É um dos jogos mais populares do mundo, e também um dos mais viciantes. Com o selo da Epic Games, o Fortnite tem motivado longas discussões e artigos, fazendo soar o alarme de muitos educadores — e ainda do príncipe Harry, prestes a ser pai pela primeira vez. Num encontro sobre saúde mental, entre elementos do grupo YMCA, o duque de Sussex manifestou a sua preocupação com este caso, que passou de simples êxito no capítulo dos videojogos para um fenómeno cultural que sintoniza hoje 250 milhões de jogadores em todo o mundo.

Face ao impacto do Fortnite, Harry não poupou nas críticas, chegando mesmo a sugerir que este devia ser banido, face ao seu potencial nocivo. “É um jogo de computador que foi desenhado para ser viciante, um vício que te faz permanecer frente ao computador durante o máximo de tempo possível”, apontou o príncipe. E acrescentou:  É um jogo irresponsável. Que benefício há em tê-lo em casa?”

Harry, que acaba de inaugurar a sua conta oficial no Instagram, juntamente com Meghan Markle, chamou ainda a atenção para a necessidade de uma maior vigilância sobre as redes sociais, “mais viciantes que o álcool ou as drogas”.