Energia Renovável

Omniflow fecha ronda de investimento de dois milhões de euros para energia inteligente

A nova ronda de financiamento vai servir para reforçar a equipa de gestão em desenvolvimento de software, Internet das Coisas (IoT) e comercial, bem como para consolidar a estratégia internacional.

A empresa portuense fundada em 2011 produz energia a partir de fontes renováveis, armazena-a em baterias e gere-a de forma inteligente e eficiente

A Omniflow, uma empresa que desenvolveu uma plataforma de energias inteligentes a partir de fontes renováveis, fechou recentemente uma nova ronda de financiamento de dois milhões de euros, promovida pelo Fundo HCapital New Ideas, um fundo de capital de risco português dedicado às áreas de energia, mobilidade e territórios inteligentes. A nova ronda de investimento, anunciou a empresa em comunicado, servirá para reforçar a equipa de gestão em desenvolvimento de software, Internet das Coisas (IoT) e comercial, bem como para consolidar a sua estratégia de internacionalização.

Esta nova ronda veio permitir-nos ter o suporte financeiro adicional para que possamos ser um pouco mais rápidos na implementação da nossa estratégia global onde já contamos com aproximadamente 1000 equipamentos instalados em mais de 20 países”, disse Pedro Ruão, presidente da Omniflow, citado em comunicado.

A empresa portuense fundada em 2011 desenvolveu uma plataforma inteligente para o IoT — o Omniled –, que produz energia a partir de fontes renováveis, armazena-a em baterias e gere-a de forma inteligente e eficiente. Iluminação, alimentação de sistemas de vigilância ou serviços de telecomunicações são alguns dos exemplos onde a plataforma pode ser utilizada, mantendo-os ativos mesmo durante uma falha da rede elétrica. Numa cidade com 10.000 candeeiros, explica a empresa, “a poupança com esta plataforma seria de aproximadamente 7.3 Gwh/ano com uma redução de 2.066 toneladas de CO2 todos os anos”.

Rita Marques, presidente da Portugal Ventures, sociedade pública de capital de risco que tem a empresa no seu portefólio, refere que “desde 2011 que a Portugal Ventures acompanha o crescimento da Omniflow e apoia a equipa de Pedro Ruão no desenvolvimento desta tecnologia”, considerando que a ideia é “escalável e com rendibilidade ao nível mundial” no futuro das smart cities.

Acreditamos que este financiamento conjugado com o papel ativo dos parceiros do ecossistema do Fundo New Ideas, irá contribuir para a aceleração da expansão internacional da Omniflow e a consolidação da sua posição como empresa de soluções de IoT para cidades sustentáveis e inteligentes”, disse ainda Rui Dias Alves, administrador da HCapital.

Considerada pela plataforma de tecnologia Red Herring como uma das startups europeias mais promissoras, a Omniflow tem capital 100% português e já está presente nos mercados europeu, norte-americano, africano e asiático, tendo, em 2018, apresentado um crescimento de cerca de 300% no volume de vendas.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Energia

Os cidadãos no Plano Nacional de Energia e Clima

Nuno Brito Jorge
145

Uma das (boas) medidas do PNEC é querer atualizar o enquadramento legal do autoconsumo para que, por fim, seja permitida a partilha pelos inquilinos da energia produzida no telhado de um mesmo prédio.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)