma grande região sob o seu poder. Para isso, muito tem contribuído também a presença dos Estados Unidos na região e os bombardeamentos constantes que faz a todas as tentativas de reunificação, de unificação e de controle territorial por parte do Estado Islâmico. Outro desafio, a Síria é agora um país dilacerado pelas memórias que vão sendo acrescentadas agora que há acesso às prisões e às brutalidades e tragédias que ali decorreram. E, portanto, há de haver aqui sentimentos também de perseguição, de vinganças necessárias, outros chamarão a isto de justiça de natureza popular. Enfim, vai haver aqui, certamente, um grau de enorme pressão e de descontentamento sobre aquilo que foi a administração. Agora, até onde é que vai? É um processo longo e até onde é que ele vai? Se ele destruir tudo o que era da administração, é o caos outra vez, como aconteceu no Iraque. Portanto, é preciso preservar aqui um determinado nível mínimo da administração que existia e das forças de segurança. Outra questão: que dinheiro para isto? Quem vai pagar isto? A Síria está falida. É preciso dinheiro para isto. O G7 já se manifestou disponível para ajudar a reconstrução. A Turquia também. Neste momento está toda a gente disponível, mas depende da Constituição.
Claro, exatamente.
Isto é, todos estão disponíveis para ajudar, desde que o projecto político esteja de acordo com um mínimo de linhas. E esse mínimo de linhas é apenas uma palavra que Blinken trouxe em mais um périplo, é a palavra inclusividade. Significa que é preciso que a Constituição respeite o conjunto de minorias e este enorme mosaico étnico e religioso que é a Síria de hoje em dia. E, portanto, inclusividade parece ser a palavra pela qual todos procuram neste momento. A Rússia perdeu o seu aliado, mas não quer dizer que tenha perdido as bases. Eu calculo que em Moscovo esteja a ser metido em malas muito dinheiro para recomprar outra vez a sua posição, pelo menos no controle destas duas bases, que são importantes na manobra global da estratégia russa para o Mediterrâneo Oriental e para África.
Hoje trazemos para a nossa cortina de fumo a reunião entre Putin e Lukashenko, em que foi prometida a colocação de mísseis Oreshnik na Bielorrússia. General Arnaut Moreira, isto é uma promessa de amor eterno ou é o estreitar de um abraço de urso?
Os abraços de urso são sempre muito perigosos. Eles parecem uma coisa e depois são outra. É por isso que nós incluímos isto hoje na nossa cortina de fumo. Ora bem, existe um estado da união entre a Rússia e a Bielorrússia. Esta foi a grande arquitetura que Putin fez para estreitar o abraço do urso, isto é, ir reduzindo progressivamente a autonomia estratégica e a capacidade de tomar decisões da Bielorrússia em relação à Rússia. E isto é um processo para o qual a Europa tem andado distraída. Temos andado distraídas. Nós, europeus, não podemos deixar que a Bielorrússia seja absorvida pela Rússia, porque nesse caso, como eu já aqui tenho dito, a Rússia estará apenas a 60 quilómetros de Kaliningrado. Portanto, a Bielorrússia não pode, esse tem que ser um objetivo estratégico da União Europeia, não pode deixar que este abraço estratégico se continue a estreitar. E desta vez foi longe demais, este abraço estratégico foi longe demais, porque no dia 6 o que eles assinaram foi a disponibilização de todos os meios conjuntos de natureza militar para reforçar aquilo que é a absorção pela Federação Russa e o seu controle sobre os meios militares da Bielorrússia, que era o último lugar de soberania que a Bielorrússia poderia exercer. Andamos todos distraídos.
E até quando é que vamos permitir isto?
Vamos permitir. Eu tenho aqui uma data. Nós não podemos ignorar esta situação. E vai haver agora um acontecimento tremendo, que vão ser as eleições mais fraudulentas de toda a história, que vão ocorrer agora no dia 26 de janeiro. São as eleições presidenciais na Bielorrússia. Nós já devíamos ter a líder da oposição da Bielorrússia em todos os seminários, conferências internacionais, recebida na União Europeia, convidada na NATO, enfim, em todas as organizações internacionais deveríamos estar a dar visibilidade à oposição da Bielorrússia.
E não estamos a dar disto nenhum, estamos?
Não estamos a dar nada, ninguém sabe quem é, ninguém sabe quem são estas pessoas. Ora bem, é preciso mostrar à Bielorrússia que existem caminhos alternativos e que a Europa pode ser um caminho alternativo, em vez de se deixar abraçar pelo abraço mortal que a Rússia lhe está a dar. Vamos ter que acordar. Enfim.
Já disse isso várias vezes, meu general.
Ponha o seu despertador, faz favor.
Esta semana colocamos um positivo ponto de mira sobre a reconstrução da Catedral Notre-Dame e sobre o simbolismo da sua reabertura, depois dos incêndios que consumiram a cobertura em abril de 2019. General, o que importa destacar aqui?
É, aplausos aplausos para Emmanuel, como se refere a ele, Zelensky, diz o Emmanuel. Aplausos para o Emmanuel. O Emmanuel conseguiu, para além de reabilitar Notre-Dame em menos de cinco anos, que era o que estava previsto.
Era essa a altura, exatamente.
Sem grandes fundos públicos, porque houve uma enorme contribuição de todo o mundo para ajudar a esta reconstrução, e conseguiu, antes de passados os cinco anos, produzir uma belíssima reconstrução de um monumento que é magnífico. Mas este monumento não é apenas magnífico do ponto de vista das pedras que lá estão, é também do ponto de vista do simbolismo. E é o simbolismo da cristandade que está ali. E, portanto, ele conseguiu trazer para este simbolismo da cristandade, também reunir aquilo que era todo o mundo ocidental que esteve ali presente em peso. Eu relembro aqui, eu sou muito provocador que a primeira vez que se falou em Europa, que se definiu a Europa, foi no século XVIII, no Dicionário de Trévoux. Dizia basicamente o seguinte, isto hoje não se pode dizer, mas eu digo, porque eu tenho uma liberdade de ação estratégica fantástica. A Europa é a sede da cristandade. Ui, a Europa é a sede da cristandade. Dicionário de Trévoux, no século XVIII. Abraço e aplausos ao Emmanuel.
Abraço e ao Emmanuel. General Arnaut Moreira, obrigada por mais um "Minuto da Guerra". Sempre. Muito obrigada, igual.
Foi um prazer. Um abraço, Manuela Torres, muito obrigado.