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Ilumine o seu dia e leve o sol para casa

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Vivemos a maior parte do tempo à sombra do sol e dificilmente conseguiríamos trabalhar, estudar, treinar, ler, dançar, até namorar, sem luz artificial. A luz é um grande aliado para uma vida saudável

Caminhar todas as manhãs seria o ideal. Mas se não puder, pelo menos tente fazê-lo duas vezes por semana. O sol é essencial ao bom funcionamento do nosso organismo e em doses adequadas melhora a eficácia do sistema imunológico, estimula o metabolismo, o cérebro, a capacidade de aprendizagem e até reduz o colesterol. Como sabemos, no entanto, e experimentamos diariamente no mundo do trabalho, o sol anda cada vez mais desaparecido dos nossos dias. Saímos de casa de madrugada, muitas vezes antes ainda do nascer do sol, para regressarmos já noite fechada.

José Wallenstein reconhece a falta que o sol lhe faz, mas a sua profissão obriga-o a passar muitas horas no estúdio. “Um buraco onde não entra sol”, lamenta o ator. Neste momento, está a gravar a novela “Ouro Verde”, onde desempenha o papel de um inspetor da Polícia Judiciária. “Em Portugal, o horário de trabalho é de 11 horas por dia, de segunda a sexta”, explica. É o tempo de trabalho da equipa, mas os atores nem sempre gravam todos os dias nem durante 11 horas seguidas. “Sempre que tenho um tempinho vou lá fora apanhar um pouco de ar puro e de luz”, conta. E em dia de folga, almoçar numa esplanada é a sua primeira escolha. É que apesar da maior parte das filmagens decorrer durante o dia, José Wallenstein está muito tempo no interior do estúdio.

Mas não é só no mundo da ficção que a maior parte da ação se passa dentro de quatro paredes. Para uma grande maioria de pessoas, é essa a realidade quotidiana. Mas graças a Edison e à evolução na área da iluminação é hoje possível prolongar as horas de luz e realizar grande parte das tarefas depois do pôr do sol. Para a maioria das profissões, sem luz artificial não seria possível fazer um sem número de atividades, da educação à saúde, do desporto aos negócios.

Atenção, no entanto, ao ciclo claro/escuro e à importância do sol e do sono. A luz artificial pode interferir com os nossos ciclos biológicos e a nossa química cerebral, prejudicando o seu funcionamento. Daí ser crucial saber escolher a melhor iluminação para cada zona da casa, atendendo à sua função. Uma iluminação adequada é um grande aliado para uma vida saudável.

A gama IKEA Smart Lighting surge assim como uma luz ao fundo do túnel. Através de sensores de movimento, um comando ou uma aplicação no telemóvel, conseguirá gerir a iluminação da sua casa com a máxima eficácia e ainda conseguir poupar energia. Com o comando TRÅDFRI pode ligar e desligar, regular a intensidade e a cor da luz até, no máximo, dez lâmpadas. Se quiser controlar um número maior de dispositivos, poderá instalar no telemóvel a aplicação TRÅDFRI que permite ligar até 100 dispositivos. Isto significa que poderá criar inúmeros ambientes, respeitando as funções de cada espaço e as necessidades de quem os utiliza.

No fundo, é preciso tentar encontrar um equilíbrio. Se tiver de passar muitas horas sem luz solar, privilegie um sistema de iluminação de qualidade, em que a intensidade e a cor da luz são fundamentais para o seu bem-estar e adaptadas ainda a cada atividade. E sempre que puder, saia um pouco para o ar livre e aproveite os benefícios da exposição solar.

O nosso corpo é uma máquina dinâmica, movida a energia e regulada por hormonas. E se o sol é essencial, a escuridão também tem o seu papel neste processo. Por isso, pode ler o livro que tem na mesa de cabeceira aproveitando a luz ambiente do seu sistema IKEA Smart Ligthting. Depois, é só apagar a luz com um simples clique no comando e dormir um sono descansado.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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