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Brincar não é (só) para meninos

Sabia que ao brincar com o seu filho está a estimular o desenvolvimento cognitivo, emocional e social?

E sabia também que é a brincar que as crianças aprendem sobre si mesmas e sobre o mundo que as rodeia, aumentando as suas capacidades e competências? Ora, a brincar a brincar se dizem as verdades, e é com base nestas premissas e na ambição de celebrar o direito de todas as crianças à brincadeira que a IKEA lança a campanha Vamos Brincar para a Mudança.

Brincar é para todos…

A IKEA leva a brincadeira muito a sério, e, por isso, defende que brincar é tão importante quanto aprender. Sabe porquê? Porque permite estabelecer ligações, criar, recarregar energias, escapar à rotina, explorar e desenvolver. Para a marca sueca, especialista em matéria de brincadeira e em melhorar o dia a dia de muitas famílias, são os momentos de diversão que tornam os dias mais felizes e inspiradores. O que o prova? O IKEA Play Report 2017 que reúne as principais conclusões de um estudo desenvolvido pela marca sobre brincadeira.

E por constatar que muitas vezes, no meio de toda a correria e azáfama, as crianças vão perdendo este hábito essencial ao seu bem-estar, a IKEA criou um guia prático que inspira atividades divertidas e criativas em casa, sempre com a ajuda de uma gama de produtos criados a pensar no desenvolvimento dos mais novos.

… E um direito fundamental de todos

Brincar é de facto uma necessidade básica de miúdos e graúdos, é um direito fundamental de todos. No entanto, milhões de crianças em todo o mundo não têm acesso a esse seu direito. Por isso, e por acreditar que quaisquer que sejam as circunstâncias todas as crianças merecem brincar e aproveitar a sua infância, a IKEA Foundation uniu-se a seis organizações mundiais – Handicap International, Room to Read, Save the Children, Special Olympics, UNICEF e War Child – para proporcionarem, às crianças em situações mais vulneráveis, lugares seguros para brincarem, desenvolverem-se. Uma ação que já permitiu a 150.000 crianças beneficiarem do direito à brincadeira.

Brincar é essencial, até na escola

E porque brincar é essencial até mesmo na escola a IKEA volta a lançar o concurso Vamos Brincar, na Escola, dirigido a todas as escolas básicas do ensino público, desafiando-as a desenvolver projetos que permitam às crianças brincar mais e melhor. As duas escolas que vencerem o concurso receberão o dobro do valor das vendas da gama SAGOSKATT para implementar os seus projetos. Saiba mais aqui.

E por fim para os pequenos designers…

A IKEA dá novamente a oportunidade de desenharem o peluche dos seus sonhos com o passatempo Pequenos Designers da IKEA. Dias 24 e 25 de novembro, a IKEA convida todas as crianças até aos 12 anos de idade a participar neste passatempo nas suas lojas, onde poderão também participar em várias atividades. Os cinco vencedores veem o seu desenho tornar-se realidade, na coleção SAGOSKATT, cujo dobro do valor das vendas é doado a projetos locais que apoiam o direito de todas as crianças à brincadeira e ao desenvolvimento. Saiba mais aqui.

A brincadeira é um momento valioso

Vamos Brincar para a mudança é uma campanha que realça a essência de brincar todos os dias e mostra que quanto mais se sabe, mais se pode aprender como brincar mais e melhor, seja em casa, na escola ou em comunidades vulneráveis.

Vamos começar a brincadeira?

#vamosbrincarparaamudança

Este conteúdo é da autoria da IKEA

Saiba mais em https://observador.pt/seccao/observador-lab/ikea-inspira/

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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