Decorria 1996 quando o vídeo musical “Wannabe“, do grupo Spice Girls, chegou ao pequeno ecrã e, com ele, cinco raparigas. Incluindo aquela que viria a ser batizada de “Posh Spice” por ter gostos mais refinados, isto é, caros. Seguiu-se o casamento com o futebolista britânico do momento, que lhe garantiu o apelido Beckham, e o carimbo das Nações Unidas, instituição da qual é embaixadora da boa vontade faz pouco tempo. Mas falar hoje de Victoria Beckham é falar também da empresária mais bem-sucedida do Reino Unido. E isso tem muito que se lhe diga.

A cantora de 40 anos transformou-se numa designer de moda de sucesso e está no topo de uma lista com os 100 melhores empresários britânicos, segundo a revista Management Today, da qual constam nomes como Sir James Dyson e Vivienne Westwood. A lista inclui mais 15 mulheres, sendo que os empresários foram definidos como “autênticos criadores de emprego”, explica a brasileira Globo.

O título máximo coube a Victoria tendo em conta as fortes vendas, o número de emprego criado e a riqueza total estimada. O certo é que o seu negócio evoluiu de um milhão de libras para 30 milhões (de 1,3 milhões de euros para 38 milhões) — e de três para 100 funcionários — em apenas cinco anos. Além disso, a revista em questão estimou a fortuna da ex-Spice em 210 milhões de libras (qualquer coisa como 267 milhões de euros).

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Victoria lançou a marca de moda homónima em 2008, a mesma que, passados dois anos, foi eleita a designer brand do ano nos British Fashion Awards — a empresa de Victoria inclui uma linha mais acessível, pese embora as malas luxuosas com preços que ascendem a 18 mil libras cada uma (aproximadamente 23 mil euros). Em setembro, a senhora Beckham abriu primeira loja na capital inglesa, em Mayfair.