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ERC aprova nova direção de informação da RTP e exoneração dos adjuntos de Paulo Dentinho

A ERC aprovou a nova direção de informação da estação pública escolhida pela administração, composta por Maria Flor Pedroso, Cândida Pinto, Helena Garrido, Hugo Gilberto e António José Teixeira.

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) aprovou a nova direção de informação da RTP, de acordo com o comunicado tornado publico pela ERC, depois de não ter dado o aval no mês passado por considerar que “o operador público não fundamentou adequadamente os pedidos de exoneração”. Assim, fica aprovada a nova direção de informação da estação pública, composta por Maria Flor Pedroso, Cândida Pinto, Helena Garrido, Hugo Gilberto e António José Teixeira e também a decisão de exonerar Vítor Gonçalves e João Fernando Ramos, que eram os adjuntos de Paulo Dentinho quando este dirigia a informação da RTP.

O Conselho Regulador deliberou, no dia 3 de dezembro de 2018, dar parecer favorável à nomeação de Cândida Pinto, de Helena Garrido e de Hugo Gilberto Neves Martins Sousa, para Diretores Adjuntos da Direção de Informação de Televisão da RTP, bem como à destituição de Vítor Manuel Gonçalves Loureiro e de João Fernando Correia Ramos do desempenho desses mesmos cargos.”, lê-se na nota publicada pela ERC.

O regulador considerou a “adequação profissional” dos nomes propostos e “os esclarecimentos entretanto prestados pelo operador de serviço público” como os fatores que levaram à decisão favorável.

Paulo Dentinho colocou à disposição o lugar de diretor de informação da RTP depois de duas publicações na página pessoal que mantinha na rede social Facebook, e a administração da RTP decidiu exonerá-lo Nessas publicações, o jornalista falava sobre o modo como a sociedade fala sobre o problema da violência sexual contra as mulheres. Um episódio que se passou no auge da polémica que envolve Cristiano Ronaldo e Catherine Mayorga. O jornalista acabou por apagar as publicações da página, mas acabou fora da direção de Informação. Os adjuntos de Paulo Dentinho também foram exonerados nessa altura, mas a ERC chumbou essa decisão porque considerou “insuficientemente fundamentados os pedidos de exoneração”.

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