Venezuela

Governo português condena atentado de sábado na Venezuela e rejeita “quaisquer meios violentos”

268

O Governo português condenou os acontecimentos de sábado na Venezuela e reafirmou a "rejeição do uso de meios violentos para quaisquer fins políticos".

MIGUEL GUTIERREZ/EPA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

O Governo português condenou este domingo os acontecimentos de sábado na Venezuela durante as celebrações do aniversário da Guarda Nacional Bolivariana e reafirmou a “rejeição do uso de meios violentos para quaisquer fins políticos”.

No breve comunicado emitido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Governo de Lisboa reitera ainda a “convicção de que a grave crise que a Venezuela enfrenta só poderá ser ultrapassada através de um amplo diálogo e um sólido consenso nacional entre todos os venezuelanos, no pleno respeito pelos princípios democráticos e pelos direitos humanos”.

No sábado, e no decurso das celebrações do 81.º aniversário da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), duas explosões, aparentemente provocadas por um ‘drone’ [avião não tripulado], obrigaram o Presidente da Venezuela Nicolás Maduro a abandonar rapidamente a cerimónia.

O ato, que decorria na Avenida Bolívar de Caracas (centro), estava a ser transmitida em simultâneo e de maneira obrigatória pelas rádios e televisões venezuelanas e no momento em que Maduro anunciava que tinha chegado a hora da recuperação económica ouviu-se uma das explosões, que fez inclusive vibrar a câmara que focava o chefe de Estado.

Espanha, Rússia e Turquia foram alguns dos países que condenaram o alegado atentado, que deixou Nicolás Maduro ileso mas provocou sete feridos.

O incidente ocorre numa altura em que a Venezuela vive uma situação social e política particularmente tensa, com uma penúria generalizada no país.

A inflação pode atingir os 1.000.000% no final de 2018, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) pode cair 18%.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
França

A secessão das elites /premium

André Abrantes Amaral

O problema resume-se ao simples facto de o dinheiro não chegar. Simplesmente, chegámos ao salve-se quem puder. Os ricos fogem do país e os pobres saem para a rua, mas vivem todos o mesmo problema.

Desigualdade

What’s right na desigualdade? /premium

Maria João Marques

O ponto é este: as pessoas só aprovam a globalização se sentirem que ganham alguma coisa com isso e, mesmo ganhando, se não veem outros ganharem desproporcionadamente mais.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)