General Motors

O quê? General Motors já admite regressar à Europa

Parece que o “adeus” foi mais um “até já”. Depois de ter abandonado a Europa, com a venda da Opel/Vauhxall à PSA, a GM pode, afinal, regressar. É "muito possível" que isso aconteça, admite Mary Barra.

A acontecer, o regresso da GM à Europa não se fará através da venda de automóveis

Autor
  • Francisco António

Assumida a vontade de abandonar a Europa, devido aos fracos resultados das suas marcas, a General Motors (GM) vendeu a Opel/Vauhxall à francesa PSA e regressou a casa. Mas, ao que parece, por pouco tempo. A CEO do gigante automóvel norte-americano, Mary Barra, admite já o regresso, mas noutros moldes: como fornecedor de tecnologia de condução autónoma e outros serviços de mobilidade.

Nada nos impede de regressar, um dia, à Europa”, afirmou a CEO da GM, num evento da Associação de Imprensa Automóvel norte-americana. Assumindo mesmo que é “muito possível” que isso aconteça.

Recorde-se que a GM decidiu sair dos mercados europeus, no âmbito de uma estratégia que visava abandonar as regiões do globo onde o construtor tinha piores resultados. Sendo que o objectivo passa igualmente por uma transformação do próprio grupo num fornecedor de soluções tecnológicas, capaz de competir com players como a Uber Technologies, ou a divisão de condução autónoma da Alphabet, a Waymo.

A CEO da GM, Mary Barra

Com o dinheiro poupado ou arrecadado com as vendas, Mary Barra tem vindo a investir cada vez mais nos automóveis autónomos, na tecnologia do veículo eléctrico e nos serviços de partilha de viagens. Procurando assim direccionar o grupo para novas áreas da mobilidade, refere a Bloomberg.

Entretanto, a GM apresentou, no passado mês de Novembro, o seu novo Chevrolet Bolt, equipado com condução autónoma. Garantindo que o carro estará pronto para ser utilizado em serviços de partilha, já em 2019.

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