Outubro é mês de apresentações de tecnologia, a tempo de colocar no mercado novos produtos para o Natal. Ontem a Google apresentou os novos Nexus (smartphone e tablet) e o novo sistema operativo Android, que recebeu o nome “Lollipop” (chupa-chupa). O novo smartphone Nexus 6, desenvolvido com a Motorola, tem um ecrã de 5,96 polegadas Quad HD, uma câmara traseira com 13 MP e uma câmara frontal com 2 MP. Tem duas colunas frontais que permitem uma melhor qualidade de som, carregamento “sem fios” integrado e um sistema chamado “Turbo Charger”, que acrescenta 6 horas de autonomia com apenas 15 minutos de carregamento extra. O Nexus 6 tem 3 GB de RAM e duas opções de memória de armazenamento, 32 ou 64 GB.

O Nexus 9 é o novo tablet e foi desenvolvido com a HTC. Pesa 420 gramas, tem um ecrã de 8,9 polegadas, “suficientemente pequeno para poder ser agarrado com uma mão e grande o suficiente para trabalhar”, lê-se no comunicado. O Google desenvolveu um teclado a que chamou “Folio” e que se liga ao tablet magneticamente, “transformando-o” num PC. É o primeiro Nexus com processador a 64 bits e uma potência gráfica que, segundo o Google, iguala um PC de secretária.

O novo Android 5.0 (Lollipop) promete ser mais flexível e integrador, adapta-se aos diferentes equipamentos e pode ser personalizado. O Google diz que “com o Lollipop é mais fácil retomar onde parou sejam músicas, fotografias, aplicações e até mesmo as pesquisas mais recentes num dos seus equipamentos Android que podem ser imediatamente utilizadas em qualquer dos outros equipamentos.”

Os sinais de convergência têm vindo a ser adotados também pela Apple e pela Microsoft. O Google, através dos novos Nexus e do Lollipop contribui para a formação de um ecossistema, fundamental para manter os consumidores agarrados a uma marca ou produto.

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