Itália registou 13 mortes associadas à doença Covid-19 nas últimas 24 horas, com o país a aproximar-se da barreira das 35 mil vítimas mortais contabilizadas desde o início da crise sanitária em fevereiro, divulgaram esta quarta-feira as autoridades italianas.

Com o registo destes 13 novos óbitos, um decréscimo em relação aos dados de terça-feira (17), eleva-se para 34.997 o número total de vítimas mortais contabilizadas no país, das quais cerca de metade foram registadas na região da Lombardia (norte de Itália), a zona do território italiano mais afetada pela pandemia.

Ainda nas últimas 24 horas, Itália diagnosticou 162 novos contágios pelo novo coronavírus, um aumento em relação ao dia anterior (114).

No total, o país registou, até à data, 243.506 pessoas infetadas com o novo vírus, de acordo com os mesmos dados, que também realçam que foram realizados cerca de 48.500 testes de diagnóstico nas últimas 24 horas.

Atualmente, os casos de infeção positivos e ativos no país são 12.493, dos quais a grande maioria (11.639) são pessoas que estão isoladas nas respetivas casas com sintomas ligeiros ou que estão assintomáticas.

Entre os pacientes que se encontram hospitalizados (menos de 900 pessoas em todo o país), 57 estão em unidades de cuidados intensivos, um decréscimo de três doentes em relação ao dia anterior.

Desde o início da crise sanitária no país, a 21 de fevereiro, mais de 196 mil pessoas conseguiram superar a doença.

Itália continua a registar pequenos focos de infeção em várias partes do seu território, mas também tem identificado casos importados.

Por exemplo, na região de Lazio, cuja capital é Roma, foram identificados 20 novos casos de infeção, sete deles eram pessoas que chegaram ao país em voos provenientes do Bangladesh.

Também dezenas de migrantes irregulares que chegaram em embarcações precárias a portos do sul do país testaram positivo.

Um dos países europeus mais afetados pela atual pandemia, a Itália iniciou, em maio, um plano faseado de desconfinamento da população e uma retoma gradual da atividade económica, após mais de dois meses de confinamento.