Mário Centeno

Centeno escolhido como “o ministro das Finanças do ano” da Europa

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Quem o diz é a publicação The Banker, do Financial Times, apontando sobretudo o trabalho do ministro das Finanças português como presidente do Eurogrupo ao longo do último ano.

Centeno foi eleito presidente do Eurogrupo há um ano, para um mandato de dois anos e meio.

OLIVIER HOSLET/EPA

 

Mário Centeno foi escolhido como o “ministro das Finanças do ano” pela publicação The Banker, que pertence ao Financial Times. A distinção é justificada com a “maratona negocial” liderada por Centeno, como presidente do Eurogrupo, para a reforma da zona euro.  “Pode olhar para os primeiros 12 meses como presidente do Eurogrupo com uma satisfação merecida“, refere a publicação especializada em informação financeira e económica.

Ao The Banker, Centeno refere que tem pela frente foi desafios “ainda maiores” em 2019: o Sistema europeu de seguro de depósitos e o orçamento da zona euro. No texto que acompanha a sua escolha, a publicação explica a eleição de Centeno como presidente do Eurogrupo, há um ano, como um “reconhecimento da recuperação económica surpreendente de Portugal”, onde destaca o desemprego “eu caiu para menos de metade”, em relação ao pico de 2013, mas também as previsões da OCDE para o crescimento da economia nacional e para o défice.

Quanto ao seu papel no Eurogrupo, a publicação acrescenta ainda que o ministro português ganhou fama de “conciliador” entre os seus pares, no Eurogrupo, sobretudo “em comparação com o seu antecessor, o “por vezes mais conflituoso” Jeroen Dijsselbloem. O ministro refere à publicação que os distinguiu que acredita “firmemente nas instituições e em torná-las melhores”

A conta oficial de Twitter do Ministério das Finanças fez referência a esta distinção:

Em termos globais (e também pelo continente asiático), o The Banker distingue o ministro das Finanças indonésio Sri Mulyani Indrawati, porque que no último ano a Indonésia “enfrentou a tragédia [com os sismos de Lombok, em Agosto], mas o país manteve a resistência sob a sua orientação”. Pelo continente americano (norte e sul), a Felipe Larrain, ministro das Finanças do Chile. Já o ministro das Finanças para o Médio Oriente apontado pela publicação foi o responsável pelas Finanças de Israel, Moshe Kahlon, e para o continente africano, o escolhido foi o egípcio Mohamed Maait.

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