Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Este é um podcast da Rádio Observador. Pode ouvir a rádio também em 98.7, na Grande Lisboa, e 98.4, no Grande Porto.

Já está conosco o Mauro Gonçalves, que esta manhã quase ia levado pelo nevoeiro. Verdade ou não?

Verdade.

Qual Don Sebastião.

Ia ser bonito de se ver, ainda assim.

Termômetro agora com olhar ao mundo das celebridades e começamos com temperaturas mais quentes, onde está aquele casal, ou não?

É inevitável. Não.

Só ela.

Só ela. Quero falar-vos de um jogo chamado Kimopólio. Não sei se já ouviram falar, mas foi precisamente um dos presentes de aniversário que Kim Kardashian recebeu ontem.

Parabéns atrasados à Kim, nesse caso. Já agora, quantos anos é que ela fez?

Completou a bonita idade de 40 anos e um dos amigos, Simon Huck, surpreendeu-a com uma versão completamente personalizada do clássico Monopólio. A casa do parqueamento gratuito, se bem se lembram, tem a imagem, por exemplo, do Rolls-Royce de Kim, os vários imóveis são todos eles casas e apartamentos onde já viveu. Outra das opções implica pagar US$ 200 em impostos à mãe, que também é agente, e até a famosa casa do Vá Para a Prisão tem a cara de Kim em lágrimas.

E depois o jogo ainda tem aquelas cartas tradicionais, que é a carta da sorte e também a caixa da comunidade.

Exatamente, ótima memória. Essas também têm mensagens específicas. Quem joga pode ter a sorte de receber lucros de uma das marcas de Kim ou pode ter de pagar a conta da cirurgia plástica. Também as peças de jogar foram personalizadas, têm a forma de um telemóvel, um jato privado, um relógio Rolex, entre outros objetos. Não admira que ela tenha partilhado todos estes vídeos com a legenda de que era o melhor presente de sempre.

Teve sentido de humor.

24 de abril, não espero nada abaixo de um Mauropólio.

Epá, Mauropólio era muito bom. Mauro, passamos para o morno de hoje, onde está Susan Sarandon.

É verdade. Aos 74 anos, aliás, com 74 anos acabados de fazer, que foi no início deste mês, por sinal, Susan Sarandon deu uma entrevista ao argumentista Michael Christopher, e adivinhem quem é que veio à baila? Cher. É por isso que estamos a ouvir esta música. A nossa produtora, Sofia, não ficou esquizofrênica, não baralhou aqui as redas. O tom não foi elogioso.

Isto promete grande troca de galhardetes entre as duas.

Até ver, não se pode falar propriamente numa troca. As queixas de Susan remontam a 1987, ano em que contracenou com Cher no filme "As Bruxas de Eastwick", onde também entrou Jack Nicholson e Michelle Pfeiffer. Sarandon afirmou que a cantora e atriz lhe roubou o papel e ainda explicou a alegada injustiça com o fato de esta manter uma relação com John Peters, que era o produtor do filme.

Uou!

Isto aqui é um rancor antigo.

87, meu Deus.

Foi remoer. Remoeu isso bem.

Cher comentou?

Não, Cher não comenta, daí ter dito que ainda não é uma troca de galhardetes, Carla, mas pode ser.

Estou sempre a pensar o pior das pessoas.

Ela está tranquila no seu canto, ainda não se pronunciou sobre este tema. No fundo, Susan queria ser a escultora sexy e acabou com o papel de professora antiquada. Para o papel, contou ainda Susan, teve de aprender a tocar violoncelo em tempo recorde, sob risco de ser processada caso quisesse desistir da nova personagem.

E nunca podemos esquecer que Cher é um pouco precursora do Auto-Tune, com aquele e que depois começou a ser usado em todas as suas músicas.

Posterior a este filme, nada contra, pessoalmente.

Um dia vou fazer programa da manhã em Auto-Tune. O que é que acham?

No dia que eu estiver de folga.

Essas coisas pegam como a falsete dos Bee Gees.

Pois é.

Uma brincadeirinha e depois vão deixar de fazer aquela voz.

Matthew McConaughey está no frio.

É verdade. Falamos dele recentemente aqui no Termômetro. Enfim, os livros de memórias estão na ordem do dia.

Desculpa, Sofia, estive incrível. A nossa produtora hoje tem uma seleção musical, olhem lá, Sheryl Crow aqui.

Como sempre.

Tudo bem.

Os livros de memórias, como sabem, estão na ordem do dia, talvez porque as figuras públicas também ficaram fechadas em casa e tiveram mais tempo pra pensar na vida e escrever. A última, como já se sabia na semana passada, chama-se "Green Lights", é a vida de Matthew McConaughey, contada na primeira pessoa.

Mas está no frio. Desconfio que isso não é bom sinal.

Não é bom sinal. Parece que a adolescência do ator, atualmente com 50 anos, foi um tanto quanto conturbada, a começar pelo dia em que foi trancado inconsciente dentro de uma carrinha e molestado por um homem. Isto é um dos relatos do livro. Tinha apenas 18 anos. Acontecimento que hoje desvaloriza. Ele afirma, e são palavras do próprio, que nunca se sentiu uma vítima. Os insólitos continuam. McConaughey afirma ter sido chantageado, também, por ter iniciado a vida sexual aos 15 anos. Ao que parece, achava que ia pro inferno.

Este livro já aqui foi também falado pelo Tiago, que trouxe como sugestão literária no "Lado Bom da Vida", e parece que "Green Light" está aqui com os conteúdos pesados, diríamos, na vida de Matthew McConaughey, ele que é mais conhecido por ser quase um galã de Hollywood, mas que nos últimos anos até tem feito uma escolha de papéis mais acertada, diria, por coisas mais intensas.

A missão de quase galã é ótima.

Sim, porque ele começou por ser o galã. Há muitos filmes do Matthew McConaughey em que ele é, de facto, o galã, mas depois começa a fazer uma escolha de papéis que são um pouco melhores pra sua carreira de ator.

Concordo.

Mauro, um abraço. Foi o Termômetro de hoje com o mundo das celebridades. Esta edição com o Mauro Gonçalves fica disponível já daqui a pouco em podcast. E até amanhã.

Até amanhã.