IURD

Direito de resposta. “IURD decreta ‘jejum de notícias’ aos fiéis”

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Nos termos do artigo 24.º da Lei de Imprensa, publicamos o direito de resposta enviado pela IURD relativo ao artigo "IURD decreta 'jejum de notícias' aos fiéis".

ANTONIO SILVA/LUSA

Ao abrigo da Lei nº.2/99, de 13 de Janeiro, publicamos o direito de resposta enviado pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) relativo ao artigo publicado do Observador “IURD decreta ‘jejum de notícias’ aos fiéis”:

“O Observador publicou um artigo intitulado “IURD decreta ‘jejum de notícias’ aos fiéis”, no qual é afirmado que a IURD decretou aos seus fiéis um jejum de notícias e de informações, na sequência de notícias em que é divulgado que a IURD estaria envolvida numa “rede de adoções ilegais” através de um lar que fazia parte da sua obra social, onde eram acolhidas crianças retiradas às famílias biológicas e que acabavam no estrangeiro, adotadas ilegalmente por bispos e pastores da IURD.

Todas estas afirmações são falsas, atingem de uma forma inaceitável o bom-nome e a reputação da IURD.

A referida instituição recebia crianças, todas elas lá colocadas no seguimento de pedidos de proteção e promoção, emitidos por tribunais ou pelas próprias comissões especializadas na proteção de menores. Essas crianças eram continuamente acompanhadas por técnicas da Segurança Social que frequentemente se deslocavam à referida instituição.

Em momento algum as crianças foram retiradas às famílias biológicas, sem mais, e adotadas ilegalmente por pastores e bispos da IURD, tanto mais que de entre as crianças que se encontravam no Lar e que foram adotadas, apenas uma minoria o foi por pessoas ligadas à IURD. E os processos de adoção seguiram todos os trâmites legais e não padecem de qualquer vício formal ou ilegalidade.

Ao contrário do que se dá a entender ao leitor, o “jejum de Daniel” não é um “jejum de notícias”, mas antes uma expurgação de tudo o que é mundano e fútil através de uma espécie de retiro espiritual.

O designado “jejum de Daniel” é uma prática baseada na fé cristã e inspirada em passagens bíblicas, que nada tem que ver com a reportagem difamatória e infundada emitida pela TVI.

Repudiamos todas as imputações e falsas afirmações que o artigo lança sobre a nossa Igreja, exigindo a reposição da verdade, para salvaguarda da reputação de todos aqueles que partilham a nossa fé.”

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