Vladimir Putin

Principal opositor de Putin preso durante manifestação em Moscovo

Alexei Navalny, o principal opositor do presidente russo Vladimir Putin, foi preso este domingo durante um protesto. Detenção ocorre após Navalny ter convocado manifestações em 115 cidades.

SERGEI ILNITSKY/EPA

O líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi detido em Moscovo, depois de ter apelado a manifestações em toda a Rússia para contestar a realização das eleições presidenciais marcadas para 18 de março. Navalny foi detido pelas forças policiais russas. Detenção surge após a rejeição da candidatura de Navalny às próximas eleições presidenciais do país que irão ocorrer a 18 de março.

No twitter, o opositor de Putin escreveu: “Prenderam-me. Isso não significa nada. Vocês (manifestantes) não vieram por mim. Vieram pelo vosso futuro”.

Navalny, que é, segundo Putin, o “candidato preferido dos Estados Unidos da América”, postou no Twitter um vídeo com a detenção de Dmitri Nizovtsev, um membro do partido. A detenção de Navalny foi feita no seu gabinete. A conta da rede social continua com publicações a incentivar os protestos.

A detenção foi feita no gabinete de Navalny e um vídeo publicado nas redes sociais mostra a polícia a entrar na sala. Há também indicações de que a polícia tentou entrar no estúdio de gravação utilizado pelo líder da oposição no mesmo edifício. Quem filmava os acontecimentos afirmou que a polícia disse tratar-se de uma ameaça de bomba.

Nicolai Lyaskin, coordenador político de Navalny para a área de Moscovo, foi também detido pela polícia, indicou a agência noticiosa Interfax.

Depois de saber que Nalvany tinha incentivado manifestações em 115 cidades na Rússia, as autoridades do país emitiram de seguida uma advertência contra os protestos por “não serem autorizados”. As manifestações eram, segundo o opositor de Putin, uma “greve de votantes”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: mmachado@observador.pt
Vladimir Putin

Síria: não há forma de lavar a hipocrisia 

José Milhazes

Lavrov apoiou a acção turca porque os ataques visam curdos e outras forças sírias apoiadas pelos EUA. Não é difícil imaginar o regozijo reinante no Kremlin face à luta entre parceiros da NATO na Síria

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site