Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Apesar de os números terem saído ontem, como hoje se celebra o Dia Internacional das Migrações, o governo tem repetido que os processos estão realmente a andar de forma acelerada. Sempre se confirma?
Segundo informações que o sindicato tem, confirmamos esta informação. Estão notificados já todos os cidadãos que estiveram a apresentar uma manifestação de interesse até o final de abril de 2024. Portanto, estaremos, por assim dizer, quase no final desse processo de convocatória dos cidadãos que apresentaram manifestações de interesse. Como sabe, termina no final de junho, portanto, estaremos a dois meses desse processo de notificação, da primeira notificação aos cidadãos estar concluída.
O que é que tem permitido acelerar então?
Sem dúvida nenhuma o trabalho da estrutura de missão, para lhe acrescentar mão de obra, uma pequena alteração de procedimentos. Agora, do que carecem é de, pelo menos numa primeira fase, e sobretudo ter feito aqui uma triagem àquilo que efetivamente estava pendente e os cidadãos que ainda efetivamente mantinham o interesse na manifestação de interesse. E agora faltará, obviamente, concluir esses processos, serem analisados e proceder-se à emissão dos respetivos títulos.
E relativamente aos novos centros, tem havido recursos humanos para fazer com que funcionem?
Os novos centros têm tido, estamos a falar de centros manifestamente mais reduzidos, até porque são a nível local. A informação que temos é que, de uma forma global, eles têm tido as condições que têm permitido recuperar estas pendências. Eles são também destinados a aproximar-se dos cidadãos que vivem em zonas de maior interioridade, para não estar tudo concentrado na grande malha urbana do país e portanto, acho que ter respondido às capacidades que estavam previsíveis no início. Tanto é que, como lhe digo, já só estamos a dois meses do fim de ser feita a convocatória. Portanto, têm dado resposta.