O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, usou a conta de Twitter para anunciar a criação do Aliança pelo Brasil, que passa a integrar, deixando o Partido Social Liberal (PSL) que o levou à presidência do país. Há 30 anos na política, Bolsonaro acrescenta agora mais um partido ao seu currículo, o nono.

Há um mês o chefe de Estado brasileiro afirmava que “por enquanto” que não ia deixar o partido, comparando a crise na formação política a uma “discussão entre marido e mulher”. Mas não demorou muito tempo até que Bolsonaro encontrasse uma alternativa para o mal-estar depois de ter pedido a um apoiante que “esquecesse” o PSL já que Luciano Bivar estava “queimado para caramba” motivando a resposta rápida de Bivar, garantindo o “afastamento” do chefe de Estado.

Muito se especulou sobre a saída de Bolsonaro para outro partido, já que o presidente brasileiro já integrou oito partidos diferentes ao longo da sua carreira política. Uma das hipóteses chegou mesmo a ser o partido Republicanos, ligado à IURD (Igreja Universal do Reino de Deus), e que — de acordo com Karina Kufa, advogada de Bolsonaro, era a hipótese mais viável dentro das várias propostas que o chefe de Estado terá recebido. Aquando da candidatura a presidente do Brasil, Edir Macedo, fundador e líder da IURD, anunciou publicamente o apoio a Bolsonaro na véspera da eleição o que foi considerado decisivo para a vitória do candidato do PSL.