A polícia brasileira acusou o presidente do Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, no âmbito de uma investigação de casos de evasão fiscal para evitar o pagamento de multas ao Tesouro Público, noticiou na terça-feira a imprensa local.

As autoridades judiciais vão “solicitar mais informações antes de decidirem se vão levar a tribunal o presidente do banco (Luiz Trabuco) por corrupção”, escreve o jornal Folha de São Paulo.

Nove outras pessoas foram acusadas com Luiz Trabuco por corrupção ativa e passiva, tráfico de influências e branqueamento de capitais.

Os investigadores suspeitam de que o Bradesco tinha um contrato com um escritório de advogados para subornar membros do Conselho de Recursos Fiscais, entidade responsável pela resolução de conflitos com os impostos, para “evitar ou mitigar multas”, acrescenta o jornal.