Imigração Ilegal

Alemanha, Itália e Áustria querem reduzir imigração ilegal na União Europeia

Os governos da Alemanha, Itália e Áustria dizem estar empenhados em cooperar intensamente no sentido de "reduzir, se possível a zero," a imigração ilegal na União Europeia.

OPEN ARMS HANDOUT/EPA

Os governos da Alemanha, Itália e Áustria dizem estar empenhados em cooperar intensamente no sentido de “reduzir, se possível a zero,” a imigração ilegal na União Europeia.

As coisas são relativamente simples: os três (governos) concordam em pôr a situação em ordem” e “enviar uma mensagem clara de que no futuro não vai ser possível pisar solo europeu a não ser que se tenha direito a proteção”, disse o ministro austríaco do Interior, Herbert Kickl, antes da reunião com os homólogos italiano e alemão.

Trata-se de um encontro tripartido que reúne ministros da Justiça e do Interior dos executivos da Alemanha, Áustria e Itália, que decorre esta quinta-feira na cidade austríaca de Innsbruck, e que analisa a questão da “imigração ilegal”.

Mais tarde, os representantes dos 28 países reúnem-se num Conselho Informal da União Europeia sobre a questão migratória e que deve discutir, entre outros pontos, a proposta dos ministros de Berlim, Roma e Viena.

O encontro desta quinta-feira entre a Alemanha, Itália e Áustria pretende “travar o máximo possível a imigração até ao ponto zero”, disse Herbert Hickl que anunciou a realização de uma reunião de “caráter técnico” e que vai reunir representantes dos três países no próximo dia 19 de julho em Viena.

Por parte de Itália, Matteo Salvini, disse que a “partir deste momento” os três países vão trabalhar em conjunto para “reduzir as partidas (de fora da Europa), os desembarques em território europeu e as mortes (no Mediterrâneo)”.

Salvini acrescentou que a Itália não “pode continuar a ser o único ponto de chegada de refugiados” e que Roma precisa de “reduzir o problema, os custos económicos e sociais da imigração” que não podem continuar a ser sustentados pelo país.

O alemão Horst Seehofer frisou que “não são os traficantes de seres humanos quem decide que países devem acolher as pessoas” nem quais são os Estados que devem conceder o estatuto de asilo.

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