Eleições Europeias

Partidos de Macron e Le Pen praticamente empatados em sondagem francesa

101

Apesar dos resultados muito próximo o LREM situa-se como primeiro partido de França, com 21,5%, seguido muito de perto pelo RN, com 21%, de acordo com uma sondagem da Odoxa Dentsu publicada no Figaro.

ABIR SULTAN/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O partido República em Marcha (LREM), do presidente francês, Emmanuel Macron, e o Reagrupamento Nacional (RN) da líder da extrema-direita Marine Le Pen estão praticamente empatados nas intenções de voto para as eleições europeias de 2019.

Mesmo assim o LREM situa-se como primeiro partido de França, com 21,5%, seguido muito de perto pelo RN, com 21%, de acordo com uma sondagem da Odoxa Dentsu publicada esta sexta-feira no Figaro e transmitida pela France Info. Para o partido de Macron, o resultado desta última sondagem representa uma queda em relação à pesquisa realizada antes do verão e que indicava que entre 23% a 26% dos franceses pretendiam votar no LREM.

A atual previsão (21,5%) representa uma descida de 8% em relação ao resultado obtido por Macron nas presidenciais de junho de 2017. Pelo contrário, os últimos meses parecem ter sido favoráveis ao partido de extrema-direita já que no princípio do verão a intenção de voto no RN situava-se entre os 17% e os 18%.

Na terceira posição situam-se os Republicanos (direita) com 14% que nas últimas eleições europeias de 2014 obteve 27% dos votos. O partido de esquerda França Insubmissa de Jean-Luc Mélenchon mantém-se na quarta posição, tal como ocorreu nas últimas eleições presidenciais.

Segundo a sondagem publicada, o partido de Mélenchon regista 12,5% das intenções de voto para as eleições europeias agendadas para o próximo mês de maio.

A plataforma de Nicolas Dupont Aignan, potencial aliado de Le Pen, consegue 6%, os ecologistas 5% e o Partido Socialista, do antigo ministro Benoit Hamon, continua a baixar não ultrapassando os 4,5% das intenções de voto.

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Governo

A famiglia não se escolhe? /premium

Alberto Gonçalves

Se ainda não se restringiu o executivo aos parentes consanguíneos ou afins do dr. Costa, eventualidade que defenderia com empenho, a verdade é que se realizaram amplos progressos na área do nepotismo

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)