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Em relação à questão dos avós e dos netos, temos que pensar exatamente de que tipo de avós é que estamos a falar. Há avós que são jovens, são adultos jovens sem fatores de risco adicionados e, portanto, aí a convivência é no âmbito do agregado familiar e não envolve nenhum risco acrescido para uma população que seja mais vulnerável. Obviamente, se os avós já tiverem uma idade avançada, nomeadamente 65, 70 anos ou mais, e tiverem patologia associada, também há avós com netos ainda jovens destas idades, aqui sim, têm que ser observadas precauções. E é o sentido sempre da proteção dos mais vulneráveis. Portanto, se os avós forem vulneráveis, devem ser protegidos. O que isto quer dizer? Quer dizer que o convívio familiar com estas pessoas deve fazer-se mantendo todas as medidas que nós temos recomendado de distanciamento social, de higiene das mãos, de etiqueta respiratória, de utilização de máscaras. Depende, portanto, do avô ou da avó, se é ou não um indivíduo de risco pela sua idade e pelas suas morbidades. Portanto, a indicação é uma indicação genérica de proteção dos mais vulneráveis