Rádio Observador

Ministro da Educação

Negociações com professores começam nos “próximos vindouros dias”

O ministro da Educação disse que "chegou o tempo" de cumprir o estipulado e negociar com os professores, acrescentando que está a falar com o Ministério das Finanças "para acertar agendas".

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse que parte para a mesa negocial de "boa-fé"

LUÍS FORRA/LUSA

O ministro da Educação anunciou esta sexta-feira que as negociações com os professores sobre o Orçamento do Estado (OE) para 2019 começam nos “próximos vindouros dias”, garantindo que o Governo se vai sentar à mesa com “boa-fé”.

“O Governo parte para estas negociações como sempre parte para todas as negociações, sempre com boa-fé negocial. É assim que faremos também esta negociação, sempre com boa-fé e para fazer a concertação negocial que se faz com os sindicatos que representam os trabalhadores e é importante estar nessa mesa com os sindicatos”, afirmou.

Em Braga, à margem da cerimónia da atribuição do doutoramento honoris causa pela Universidade do Minho ao ex-ministro da Justiça Laborinho Lúcio e a frei Bento Domingues, o ministro Tiago Brandão Rodrigues disse que “chegou o tempo” de cumprir o estipulado no OE2019 e negociar em concertação social com os docentes.

“Nos próximos vindouros dias teremos essa negociação que está inscrita no OE e que dissemos que iríamos fazer e cumprir”, anunciou o governante.

Segundo Tiago Brandão Rodrigues, “o tempo, é agora oportuno” e o Ministério da Educação está a falar com o Ministério das Finanças “para acertar agendas” para se poder concertar, depois, com os sindicatos que continuam a exigir que lhes seja reconhecido o tempo de serviço congelado de nove anos, quatro meses e dois dias.

Quanto ao impacto da greve da Função Pública, jornada de luta que cumpre esta sexta-feira o seu segundo dia, nas escolas, o ministro não quis comentar: “É uma greve da Função Publica, não é especificamente dos professores. Não vou fazer nenhum comentário específico relativamente a facto de os professores a fazerem e sabemos que nas nossas escolas não temos equipas só de professores”, referiu.

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