As forças da coligação que desde o verão combatem o Estado Islâmico na Síria e no Iraque já mataram mais de 6.000 elementos deste grupo radical, incluindo metade da estrutura superior do grupo, segundo fontes da Diplomacia dos Estados Unidos, citadas pela CNN.

Os serviços secretos norte-americanos estimam que o Estado Islâmico tenha, nas suas fileiras, entre 9.000 a 18.000 elementos. No entanto, acredita-se que o grupo consegue facilmente mobilizar novos membros, sendo capaz de chegar aos 31 000 rebeldes.

O número de baixas não tinha sido divulgado anteriormente, mas esta quinta-feira de manhã o embaixador norte-americano no Iraque revelou, na cadeia de televisão Al Arabiya, que aproximadamente 6000 rebeldes tinham sido mortos e que as baixas estavam a ter um impacto “devastador” no EI.

O Pentágono recusou-se sempre a avançar números. Como disse o Almirante John Kirby esta quinta-feira em conferência de imprensa, os EUA não estão a “contar corpos”, um método que se assemelha, disse, às estatísticas da Guerra do Vietname, em que o número de mortos era utilizado como medidor do sucesso da ofensiva norte-americana.

Nos últimos dias o Iraque tem criticado os Estados Unidos, acusando-os de não fazerem o suficiente na luta contra o Estado Islâmico.