Frelimo

Roque Silva é o novo secretário-geral da Frelimo, partido no poder em Moçambique

O vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública, Roque Silva, foi eleito novo secretário-geral da Frelimo, durante o congresso do partido a decorrer na Matola, arredores de Maputo.

Roque Silva tinha ocupado o cargo de primeiro-secretário da Frelimo

ANTONIO SILVA/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública, Roque Silva, foi eleito novo secretário-geral da Frelimo, durante o congresso do partido a decorrer na Matola, arredores de Maputo.

O nome tinha sido proposto pela comissão política, sem oposição, acabando por ser eleito com 188 dos 195 votos do comité central, havendo sete em branco.

Além de fazer parte do atual Governo, Roque Silva tinha ocupado o cargo de primeiro-secretário da Frelimo na província de Gaza.

O comité central elegeu também Raimundo Diombe como presidente do Comité de Verificação do partido – um órgão que segue todo o trabalho da força política – com 194 dos 195 votos do comité central, havendo um em branco.

Diombe já ocupou os cargos de governador nas províncias de Tete e Gaza, sendo o atual governador da província de Maputo.

Raimundo Diombe tinha sido também proposto pela comissão política, sem oposição.

Depois de terem reconduzido o presidente do partido e chefe de Estado Filipe Nyusi com 99% dos votos, na sexta-feira, os 2264 delegados têm validado as listas apresentadas pela comissão política para os diferentes órgãos, sem oposição.

Foi assim no sábado com o comité central e também com os nomes propostos esta noite para a comissão política e secretariado.

A votação decorreu pelas 21:00 (20:00 em Lisboa), aguardando-se a divulgação dos resultados para serem conhecidos os novos nomes e dar por concluída a configuração da força política para os próximos cinco anos.

A Comissão Política é o órgão mais importante do partido e, em certa medida, do país, uma vez que os estatutos partidários lhe atribuem a competência de coordenar e orientar a ação do Governo da Frelimo, no poder desde a independência, e da sua bancada parlamentar na Assembleia da República.

Os estatutos preveem ainda que se pronuncie sobre a composição do executivo.

O órgão é composto por um número ímpar, entre quinze e vinte e um membros, para orientar e dirigir o partido no intervalo das sessões do Comité Central e entre congressos.

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