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Todos, ou quase todos, contra o plano de voos anunciado pela TAP para retomar a operação comercial no pós-Covid. A concentração em Lisboa da maioria das rotas previstas, e que só se vão realizar se houver procura, começou por gerar reações duras no norte do país, mas o raio de contestação alastrou aos partidos políticos, incluindo o PS, com Rui Rio a ter o discurso mais duro. O Presidente da República fez saber que acompanha.

O Governo mantém para já o silêncio, mas segundo o jornal Eco, os administradores que representam o Estado no conselho de administração da TAP votaram contra, o que não conta no atual acordo parassocial que entrega a gestão da transportadora aos privados.

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