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CDS quer miradouro na antiga torre da refinaria do Parque das Nações

A recomendação dos centristas pretende que a autarquia da capital "promova a instalação nos espaços existentes na base de espaços de apoio", como bilheteira, cafetaria e instalações sanitárias.

A recomendação recorda que com a extinção da Parque Expo, S.A. "esta estrutura transitou para o domínio da Câmara Municipal de Lisboa"

MANUEL MOURA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) discute na terça-feira uma recomendação do CDS-PP para a criação de um miradouro no topo da antiga torre da refinaria do Parque das Nações, com a realização de obras.

A recomendação dos centristas pretende que a autarquia da capital “promova a instalação, nos espaços existentes na base, de espaços de apoio”, como bilheteira, cafetaria e instalações sanitárias.

O documento, assinado pelo líder da bancada do CDS-PP, Diogo Moura, solicita que a câmara municipal (liderada pelo PS) “promova na zona de entrada uma exposição que retrate sumariamente o passado da estrutura” e sugere que o miradouro seja “integrado nos roteiros turísticos, criando uma âncora na zona sul desta freguesia”, ligada ao projeto de um centro interpretativo do Parque das Nações.

Este espaço foi transformado para a Expo’98 com o objetivo de “criar um marco do passado industrial no território do futuro”, refere a recomendação, acrescentando que foi criado “um espaço de miradouro reservado aos convidados mais importantes durante o evento para a observação da magnífica vista sobre toda a zona oriental de Lisboa e sobre o Mar da Palha”, através de um elevador.

No entanto, “nos 20 anos posteriores à exposição mundial, pouco uso foi dado ao espaço, permanecendo encerrado e sem acesso público”, notam os centristas.

“O último evento que acolheu teve lugar no dia 1 de outubro de 2016, quando a ACIPN — Associação Cidade Imaginada Parque das Nações organizou em parceria com a Parque Expo uma visita aos seus associados e à comunicação social”, refere a recomendação.

“Nessa visita, puderam observar que a torre se apresentava segura, apenas com algumas marcas de ferrugem que necessitavam de manutenção, embora o elevador se apresentasse desligado e vandalizado”, acrescenta o documento.

A recomendação recorda também que com a extinção da Parque Expo, S.A. “esta estrutura transitou para o domínio da Câmara Municipal de Lisboa”.

“O património edificado da cidade, em particular aquele que simboliza uma época da zona oriental e uma reconversão urbanística reconhecida como um bom exemplo internacional deve, na medida do possível, ser vivida pelos seus e por a aqueles que nos visitam, como é o caso da estrutura em apreço”, defendem, por fim, os centristas.

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