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Greve

CGTP quer utentes a apoiar greve no Metro

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O secretário-geral da CGTP defendeu que a luta dos trabalhadores do Metro de Lisboa "tem de ser apoiada pelos funcionários e pelos utentes, porque é uma luta de todos, em defesa do serviço público".

O secretário-geral da CGTP juntou-se aos trabalhadores do Metro de Lisboa, na luta contra a precariedade do emprego

Tiago Petinga/LUSA

O secretário-geral da CGTP defendeu na segunda-feira que a luta dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa “tem de ser apoiada pelos funcionários e pelos utentes, porque é uma luta de todos, em defesa do serviço público”.

Arménio Carlos falava à imprensa à porta das instalações do Metropolitano de Lisboa, que está parado desde as 23:15 de segunda-feira em virtude de uma greve de 24 horas convocada pelos sindicatos dos trabalhadores.

“Este Governo continua fortemente empenhado em privatizar estas empresas e fazer delas um instrumento de negócio”, declarou aos jornalistas.

O sindicalista lembrou que os trabalhadores do Metropolitano viram ser-lhes retirados direitos como o complemento de reforma, além de que não verem os salários aumentados há anos.

Para Arménio Carlos, a luta dos trabalhadores do metro “é também uma luta da população de Lisboa contra a entrega da empresa à iniciativa privada”.

“Esta é uma luta de grande significado. Os trabalhadores do Metropolitano estão a lutar pelos seus direitos e a lutar pela população de Lisboa, em defesa de um serviço público e de qualidade”, frisou o sindicalista, à porta das instalações do Metro onde se juntou a trabalhadores que integravam um piquete de greve.

Arménio Carlos sublinhou que os trabalhadores do Metro há anos que não têm aumentos salariais, além de que têm visto ser-lhes retirados direitos.

“Ainda há pouco viram colegas seus em situação de reforma ficarem sem complementos de reforma”, referiu.

Mostrando-se solidário com os trabalhadores do metro, Arménio Carlos apelou à população de Lisboa para que se solidarize também com a luta destes trabalhadores, por considerar que a luta “contra as políticas de privatização deste Governo é uma luta de todos os portugueses”.

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