Rádio Observador

Huawei

Sesta à hora de almoço, transporte próprio e até instalações desportivas: uma viagem à Huawei em 38 imagens

248

É a marca chinesa mais valiosa, tem mais de 180 mil empregados e abriu as portas para uma (rara) visita. A empresa no meio da "guerra fria tecnológica" entre EUA e China pela lente de Kevin Frayer.

“Quando se chega lá pela primeira vez, é um pouco avassalador como tudo está organizado”. As palavras são de Kevin Frayer, um fotojornalista da Getty Images que relatou à CNN a experiência da sua visita às instalações da Huawei na China. A gigante tecnológica, que conta com mais de 180 mil funcionários, não é conhecida por ser propriamente a empresa mais aberta ao público, o que lhe atribuiu um certo mistério sobre como realmente funcionam os seus espaços. Em abril, decidiu abrir uma exceção e deixou a imprensa internacional conhecê-la em Dongguan e perto de Shenzhen (considerada a Silicon Valley da China), onde os funcionários circulam por três campus.

A gigante tecnológica, recorde-se, está debaixo de fogo depois de Donald Trump a ter colocado numa espécie de “lista negra”, o que levou a que várias empresas, como a Google, suspendessem os seus negócios com a Huawei. Agora, há incerteza no futuro do mercado dos smartphones, mas com a Huawei na liderança do 5 G e a ser bem mais do que uma empresa de telemóveis, os 90 dias de tréguas – para que os EUA e a China cheguem a acordo – vão “ser cruciais”.

“O meu objetivo era levar as pessoas a darem um passo além das notícias de última hora e das manchetes sobre a Huawei, dar-lhes uma ideia de como é que a empresa é e ver quem por lá trabalha”, explicou Kevin Frayer. Nas instalações que visitou, há de tudo: “Restaurantes e cafés, instalações desportivas um sistema de transportes próprio. Têm moradias e salas de jantar chiques para clientes de alto nível e moradias de baixo custo para os funcionários”, explicou o fotojornalista.

As pausas para almoçar, explica ainda, servem muitas vezes para os funcionários fazerem uma sesta, uma prática muito comum na China. E para isso há duas particularidades nos escritórios da Huawei: as luzes são apagadas para facilitar o descanso dos trabalhadores e existem camas debaixo da secretária de cada um.

[Veja a fotogaleria acima com o trabalho de Kevin Frayer na visita às instalações da Huawei]

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: cpeixoto@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)