O saltador português Nelson Évora foi quarto classificado no Meeting do Mónaco, da Liga de Diamante de atletismo, com 17,11 metros (vento nulo).

O habitual despique entre o norte-americano Christian Taylor (17,75) e o cubano Pedro Pablo Pichardo (17,73), voltou a ser favorável ao atleta dos Estados Unidos, mas o nível da prova foi algo inferior ao da semana passada, em Lausana. Na terceira posição voltou a colocar-se o norte-americano Omar Craddock, com 17,35.

Nelson Évora, que há uma semana havia conseguido 17,24, voltou a passar os 17 metros, mas desta feita com 17,11, ao terceiro ensaio. Fez outros saltos a 16,83 (1.º), 16,60 (2.º), 16,84 (5.º) e 16,91 (6.º).

O dia ficou ainda marcado pelo feito da etíope Genzebe Dibaba, que bateu o recorde mundial dos 1.500 metros, com 3.50,07 minutos. O anterior máximo pertencia desde 1993 à chinesa Yunxia Qu, com 3.50,46.

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Entretanto, Tsanko Arnaudov foi oitavo (último) na sua estreia em meetings da Liga de Diamante, com 19,45 metros no lançamento do peso, prova ganha pelo norte-americano Joe Kovacs, com 22,56, melhor marca mundial do ano.

A seleção portuguesa foi segunda nos 4×100 metros, com 39,05 segundos, aquém dos 38,94 conseguidos na semana passada, em Madrid. A equipa foi constituída por Edi Sousa, Francis Obikwelu, Arnaldo Abrantes e Yazaldes Nascimento. A prova foi ganha por uma formação dos Estados Unidos, com quatro dos melhores especialistas mundiais, entre os quais Justin Gatlin e Tyson Gay, que conseguiu 37,87. A França foi terceira, com 39,64, e a Itália não concluiu a prova.