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“Os estabelecimentos comerciais estão prontos para vos receber”. A mensagem do primeiro-ministro é clara: além da saúde, é preciso proteger a economia e “retomar a normalidade, agora de uma nova forma e com as cautelas que não podemos deixar de ter”. Por isso mesmo, Costa insta os portugueses a iniciarem uma espécie de “processo de ocupação da rua” em curso — o que, face ao medo existente na sociedade portuguesa, quase que se assemelha a um ato revolucionário como muitos outros do PREC de 74/75. Mas sempre com afastamento social — o que levou-o a recusar uma selfie mas a passear de mão dada com a mulher.

O apelo de António Costa é feito na rua do Carmo, no coração de Lisboa, depois de uma visita pelas lojas do Chiado: “com a mesma convicção com que pedi que ficassem em casa, o apelo que eu agora faço é que, com segurança, com cautelas, retomem o processo de ocupação da rua, de regresso à rua, de regresso às lojas, de regresso à restauração, de regresso aos cafés, porque é assim que, coletivamente, vamos poder relançar outra vez a nossa vida no país”, afirmou.

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