Governo

Governo destaca “boa situação no mercado de trabalho” com queda do desemprego

O Governo destacou a "boa situação no mercado de trabalho", devido à queda da taxa de desemprego para 6,8% em junho, a mais baixa desde setembro de 2002.

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O Governo destacou esta quinta-feira a “boa situação no mercado de trabalho”, devido à queda da taxa de desemprego para 6,8% em junho, a mais baixa desde setembro de 2002, mas também pela “dinâmica da criação de emprego”.

“Estes números vêm demonstrar uma boa situação no mercado de trabalho com a descida do desemprego”, considerou o ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Vieira da Silva.

Reagindo aos números do Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam que a taxa de desemprego desceu para 6,8% em junho, quer em termos homólogos quer em cadeia, sendo a mais baixa desde setembro de 2002, o governante destacou, por seu lado, que também “a dinâmica da criação de emprego continua muito elevada”. “No horizonte desta legislatura, neste mês completa-se a criação de mais de 321 mil postos de trabalho, o que é, de facto, um resultado muito forte e muito impressivo, que demonstra a dinâmica do mercado de trabalho, quer na parte dos jovens, quer na parte dos menos jovens”, notou Vieira da Silva.

Falando num “conjunto de fatores que mostram que há um dinamismo muito grande do mercado de trabalho”, este responsável adiantou que “as contribuições para a Segurança Social também continuam a crescer a um ritmo muito elevado”. Tal situação “quer dizer que o emprego e os salários estão a comportar-se de uma forma positiva e isso é, obviamente, um fator muito importante para a nossa sociedade e para a nossa economia”, vincou.

Ainda assim, Vieira da Silva referiu que “também já é visível que, em muitos setores de atividade, em várias regiões do país, há a consolidação de um problema que surge, que é a falta de mão-de-obra particularmente qualificada para alguns investimentos”. Esta é, assim, “uma preocupação” para o executivo, que pretende assegurar que não existem “bloqueio aos investimentos, que são fundamentais”, concluiu Vieira da Silva.

A taxa de desemprego de junho de 2018 situou-se em 6,8%, menos 0,2 pontos percentuais do que no mês anterior, menos 0,7 pontos percentuais em relação a três meses antes e menos 2,3 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2017, segundo a estimativa mensal de emprego e desemprego do INE. Em junho, a população empregada foi estimada em 4.811,6 mil pessoas, tendo aumentado 0,4% (20,3 mil) em relação ao mês anterior (maio de 2018), 0,7% (32,6 mil) em relação a três meses antes (março de 2018) e 2,8% (132,3 mil) em comparação com igual mês do ano passado.

A taxa de emprego situou-se em 61,8%, o que corresponde a um decréscimo de 0,1 pontos percentuais em relação ao mês anterior e a um acréscimo 0,2 pontos percentuais em relação a três meses antes e de 1,4 pontos percentuais em comparação com o período homólogo de 2017.

Em junho, a população desempregada foi estimada em 352,4 mil pessoas, uma diminuição de 10,9 mil (3%) face ao mês anterior e de 32,7 mil (8,5%) face a março. Relativamente a junho de 2017, a diminuição foi de 25% (117,6 mil).

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Governo

Quem quer casar com um governante?

Luís Reis
270

Se Soares foi Presidente-Rei, Costa revelou-se Primeiro-Ministro-Rei chamando o seu reduto doméstico a participar no governo dos súbditos, um nepotismo rosa instalado e a preparar a sucessão dinástica

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)