Os trabalhadores contestam os sucessivos atrasos no pagamento de salários através de verbas comunitárias e exigir outro modelo de financiamento para o setor. Os protestos voltaram este mês, com professores a denunciarem situações de escolas que estavam sem receber as verbas necessárias desde o final de novembro.

O Ministério da Educação informou na semana passada que as transferências financeiras já tinham sido feitas. Porém, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) insiste que é preciso assegurar os salários sem recurso a programas europeus.

“Problema com dimensão crescente é o que sentem aqueles cuja atividade é remunerada a partir de fundos comunitários, com os quais os governos têm vindo a substituir responsabilidades de financiamento que deveria ser suportado com verbas do Orçamento de Estado”, afirma a Fenprof no comunicado em que anuncia a concentração de hoje no Largo Jean Monnet.

Os professores vão tentar reunir-se com responsáveis da representação comunitária em Lisboa.