Até o oceano obedece às leis da vida: nasce e vai crescendo até demonstrar na união das suas gotas a magistral natureza de que é feito. Depois deixa-se morrer, vencido pela gravidade e entrando de novo na profundidade das suas origens. Mas é no seu cume que está a magia que Ray Collins quis fotografar. A água salgada das costas australianas foi a protagonista do jogo de oceano, entre luz e nuvens que dão vida ao projeto.
Elas não congelam, mas pousam para a lente de Collins. As ondas entram numa metamorfose que fazem delas montanhas. O resultado espelha-se na fotogaleria, mas pode mergulhar no trabalho de Ray Collins no seu site.