Cerca de dois meses depois de Guilherme Dominguez ter sido vítima de um ataque à pedrada, acabando por falecer com uma infeção no hospital, a mãe, Margarida Pombinho, lançou um apelo nas redes sociais para encontrar os responsáveis pela agressão.

A 30 de novembro de 2019, Guilherme Domingues encontrava-se junto ao carro com dois amigos quando, pela 4h30, dois homens terão começado a correr aos gritos na sua direção, relata o Correio da Manhã. Guilherme entrou na viatura, na Calçada Ribeiro Santos, em Lisboa, mas a dupla de agressores arremessou pedras. Uma delas chegou a trespassar o vidro e atingiu o jovem no lado esquerda da cabeça, enquanto este “se preparava para fazer a manobra de saída do estacionamento desta rua na zona de Santos”, relata a mãe numa publicação no Facebook.

Peço a vossa ajuda para encontrar os agressores do meu filho Guilherme, os quais no passado dia 30 de Novembro de 2019…

Posted by Margarida Pombinho on Thursday, January 16, 2020

A PSP esteve no local e Guilherme foi levado para o hospital pelos bombeiros, com ferimentos graves. Ficou internado durante cerca de um mês, esteve em coma, mas contraiu uma infeção respiratória em contexto hospitalar. Morreu poucos dias antes do Natal, no Hospital de São José.

Ao Correio da Manhã, a PSP diz que está a investigar o caso, mas até agora sem avanços. Por isso, a mãe da vítima, Margarida Pombinho, recorreu às redes sociais para apelar a que quem tenha alguma informação sobre o caso a divulgue. “A investigação policial está em curso, mas qualquer informação adicional que possa existir para a captura destes “indivíduos” é muito importante“, escreve.

Segundo a mãe, “com base nos relatos das testemunhas”, tratar-se-ão de dois indivíduos: um “aparentava cerca de 25 anos e cerca de 1,70m, tez morena, sotaque de língua portuguesa do Brasil, cabelo escuro comprido encaracolado, bigode aparado, lábios grossos, estrutura corporal magra, camisola tipo interior branca de manga comprida, calças de ganga clara”.

Pelo menos dois táxis terão parado no local, “mas como o Gui [Guilherme] se encontrava acompanhado, não permaneceram lá nem deixaram ficar identificação”.